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Ação contra emendas impositivas quer devolver orçamento ao Executivo

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>A Ação Direta de Inconstitucionalidade do PSOL que levou à suspensão das emendas parlamentares impositivas tem o objetivo de devolver ao Executivo o controle sobre a execução do orçamento público&comma; explicou à <strong>Agência Brasil<&sol;strong> um dos autores da ação&comma; o doutor em Direito Rafael Valim&period;  <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;ebc&period;gif&quest;id&equals;1608233&amp&semi;o&equals;node" style&equals;"width&colon;1px&semi; height&colon;1px&semi; display&colon;inline&semi;"&sol;><&sol;p>&NewLine;<p>O especialista afirmou que as emendas impositivas&comma; criadas a partir de 2015 durante a presidência de Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados&comma; violam o núcleo da Constituição&comma; o Artigo 60&comma; parágrafo 4º&comma; que é cláusula pétrea&comma; ao transferir parte da execução do Orçamento da União ao Congresso Nacional&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O Legislativo tem praticamente um terço das receitas livres que ele pode gastar de acordo com seus interesses&comma; de acordo com o seu plano de governo&period; O Legislativo se apropriou dessa receita e ele define onde empregá-las”&comma; argumentou Rafael Valim&comma; também diretor do Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa &lpar;IREE&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p>Para o advogado&comma; o debate sobre a ação na imprensa está&comma; em parte&comma; equivocado&comma; e que o principal não é a transparência e rastreabilidade dos recursos&comma; mas sim a própria impositividade das emendas&comma; que retiraram do Executivo o controle sobre parte do Orçamento&comma; ferindo a separação dos poderes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A Constituição originária não previa a impositividade das emendas parlamentares&period; As emendas parlamentares eram meramente indicativas e o Executivo tinha a discricionariedade para executá-las ou não&period; Ou seja&comma; a execução das emendas parlamentares estava sob o crivo do Executivo&period; O que essa ação nossa visa restaurar é o modelo original da Constituição”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As emendas impositivas individuais ou de bancadas são os recursos do orçamento que o Executivo tem a obrigação de executar a partir da indicação dos parlamentares e das bancadas&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Semipresidencialismo<&sol;h2>&NewLine;<p>A peça que o PSOL protocolou no Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; questiona que essas emendas criaram&comma; na prática&comma; um regime semipresidencialista no Brasil&comma; que &OpenCurlyDoubleQuote;jamais desejado pelo Constituinte&comma; incompatível com nosso sistema constitucional e antagônico às cláusulas pétreas de nossa Constituição Federal”&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Ainda segundo a ADI&comma; a impositividade das emendas capturou o orçamento e bloqueou o planejamento e a coordenação das políticas públicas de forma eficiente&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Dificulta o ajuste fiscal&comma; o planejamento e execução de políticas públicas e o equilíbrio das contas”&comma; diz o documento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A ação destaca ainda que a pulverização do Orçamento por municípios é tão intensa que &OpenCurlyDoubleQuote;torna praticamente impossível o controle preventivo&comma; concomitante e posterior sobre os gastos públicos”&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Liminar<&sol;h2>&NewLine;<p>O ministro do STF Flávio Dino acatou parcialmente a ADI e mandou suspender o pagamento das emendas até que um acordo entre Executivo e Legislativo criem medidas de transparência&comma; eficiência e rastreabilidade dos recursos&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Flávio Dino&comma; no entanto&comma; não rejeitou o objeto principal da ação&comma; que questiona a constitucionalidade da impositividade dessas emendas&period; &OpenCurlyDoubleQuote;A análise dos demais questionamentos arguidos na petição inicial&comma; inclusive a pleiteada eliminação definitiva e total das emendas impositivas por inconstitucionalidade insanável&comma; será procedida após as manifestações previstas em lei&comma; quando da decisão final”&comma; disse o ministro no despacho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Rafael Valim avalia que a decisão de Flávio Dino vai muito além da rastreabilidade ou transparência das emendas&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Ele diz o seguinte&colon; essa impositividade que se firmou ao longo dos últimos anos jamais pode ser lida como absoluta&period; Os deputados e senadores vão lá e indicam os lugares onde eles querem gastar e o Executivo simplesmente assiste aquilo e paga&period; Não pode ser assim”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para o especialista que ajudou a escrever a ação&comma; a liminar do ministro Flávio Dino indica que as emendas parlamentares devem respeitar o planejamento do Executivo&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Essa impositividade agora tem de estar em conformidade com a construção&comma; com o planejamento&comma; com o plano plurianual&comma; com o planejamento que o próprio Executivo fez&period; Ou seja&comma; com aquelas aspirações que foram aprovadas nas urnas”&comma; completou&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Legislativo<&sol;h2>&NewLine;<p>A liminar do ministro Flávio Dino&comma; confirmada nesta sexta-feira &lpar;16&rpar; pela maioria do STF&comma; teve uma reação imediata do Congresso Nacional&period; Ainda na quarta-feira &lpar;14&rpar;&comma; a Comissão Mista de Orçamento &lpar;CMO&rpar; rejeitou a medida provisória que destina crédito de R&dollar; 1&comma;3 bilhão ao Judiciário&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Os presidentes do Senado&comma; Rodrigo Pacheco &lpar;PSD&sol;MG&rpar;&comma; da Câmara&comma; Arthur Lira &lpar;PP&sol;AL&rpar;&comma; e 11 partidos&comma; entre eles PT&comma; MDB&comma; PSDB&comma; PDT&comma; PSB e PP&comma; questionaram a decisão de Flávio Dino alegando que ela traz danos imediatos ao interesse público&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;As decisões causam danos irreparáveis à economia pública&comma; à saúde&comma; à segurança e à própria ordem jurídica&comma; além de violar patentemente a separação de poderes”&comma; afirmaram as legendas&comma; em nota&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na quarta-feira&comma; o deputado Arthur Lira já havia criticado as decisões contrárias às emendas parlamentares&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É sempre bom lembrar que o Orçamento não é do Executivo&period; O Orçamento é votado pelo Congresso&comma; por isso é lei&period; Sem o aval do Parlamento não tem validade constitucional”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2024-08&sol;acao-contra-emendas-impositivas-quer-devolver-orcamento-ao-executivo">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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