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Advogada é impedida de entrar no TJMG por usar turbante

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>A advogada Rita Galvão&comma; presidente da Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Brasil da OAB&sol;MG &lpar;Ordem dos Advogados do Brasil em Minas Gerais&rpar; relatou nas redes sociais que foi impedida de acessar o Juizado Especial Criminal de Belo Horizonte&comma; no prédio do TJMG nessa terça-feira &lpar;6&rpar;&comma; por estar usando um turbante na cabeça&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em um vídeo postado pela advogada&comma; que tem mais de 3 mil e 700 visualizações&comma; Rita relata o que aconteceu&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Na hora de passar no detector de metais uma das seguranças da empresa terceirizada me chamou e disse &OpenCurlyQuote; a senhora não vai poder entrar&comma; permanecer com o turbante’&period; Eu prontamente disse a essa segurança que eu não iria retirar o turbante&comma; que eu estava ali no exercício da minha profissão e mesmo que fosse por questões religiosas&comma; que aquilo não poderia estar acontecendo&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Rita&comma; a segurança havia entendido a situação mas reportou para os superiores pois havia um colega que estava cobrando dela uma atitude mais incisiva&period;<&sol;p>&NewLine;<aside class&equals;"read-too read-too--with-img">&NewLine;<h2 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;title'&gt&semi;Leia Mais&lt&semi;&sol;h2&gt&semi; &lt&semi;ul class&equals;" read-too&lowbar;&lowbar;list&equals;""> <&sol;h2>&NewLine;<li class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;list-item"> <picture class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;picture"> <&sol;picture>&NewLine;<h3 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;post-title">Grupo &&num;8216&semi;Legendários&&num;8217&semi; é acusado de invadir área protegida em MG&semi; entenda<&sol;h3>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<li class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;list-item"> <picture class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;picture"> <&sol;picture>&NewLine;<h3 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;post-title">Vídeo&colon; aluno agride professora após repreensão por uso de celular em BH<&sol;h3>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<li class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;list-item"> <picture class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;picture"> <&sol;picture>&NewLine;<h3 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;post-title">Motorista de aplicativo desaparecido é encontrado morto em porta malas<&sol;h3>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<&sol;aside>&NewLine;<p>Depois de contatar algumas pessoas do Tribunal&comma; Rita pode acessar o prédio mas fez uma denúncia formal a OAB&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em um vídeo publicado no perfil da OAB MG nas redes sociais&comma; Gustavo Chalfun&comma; presidente da Ordem em MG&comma; se manifestou afirmando que o episódio é &OpenCurlyDoubleQuote;inadmissível”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote; Estou passando para informar a toda advocacia&comma; a Dra Rita Galvao&comma; e a todas as &OpenCurlyDoubleQuote;Ritas” que sofram qualquer tipo de preconceito&comma; seja no exercício profissional ou no seu dia a dia&comma; que a OAB de Minas Gerais estará atenta e vigilante a qualquer tipo de preconceito ou racismo&period;” Declarou<&sol;p>&NewLine;<p>Chalfun também acrescentou que &OpenCurlyDoubleQuote;o turbante é símbolo de ancestralidade e identidade e&comma; também&comma; por que não de resistência&quest; A OAB Minas repudia com veemência e tomará todas as medidas para que casos como estes não se repitam&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>Na manhã desta quarta-feira &lpar;07&rpar; Tribunal de Justiça de Minas Gerais &lpar;TJMG&rpar; se pronunciou por meio de nota&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O Tribunal de Justiça já instaurou procedimento para a apuração rigorosa dos fatos e ressalta que orienta as suas equipes acerca do respeito às diversidades&period; Por fim&comma; o Tribunal de Justiça pede desculpas públicas pelo ocorrido e se compromete a trabalhar ainda mais para reforçar a importância de ações educacionais que esclareçam seu público interno&comma; levando-o à compreensão da importância do respeito à cultura e à identidade afro-brasileira&period;”&comma; diz um trecho da nota&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Advogada Rita Galvão publicou ainda&comma; uma convocação nas redes sociais para uma mobilização que deve acontecer na tarde desta quarta-feira &lpar;07&rpar; às 14h&comma; em frente ao Juizado Especial Criminal de Belo Horizonte&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O turbante não é apenas um acessório&comma; é um símbolo de identidade&comma; resistência e ancestralidade&period; Impedir o acesso de uma mulher negra a um espaço público por conta de sua vestimenta é uma afronta aos direitos fundamentais e à diversidade cultural&period; Convidamos todas e todos que se indignam com o racismo a se juntarem a nós nesta mobilização&period; TIRA A MÃO DO MEU TURBANTE&excl;”&comma; conclui a advogada&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>
Veja a nota do TJMG na íntegra&colon;<&sol;h2>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;O Tribunal de Justiça de Minas Gerais tomou conhecimento&comma; na noite desta terça-feira &lpar;6&sol;5&rpar;&comma; do fato relatado pela advogada Rita de Cássia Galvão&period;

A advogada acessou o prédio do Juizado Especial Criminal de Belo Horizonte e participou de audiência na 1ª Unidade Jurisdicional Criminal&comma; relacionada ao processo 5067464-70&period;2025&period;8&period;13&period;0024&comma; sem a necessidade de retirada de seu turbante ou de qualquer outra vestimenta que trajava&period;

O Tribunal de Justiça já instaurou procedimento para a apuração rigorosa dos fatos e ressalta que orienta as suas equipes acerca do respeito às diversidades&period;

O TJMG também repudia qualquer forma de discriminação e reitera o compromisso em prol de ações que estimulem a inclusão&period;

Além disso&comma; mantém o diálogo permanente e construtivo com todos os públicos&comma; de forma a assegurar que as suas unidades&comma; espalhadas pelas 298 comarcas do Estado&comma; sejam espaços seguros&comma; respeitosos e acolhedores para todos os cidadãos e cidadãs&period;

Por fim&comma; o Tribunal de Justiça pede desculpas públicas pelo ocorrido e se compromete a trabalhar ainda mais para reforçar a importância de ações educacionais que esclareçam seu público interno&comma; levando-o à compreensão da importância do respeito à cultura e à identidade afro-brasileira&comma; de forma a combater o racismo e desconstruir preconceitos&comma; valorizando a diversidade&period;”<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;cnnbrasil&period;com&period;br&sol;nacional&sol;sudeste&sol;mg&sol;advogada-e-impedida-de-entrar-no-tjmg-por-usar-turbante&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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