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<p>As APAs se destacam como as unidades com maior número de habitantes; a do Planalto Central, que abrange partes do Distrito Federal e Goiás, foi a mais populosa, com 601,8 mil residentes</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação/Brasília Ambiental</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/07/sem-titulo-30-345x192.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/07/sem-titulo-30-750x418.png"></source></source></picture><span class="image_credits">DF tem maior taxa do país de moradores em unidades de conservação<br /></span></div>
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<p>Em 2022, o <strong>Brasil</strong> registrou 11,8 milhões de habitantes vivendo em domicílios situados em áreas de unidades de conservação, o que corresponde a 5,8% da população total do país. Essas áreas são legalmente protegidas e se dividem em categorias de proteção integral e uso sustentável. Dados do Censo Demográfico do <strong>IBGE</strong> indicam que 131,5 mil pessoas residiam em unidades de proteção integral, enquanto a maior parte, quase 11,7 milhões, estava em áreas de uso sustentável, como as Áreas de Proteção Ambiental (APAs).</p>
<p>As APAs se destacaram como as unidades com maior número de habitantes, somando cerca de 11,5 milhões de pessoas. A APA do Planalto Central, que abrange partes do <strong>Distrito Federal</strong> e Goiás, foi a mais populosa, com 601,8 mil residentes. Por outro lado, o Parque Estadual do Bacanga, localizado no Maranhão, foi a unidade de proteção integral que abrigou o maior número de moradores, totalizando 31,9 mil.</p>
<p>O Censo também revelou que o Distrito Federal possui a maior proporção de sua população vivendo em áreas de unidades de conservação, com 39,2%. Além disso, o levantamento apontou desafios significativos em relação ao saneamento básico, com 40,3% dos moradores enfrentando problemas relacionados ao abastecimento de água, esgoto ou coleta de lixo, um índice que supera a média nacional de 27,3%.</p>
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<p>A maioria dos residentes em unidades de conservação, cerca de 78,7%, reside em áreas urbanas. Essa realidade destaca a importância de políticas públicas que abordem tanto a proteção ambiental quanto as necessidades básicas da população que vive nessas regiões. A coexistência entre a conservação ambiental e o bem-estar social é um desafio que requer atenção e soluções integradas.</p>
<p><em>Publicado por Nátaly Tenório</em></p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/118-milhoes-de-brasileiros-vivem-em-areas-de-unidades-de-conservacao-revela-censo-2022.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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