<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 3.0.4 -->
<div class="quads-location quads-ad1" id="quads-ad1" style="float:none;margin:0px;">

</div>
<p></p>
<div>
<p>A derrota da Seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 por de 2 a 1 nas oitavas-de-final, o pior desempenho dos brasileiros no torneio desde 1990, é mais um capítulo que deve entrar para a história das derrotas mais dolorosas do escrete nacional.</p>
<div class="jeg_ad jeg_ad_article jnews_content_inline_ads ">
<div class="ads-wrapper align-right "><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://bit.ly/jnewsio" target="_blank" class="adlink ads_image align-right">&#13;<br />
 &#13;<br />
 </a></div>
</div>
<p>Neste ano, a derrota tem ainda o sabor do jejum: a Seleção canarinho chegara à próxima Copa, em 2030, com um hiato de 28 anos sem erguer a taça — o que nunca ocorreu desde que o time brasileiro foi campeão pela primeira vez, em 1958.</p>
<p>Não tem como fugir dos números. Se o Brasil é o único país a participar de todas as 23 edições da Copa, além de ser o maior campeão — ergueu a taça cinco vezes —, é natural que tenha sofrido 18 dolorosas eliminações. Destas derrotas, com a ajuda de especialistas, a BBC News Brasil elencou as mais traumáticas.</p>
<p>A festa era grande, o Brasil sediava uma Copa do Mundo 64 anos depois da única vez que isso havia ocorrido, em 1950. O time comandado pelo técnico de Luiz Felipe Scolari, se não era unanimidade, tinha ingredientes o suficiente para empolgar — inclusive pela memória afetiva, já que o treinador era o mesmo que havia conquistado o penta em 2002.</p>
<p>Depois de uma primeira fase em que o Brasil ganhou da Croácia — 3 a 1, de virada —, empatou com o México sem gols e goleou Camarões por 4 a 1, o time venceu o Chile nos pênaltis — depois de empatar em 1 a 1 durante a partida — e a Colômbia por 2 a 1.</p>
<p>Na semifinal, encararia a Alemanha no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Foi uma tragédia inesquecível: 7 a 1 para o time europeu, que se sagraria campeão dias depois, vencendo a Argentina na final.</p>
<p>O Brasil já perdia por um a zero e tomou outros quatro gols entre os minutos 23 e 29 do primeiro tempo — provavelmente no mais catastrófico “apagão” da história do escrete canarinho. O Brasil ainda perderia para a Holanda na disputa do terceiro lugar — outra goleada, mas mais modesta: “apenas” 3 a 0.</p>
<p>“Foi um balde de água fria, aquele desastre tático”, diz o historiador Marcel Tonini, doutor pela Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador no Centro de Referência do Futebol Brasileiro, do Museu do Futebol (CRFB). “E eles tiraram o pé, senão seria ainda maior a goleada.”</p>
<p>Para o jornalista e pesquisador Celso Unzelte, comentarista da ESPN, consultor do Museu do Futebol, membro da Academia Brasileira de Letras do Futebol e professor na Faculdade Cásper Líbero o marcante da derrota para a Alemanha não foi a derrota em si — mas sim a diferença de gols, “a maneira como o resultado aconteceu”. “Perder para a Alemanha seria um resultado absolutamente normal. O placar é que não foi”, pontua.</p>
</p></div>
<p><a href="https://imprensabahia.com.br/as-derrotas-mais-traumaticas-do-brasil-em-copas-do-mundo/">Fonte: Clique aqui</a></p>


Pré-candidato afirmou não ter “projeto pessoal de poder” e critica entidades por manterem “pacto pela…
O mercado financeiro teve desempenho misto nesta segunda-feira (6). O dólar caiu pela terceira sessão…
Da Redação O Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (Simm) oferece 1.178 vagas…
Manifestação afirma que o inquérito sobre postagem contra o presidente deve ser reaberto para garantir…
A Receita Federal iniciou nesta segunda-feira (6) a operação do Receita Atende, novo canal único de…
Continua após a publicidade Continua após a publicidade Continua após a publicidade Moradores de…