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<p>Com a chegada do verão e, consequentemente, o aumento das temperaturas, os cuidados com a saúde dos pets tornam-se ainda mais importantes. Nesse período, cresce o número de animais afetados pelo calor excessivo, que pode provocar desde desconforto térmico até quadros graves, como desidratação intensa e necessidade de internação. Por isso, a atenção dos tutores deve ser redobrada.</p>
<p>De acordo com a médica-veterinária do Hospital Amarvet’s, Dra. Ana Paula Raposo, o calor intenso representa riscos maiores para cães braquicefálicos, pets idosos, filhotes e animais com doenças respiratórias.</p>
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<p>“<strong>As altas temperaturas podem causar queimaduras, desidratação e até levar a quadros graves. Sinais como respiração ofegante, salivação excessiva e apatia exigem atenção imediata. Em casos de superaquecimento, deve-se resfriar o pet, oferecer água e buscar atendimento rápido</strong>”, explica.</p>
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<h5><strong>Hidratação e ambiente adequado são fundamentais</strong></h5>
<p>Entre as principais medidas para reduzir os impactos do calor está a hidratação constante. Além disso, manter água fresca sempre disponível, priorizar ambientes sombreados e incluir alimentos úmidos na dieta são ações simples que contribuem diretamente para o bem-estar dos pets. Dessa forma, é possível minimizar os efeitos das altas temperaturas no organismo dos animais.</p>
<figure id="attachment_8191" aria-describedby="caption-attachment-8191" style="width: 431px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8191" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p>“<strong>A água deve estar sempre fresca e protegida do sol. Frutas e legumes seguros para pets colaboram, assim como alimentos úmidos. No caso dos gatos, que costumam beber pouca água, algumas estratégias fazem diferença, como oferecer fontes de água ou torneiras pingando, priorizar o sachê com um pouco de água extra e espalhar diversos potes de água fresca pela casa para estimular o consumo ao longo do dia</strong>”, ressalta Ana Paula.</p>
<h5><strong>Passeios exigem atenção redobrada nos dias quentes</strong></h5>
<p>Além dos cuidados dentro de casa, os passeios devem ser planejados para evitar os horários de maior calor. O mais indicado, portanto, é sair entre 6h e 10h ou após as 17h, quando o asfalto está menos quente. Caso contrário, a exposição direta ao sol nos períodos mais críticos aumenta o risco de insolação, enquanto o chão aquecido pode causar queimaduras nas patas.</p>
<figure id="attachment_8192" aria-describedby="caption-attachment-8192" style="width: 361px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8192" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p>Algumas raças apresentam maior sensibilidade às altas temperaturas, como Spitz, Shih-tzu, Lhasa Apso, Pug, Bulldog, Boxer, Cavalier, além de gatos Persas e Birmaneses. Nesses casos, o uso de protetor solar veterinário também é recomendado, especialmente para animais de pelagem clara ou com áreas mais expostas.</p>
<h5><strong>Rotina adaptada ajuda a evitar estresse térmico</strong></h5>
<p>Nesse sentido, a médica-veterinária do Amarvet’s, Thais Rocha, reforça que a adaptação da rotina é essencial para prevenir o estresse térmico.</p>
<p>“P<strong>ets idosos, filhotes e animais com doenças respiratórias ou cardíacas precisam de cuidados intensificados. Manter ambientes ventilados ou climatizados, evitar brincadeiras exaustivas e oferecer água fresca são atitudes essenciais. Em pets com colapso de traqueia, por exemplo, o uso de peitoral é imprescindível</strong>”, afirma.</p>
<p>As atividades externas, por sua vez, também exigem supervisão constante, já que o calor elevado potencializa os riscos. Em piscinas, por exemplo, é importante acompanhar o pet o tempo todo, disponibilizar rampas ou escadas para facilitar a saída e enxaguar o animal após o contato com o cloro.</p>
<figure id="attachment_8193" aria-describedby="caption-attachment-8193" style="width: 365px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8193" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p>Já nas praias, deve-se evitar a areia muito quente, que pode causar queimaduras, além de impedir a ingestão de água do mar. Além disso, em regiões litorâneas, a atenção deve ser redobrada quanto à prevenção da dirofilariose, conhecida como verme do coração, transmitida por mosquitos.</p>
<h5><strong>Prevenção de parasitas e cuidados dentro de casa</strong></h5>
<p>Outro ponto de atenção durante o verão é a maior proliferação de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/abordagem-%C3%A0s-infec%C3%A7%C3%B5es-parasit%C3%A1rias/abordagem-%C3%A0s-infec%C3%A7%C3%B5es-parasit%C3%A1rias" target="_blank" rel="noopener">parasitas</a>, como pulgas, carrapatos e mosquitos. Como resultado, o risco de doenças aumenta consideravelmente. Por isso, manter o controle preventivo em dia e observar o pet diariamente são medidas fundamentais para evitar complicações.</p>
<p>Além dos cuidados externos, é igualmente importante adequar o ambiente interno. “<strong>Em áreas externas, sombra, boa ventilação e pausas frequentes são indispensáveis. Já em casa, ventilador e ar-condicionado são seguros quando usados com moderação, mantendo temperaturas entre 22°C e 26°C e evitando direcionar o vento diretamente para o animal</strong>”, conclui Thais.</p>
<figure id="attachment_8189" aria-describedby="caption-attachment-8189" style="width: 378px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8189" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p>Por fim, com informação, prevenção e atenção diária, é possível garantir um verão mais seguro e confortável para cães e gatos. Dessa forma, os tutores reduzem riscos, evitam emergências e proporcionam mais qualidade de vida aos seus companheiros durante os dias mais quentes.</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/altas-temperaturas-exigem-atencao-redobrada-a-saude-dos-pets/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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