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<p>Ação mira quadrilha liderada por um engenheiro que usava impressoras 3D para fabricar armas não rastreáveis</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação / Polícia Civil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/design-sem-nome-49-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/design-sem-nome-49-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Operação cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão em 11 estados brasileiros contra um grupo suspeito de produzir e vender peças de armas de fogo feitas em impressoras 3D, conhecidas como &#8216;armas fantasmas&#8217;<br /></span></div>
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<p>Uma operação realizada nesta quinta-feira (12) cumpre <strong>mandados de prisão</strong> e de <strong>busca e apreensão</strong> em <strong>11 estados brasileiros</strong> contra um <strong>grupo suspeito de produzir</strong> e <strong>vender peças de armas de fogo</strong> feitas em <strong>impressoras 3D</strong>, conhecidas como <strong>“armas fantasmas”</strong>. A ação, chamada de Operação Shadowgun, resultou até o momento em uma prisão e investiga um <strong>esquema interestadual de fabricação</strong> e <strong>comércio desse tipo de armamento</strong>.</p>
<p>A investigação é conduzida pelo Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (CyberGAECO/MPRJ). Ao todo, <strong>cinco integrantes</strong> da organização criminosa foram denunciados pelos crimes de <strong>organização criminosa</strong>, <strong>lavagem de dinheiro</strong> e <strong>comércio ilegal de armas</strong>.</p>
<p>Os agentes cumprem quatro mandados de prisão em São Paulo e 32 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a vendedores e compradores. As ações ocorrem no Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pará, Paraíba, Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás, Bahia e Roraima.</p>
<p>Segundo as investigações, o grupo <strong>produzia</strong> e <strong>divulgava projetos de armas</strong> e <strong>acessórios fabricados com impressoras 3D</strong>. Esse tipo de armamento é chamado de “arma fantasma” porque <strong>não possui numeração ou registro oficial</strong>, o que dificulta a identificação da origem e o rastreamento pelas autoridades.</p>
<p>As apurações começaram após um <strong>alerta de um órgão internacional</strong> sobre um <strong>usuário de rede social suspeito de desenvolver e vender</strong> armamentos produzidos com essa tecnologia. A partir daí, investigadores identificaram uma rede estruturada que ensinava como fabricar e montar as armas.</p>
<p>De acordo com os investigadores, o líder do grupo é um <strong>engenheiro especializado em controle e automação</strong>. Usando um pseudônimo na internet, ele divulgava <strong>testes das armas</strong>, publicava <strong>atualizações dos projetos</strong> e explicava <strong>como ajustar impressoras</strong> e <strong>materiais para fabricar as peças</strong>.</p>
<p>Ele também produziu um <strong>manual com mais de cem páginas</strong>, com <strong>orientações detalhadas sobre como construir a arma em casa</strong>. Com esse material, uma pessoa com conhecimento intermediário em impressão 3D poderia montar o armamento em poucas semanas utilizando equipamentos relativamente baratos.</p>
<p>A polícia aponta ainda que o principal produto do grupo era uma <strong>arma semiautomática</strong> feita com <strong>peças plásticas impressas em 3D</strong> e <strong>outros componentes não regulamentados</strong>. O projeto foi compartilhado em redes sociais, fóruns da internet e na chamada “dark web”, criando uma rede clandestina de produção e circulação de armas sem registro.</p>
<h2>Venda de peças</h2>
<p>Além da divulgação dos projetos, o grupo também <strong>vendia peças</strong> e <strong>prestava orientação para interessados</strong> em montar o armamento. As atividades eram financiadas com criptomoedas.</p>
<p>As investigações identificaram que o líder produzia <strong>carregadores alongados</strong> para <strong>pistolas de diferentes calibres em sua própria residência</strong> e vendia o material em uma plataforma de comércio on-line.</p>
<p>Entre 2021 e 2022, pelo menos 79 compradores adquiriram peças produzidas pelo grupo. Nos anos seguintes, as negociações passaram a ocorrer por outros canais na internet.</p>
<p>Segundo os investigadores, os compradores estão distribuídos por 11 estados e muitos deles possuem antecedentes criminais, principalmente relacionados ao <strong>tráfico de drogas</strong> e outros <strong>crimes graves</strong>.</p>
<p>No estado do Rio de Janeiro, foram identificados dez compradores em cidades como São Francisco de Itabapoana, Araruama, São Pedro da Aldeia, Armação dos Búzios e também na capital. A polícia investiga se o material foi parar nas mãos de organizações criminosas, como traficantes e milícias.</p>
<p>Durante a operação, agentes da 32ª Delegacia de Polícia (Taquara) também cumpriram <strong>seis mandados de busca e apreensão</strong> no estado do Rio, em endereços ligados a compradores. As ações ocorrem no interior, na Região dos Lagos e em bairros da zona oeste da capital, como Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/armas-fantasmas-operacao-cumpre-mandados-em-11-estados-contra-armamento-3d.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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