<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 3.0.4 -->
<div class="quads-location quads-ad1" id="quads-ad1" style="float:none;margin:0px;">

</div>
<p></p>
<p>Pedido de vista suspendeu análise de regra para ordenar curtailment no sistema elétrico</p>
<div>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/aneel/pt-br">Aneel</a> (Agência Nacional de Energia Elétrica) adiou nesta 2ª feira (22.jun.2026) a votação da regulamentação sobre cortes de geração de energia, conhecidos como <em>curtailment</em>. A análise foi suspensa depois de um pedido de vista do diretor Fernando Luiz Mosna Ferreira da Silva durante reunião extraordinária da diretoria da agência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A discussão trata da Consulta Pública nº 45, de 2019, aberta para definir critérios operacionais e comerciais para os cortes de geração no SIN (Sistema Interligado Nacional). A proposta busca estabelecer uma ordem para a redução de usinas pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ons.org.br/">ONS</a> (Operador Nacional do Sistema Elétrico) e disciplinar como os efeitos desses cortes serão distribuídos entre os agentes depois da operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pedido de vista foi feito depois de Mosna levantar dúvidas sobre o encaminhamento proposto pela relatora, diretora Agnes da Costa. O diretor questionou se a Aneel deveria aprovar desde já a regra definitiva ou se seria mais adequado encerrar a etapa atual da consulta pública com uma regra transitória e abrir uma nova fase para aprofundar pontos ainda controversos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os temas citados por Mosna estão o tratamento da energia vertida turbinável das hidrelétricas, chamada de EVT, e da GHmin, sigla usada para tratar da geração hidráulica mínima motivada por condicionantes externas ao setor elétrico. Segundo ele, esses pontos ainda não teriam quantificação e contornos suficientes para uma decisão definitiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relatora, por outro lado, defendeu a necessidade de implantar uma regulamentação para o curtailment depois de 7 anos de discussão. Segundo Agnes, a ausência de uma norma específica mantém o operador com ampla margem de atuação na gestão dos cortes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">Enquanto não tiver norma, o ONS vai continuar fazendo o que quiser</span></i><span style="font-weight: 400;">”, disse a relatora.</span></p>
<h2><b>POR QUE OS CORTES SÃO NECESSÁRIOS</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>Curtailment</em> é o desligamento obrigatório ou a limitação da produção de usinas geradoras pelo ONS, mesmo quando há condições para gerar energia. A medida ocorre porque o sistema elétrico precisa equilibrar geração e consumo em tempo real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando há energia demais, sobrecarga em determinados horários ou falta de capacidade de transmissão para escoar a produção, o operador reduz a geração. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para as empresas, isso significa menos energia vendida e dificuldade para cumprir contratos. Para o governo, ampliar compensações pode pressionar a conta de luz dos consumidores.</span></p>
<h2><b>VOTO DA RELATORA</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agnes propôs deixar a MMGD (micro e minigeração distribuída) e as usinas tipo 3 fora da regra de cortes. Segundo ela, esses empreendimentos não são controlados diretamente pelo ONS, porque não fazem parte do despacho centralizado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para dividir os efeitos dos cortes de energia, a relatora manteve a proposta da área técnica da Aneel. O modelo inclui hidrelétricas, eólicas e solares no mesmo grupo, porque água, vento e sol não têm custo de combustível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos cortes por restrição elétrica, Agnes defendeu uma regra mais simples, sem criar novas prioridades entre os geradores. Segundo a relatoria, a legislação existente já define quando os agentes não devem ser ressarcidos, e criar outros critérios poderia punir alguns geradores duas vezes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta sugere que a norma entre em vigor imediatamente, mas com um período de testes de 1 ano. Nessa fase, chamada de operação sombra, a regra seria aplicada com dados reais, mas ainda sem efeitos financeiros definitivos. A ideia é testar os cálculos, os dados e a classificação dos cortes antes da aplicação completa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a transição, a relatora sugeriu uma divisão provisória dos cortes separada por fonte. Ou seja, cortes de usinas solares seriam divididos entre solares, e cortes de eólicas seriam divididos entre eólicas. As hidrelétricas com energia vertida turbinável ficariam fora dessa divisão provisória, porque ainda faltam dados mais maduros para o cálculo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto que ficaria para depois é a GHmin. O termo é usado para designar para tratar da geração mínima das hidrelétricas por razões externas ao setor elétrico, como uso da água para abastecimento, irrigação, transporte, controle de cheias e exigências ambientais. Durante a operação sombra, a Aneel testaria dois cenários: um com GHmin e outro sem GHmin. A decisão final sobre esse ponto seria tomada depois, em nova consulta pública.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agnes também propôs dar 90 dias para ONS e CCEE prepararem versões preliminares dos Procedimentos de Rede e das Regras e Procedimentos de Comercialização. O período de testes serviria para ajustar esses documentos antes da versão final.</span></p>
</p></div>
<p><script>
			window.fbAsyncInit = function () {
				FB.init({
					appId: '176130429467305',
					xfbml: true,
					version: 'v2.7'
				});
				window.api_started = true;
			};
			(function (d, s, id) {
				var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0];
				if (d.getElementById(id)) {
					return;
				}
				js = d.createElement(s);
				js.id = id;
				js.src = "https://connect.facebook.net/pt_BR/sdk.js";
				fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);
			}(document, 'script', 'facebook-jssdk'));
		</script></p>
<p><a href="https://www.poder360.com.br/poder-energia/aneel-adia-decisao-sobre-regulacao-de-cortes-de-energia/">Fonte: Clique aqui</a></p>


O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato a deputado federal, José Dirceu (PT-SP), afirmou que…
O Esporte Clube Vitória está muito próximo de firmar uma parceria institucional com o Vitória…
Empresários do ramo da indústria projetam como principais prioridades para a gestão 2027-2030 no Executivo…
O elenco do Bahia está de volta ao trabalho. Após 22 dias de férias durante…
Kunal Shah, fundador da Cred, assumirá o comando do aplicativo após aporte de US$ 900…
Continua após a publicidade Continua após a publicidade Continua após a publicidade Enquanto o…