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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="667" src="https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/22.04-Projeto-vivencia-teatral-contando-historias-do-meu-mundao.-Lucas-Moura-Secom-PMS-12.jpg" alt="" class="wp-image-98816" srcset="https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/22.04-Projeto-vivencia-teatral-contando-historias-do-meu-mundao.-Lucas-Moura-Secom-PMS-12.jpg 1000w, https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/22.04-Projeto-vivencia-teatral-contando-historias-do-meu-mundao.-Lucas-Moura-Secom-PMS-12-300x200.jpg 300w, https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/22.04-Projeto-vivencia-teatral-contando-historias-do-meu-mundao.-Lucas-Moura-Secom-PMS-12-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Lucas Moura/ Secom PMS</em></figcaption></figure>
<p>O projeto “Contando Histórias do Meu Mundão” chegou à Escola Municipal de Pernambués, na tarde desta segunda-feira (22), promovendo atividades lúdicas e muita diversão aos pequenos estudantes da unidade de ensino. Os alunos participaram de uma breve gincana com a realização de mímica corporal dramática, contação de histórias, expressividades do corpo e exercícios da imaginação.</p>
<p>Pietro de Jesus, de 6 anos, participou das atividades com muita empolgação e sorriso no rosto. “Eu estou bem animado e gostando demais, principalmente das brincadeiras, pois o meu time está ganhando”, contou.</p>
<p>A arte-educadora Manu Santiago, uma das idealizadoras do projeto, explicou que as atividades desenvolvidas na escola possuem uma base teatral. “São atividades pré-expressivas, que trabalham a imaginação, atividades físicas, trabalho de atenção e cognição, elementos de musicalidade e técnicas de palhaçaria, tudo sob uma perspectiva lúdica e brincante que tem como objetivo expandir a percepção das crianças sobre a leitura do mundo, aguçando a curiosidade e despertando o interesse pela arte”.</p>
<p>Também idealizadora do projeto, Ana Tereza Mendes frisou que a proposta é trabalhar com arte e educação dentro da sala de aula, mesclando criatividade e imaginação junto com a aprendizagem. “Nós fazemos um trabalho de desenvolvimento do corpo, de coordenação motora, de escuta e de contação de histórias, muito para abrir a escuta dessas crianças para a leitura que vai além da palavra escrita. É a leitura do universo, do entendimento do outro, das diferenças. Esse procedimento da vivência teatral, difundindo a arte-educação na escola, é justamente uma reafirmação do papel da arte enquanto educação”.</p>
<p>Nesta segunda edição, o projeto garantiu o acesso à arte para crianças com deficiência, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e distorção idade-série. “Incorporamos mais duas profissionais da área para atuar na promoção da inclusão, tanto a arte-educadora monitora especializada em alunos PCDs como a intérprete de Libras, para que as atividades possam receber todas as crianças de maneira inclusiva”, lembrou, Manu.</p>
<p>“A proposta dessa vivência é que as crianças possam conhecer a Língua Brasileira de Sinais e difundir essa língua também. Hoje está sendo o primeiro momento e as crianças estão muito engajadas, se divertindo, então eu acho que são frutos que começam a ser colhidos a partir da vivência”, acrescentou Aline Suzart, intérprete de LIBRAS.</p>
<p><strong>Acesso ;</strong>– Para a gestora da Escola Municipal de Pernambués, Deise de Oliveira, a atividade é uma forma de promover acesso às vivências artístico-culturais tão importantes para o desenvolvimento das crianças. “Muitas delas não têm oportunidade de ter essa aproximação cultural fora do contexto escolar. Como muitas vezes elas não saem para ir ao teatro e ao cinema, atividades importantes para a formação do indivíduo como um todo, é de grande valia que projetos como esses vão até as escolas. Por meio do projeto, as crianças estão tendo um momento de descontração, um momento de entender o processo de aprendizagem como algo prazeroso, alegre e diferenciado”, opinou.</p>
<p>A Escola Municipal de Pernambués conta com 501 alunos matriculados. As atividades estão abrangendo turmas do Grupo 5 e do 1º ano. ; ;</p>
<p><strong>Projeto ;</strong>– Contando Histórias do Meu Mundão é um projeto desenvolvido pelo grupo Chegança Atelier Cultural com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento socioeducativo, emocional e inclusão social do público infanto-juvenil, através da contação de histórias e da vivência teatral. Em sua 2ª edição, o projeto está passando por cinco escolas públicas municipais de Salvador de hoje até a próxima quarta (24).</p>
<p>A iniciativa voltada para crianças e adolescentes com idade entre 5 e 14 anos está percorrendo escolas situadas nos bairros de Pernambués, Mata Escura, Sussuarana, Doron e Narandiba. A expectativa é de que sejam impactadas diretamente cerca de 150 crianças, tendo a arte como mecanismo de expressão e conhecimento.</p>
<p>Liderado pelas arte-educadoras Ana Mendes e Manu Santiago, o projeto acontece através de exercícios práticos de experimentação cênica que agregam jogos teatrais, contação de histórias, elementos de musicalidade e técnicas de palhaçaria.</p>
<p>O projeto foi contemplado pelo edital Territórios Criativos, com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>– Escola Municipal de Pernambués (Pernambués): Dia 22 de abril, das 13h às 17h, e dia 26 de abril, das 8h às 12h.</p>
<p>– Escola Municipal São Miguel (Mata Escura) – Dia 29 de abril, das 13h às 17h, e dia 3 de maio, das 8h às 12h.</p>
<p>– Escola Municipal Eraldo Tinoco Melo (Sussuarana) – Dia 6 de maio, das 13h às 17h, e dia 10 de maio, das 8h às 12h.</p>
<p>– CMEI Olga Benário (Doron) – Dia 13 de maio, das 13h às 17h, e dia 17 de maio, das 8h às 12h.</p>
<p>– CMEI Álvaro da Franca Rocha (Narandiba) – Dia 20 de maio, das 13h às 17h, e dia 24 de maio, das 8h às 12h.</p>
<p><em>Reportagem: Priscila Machado/ Secom PMS</em></p>


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