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Adoçantes fazem mal? Veja quando é preciso atenção

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 3<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p><strong> <&sol;strong>Na busca por reduzir o consumo de açúcar&comma; os adoçantes passaram a fazer parte da rotina de milhões de brasileiros&period; Eles estão presentes em cafés&comma; refrigerantes&comma; sobremesas e diversos produtos industrializados&period; Por isso&comma; muitas pessoas enxergam essas substâncias como uma alternativa mais saudável&comma; principalmente para emagrecer ou controlar a glicemia&period; No entanto&comma; a substituição nem sempre é simples e exige orientação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Estudos recentes colocaram os possíveis efeitos dos adoçantes artificiais sobre a saúde intestinal e o metabolismo no centro das discussões&period; As pesquisas analisam como algumas dessas substâncias podem influenciar a <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;nav&period;dasa&period;com&period;br&sol;blog&sol;microbiota-intestinal&sol;&quest;utm&lowbar;source&equals;google&amp&semi;utm&lowbar;medium&equals;cpc&amp&semi;gad&lowbar;source&equals;1&amp&semi;gad&lowbar;campaignid&equals;23857729887&amp&semi;gbraid&equals;0AAAAACzItRYiTCQu5ODQCHVtCKtx9sG1c&amp&semi;gclid&equals;CjwKCAjwyOzSBhBTEiwAmxvJ-vpTAvRnijI3mQDWFwkuxEh-&lowbar;FKRJhcWZt&lowbar;sTJ0khWX3H5l0O2ePPxoCy5cQAvD&lowbar;BwE" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener"><strong>microbiota intestinal&comma;<&sol;strong><&sol;a> a resposta do organismo à glicose e determinados mecanismos celulares&period; Apesar disso&comma; os resultados ainda não permitem conclusões definitivas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a professora do curso de Nutrição da Estácio Sergipe&comma; <strong>Dra&period; Anne Karoline de Souza Oliveira<&sol;strong>&comma; nutricionista&comma; mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos e doutora em Ciências da Saúde&comma; o tema deve ser tratado com responsabilidade científica&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Estudos recentes vêm demonstrando possíveis impactos de alguns adoçantes sobre a microbiota intestinal&comma; o metabolismo da glicose e mecanismos celulares&comma; especialmente em modelos animais&period; No entanto&comma; é importante destacar que isso não significa que o uso de adoçantes deva ser demonizado ou proibido de forma generalizada”<&sol;strong>&comma; explica&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h4><strong>Quando os adoçantes podem ser uma boa alternativa<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Segundo a especialista&comma; os adoçantes continuam tendo um papel importante em situações específicas&period; Eles podem beneficiar pessoas com diabetes e também quem está reduzindo gradualmente o consumo de açúcar&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h5><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Na prática clínica&comma; eles podem ser úteis na transição para hábitos alimentares mais saudáveis&comma; no manejo glicêmico de pacientes diabéticos e em estratégias individualizadas de reeducação alimentar”<&sol;strong>&comma; afirma&period;<&sol;h5>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Ainda assim&comma; Anne Karoline reforça que o uso deve fazer parte de um planejamento alimentar&comma; e não ser encarado como uma solução automática para melhorar a saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;11614" aria-describedby&equals;"caption-attachment-11614" style&equals;"width&colon; 365px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-11614" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Magnific<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>O problema está nos excessos<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Embora os adoçantes possam trazer benefícios em alguns casos&comma; o consumo indiscriminado merece atenção&period; Segundo a nutricionista&comma; muitas pessoas associam produtos &OpenCurlyDoubleQuote;zero açúcar” a uma alimentação saudável&comma; o que nem sempre corresponde à realidade&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;O maior problema talvez esteja no uso indiscriminado e na falsa percepção de que &OpenCurlyQuote;zero açúcar’ automaticamente significa saudável&period; Hoje entendemos que saúde metabólica envolve muito mais do que apenas retirar sacarose da alimentação&period; Ela está relacionada à qualidade global da dieta&comma; ao consumo de ultraprocessados&comma; ao padrão alimentar&comma; ao sono&comma; à prática de atividade física e à saúde intestinal”<&sol;strong>&comma; destaca&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Além disso&comma; a especialista lembra que alimentos ultraprocessados continuam exigindo moderação&comma; mesmo quando não contêm açúcar adicionado&period; Quem consome esses produtos com frequência pode desenvolver hábitos alimentares inadequados e encontrar mais dificuldade para construir uma relação equilibrada com a comida&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Educação alimentar faz a diferença<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Para Anne Karoline&comma; o principal objetivo deve ser promover uma alimentação equilibrada&comma; sem depender constantemente de sabores muito doces&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h5><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Mais do que trocar açúcar por adoçante&comma; precisamos ensinar as pessoas a reconstruírem sua relação com a comida e reduzirem a necessidade constante de estímulos intensamente doces”<&sol;strong>&comma; conclui&period;<&sol;h5>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Diante do aumento da oferta de produtos adoçados artificialmente e do avanço das pesquisas sobre o tema&comma; especialistas orientam cada pessoa a fazer escolhas alimentares de forma individualizada&period; Sempre que necessário&comma; a orientação de um nutricionista ou médico pode ajudar na definição da melhor estratégia&period; Enquanto isso&comma; a moderação segue como a principal aliada para quem busca mais saúde e qualidade de vida&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;adocantes-fazem-mal-veja-quando-e-preciso-atencao&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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