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Vulnerabilidade reduz altura de crianças indígenas e nordestinas, diz pesquisa

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<p>Tais dificuldades também fazem com que cerca de 30&percnt; das crianças brasileiras tenham sobrepeso<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">© Fabio Rodrigues Pozzebom&sol;Agência Brasil<br &sol;>&NewLine;<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;12&sol;imagem-jvp-2025-12-08t072301&period;075-345x207&period;png"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;12&sol;imagem-jvp-2025-12-08t072301&period;075-750x450&period;png"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits"><br &sol;>&NewLine;<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>A vulnerabilidade social faz com que <strong>crianças indígenas e de alguns estados do Nordeste<&sol;strong>&comma; com até 9 anos de idade&comma; apresentem <strong>média de altura menor que outras regiões do Brasil<&sol;strong> e abaixo da referência preconizada pela Organização Mundial da Saúde &lpar;OMS&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Essas são algumas conclusões de uma pesquisa que contou com participação de especialistas do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz da Bahia &lpar;Cidacs&sol;Fiocruz Bahia&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre as questões que prejudicam o crescimento estão problemas na atenção à saúde&comma; alimentação&comma; elevado nível de doenças&comma; baixo nível socioeconômico e condições ambientais inadequadas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Tais dificuldades também fazem com que <strong>cerca de 30&percnt; das crianças brasileiras tenham sobrepeso<&sol;strong> ou estejam perto disso&comma; o que mostra que <strong>crianças que crescem em situações de vulnerabilidade não estão protegidas do excesso de peso&comma;<&sol;strong> mas expostas a fatores que comprometem o crescimento saudável&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O padrão de peso e altura da OMS para crianças até 9 anos baseia-se em curvas de crescimento &lpar;escore-z&rpar; que avaliam o desenvolvimento saudável&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O peso médio para meninos aos 9 anos de idade varia entre 23&comma;2kg e 33&comma;8kg&comma; com altura de cerca de 124cm a 136cm&comma; enquanto meninas pesam em torno de 23kg a 33kg e medem entre 123cm e 135cm&comma;<&sol;p>&NewLine;<h2>Cruzamento de dados<&sol;h2>&NewLine;<p>A pesquisa analisou <strong>dados de 6 milhões de crianças brasileiras de famílias registradas no Cadastro Único<&sol;strong> para Programas Sociais &lpar;CadÚnico&rpar;&comma; no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos &lpar;Sinasc&rpar; e no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional &lpar;Sisvan&rpar;&comma; desde que nasceram até os 9 anos de idade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os pesquisadores fizeram um cruzamento de dados entre condições de saúde e condições socioeconômicas da população brasileira que está cadastrada nesses três sistemas&comma; explicou o pesquisador associado ao Cidacs&sol;Fiocruz BA&comma; Gustavo Velasquez&comma; líder do estudo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Foram estudados peso e estatura&comma; adequação de peso e adequação de estatura&comma; com relação aos parâmetros da OMS&comma; para avaliar o crescimento e estado nutricional das crianças&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Gustavo Velasquez ressaltou que as <strong>conclusões não indicam que necessariamente todas essas crianças indígenas e do Norte e Nordeste podem ser consideradas de baixa estatura&comma;<&sol;strong> mas que há uma porcentagem maior que poderia ser classificada dessa forma&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Todos os dados são seguros e altamente anonimizados&period; Não há identificação das pessoas que estão lá&period; São dados administrativos que se usa para pesquisas em saúde”&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Sobrepeso e obesidade<&sol;h2>&NewLine;<p>O estudo verificou também a prevalência de crianças que estão acima do peso e&comma; entre essas&comma; qual a porcentagem da população considerada obesa&comma; a partir do indicador chamado Índice de Massa Corporal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Pode-se dizer que&comma; em termos de peso&comma; não há problema de subnutrição&period; Ao contrário&comma; algumas populações&comma; como do Sul&comma; Sudeste e Centro-Oeste&comma; têm uma prevalência de sobrepeso bastante alta”&comma; disse o pesquisador&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Gustavo Velasquez afirmou que&comma; de acordo com o estudo&comma; populacionalmente&comma; as <strong>crianças brasileiras estão acompanhando ou se acham acima da referência de peso<&sol;strong> calculada pela OMS&period; Segundo ele&comma; o fato de estarem um pouco acima desse parâmetro não significa que haja gravidade nisso&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Há sempre uma tolerância”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Contudo&comma; ele observou que&comma; dentro do grupo analisado&comma; há algumas crianças que já estão realmente atingindo valores anormais&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>No geral&comma; Velasquez disse que as crianças brasileiras conseguem acompanhar a altura das referências internacionais<&sol;strong>&comma; em média&comma; o que condiz com o desenvolvimento adequado de um crescimento linear&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Só que nós estamos observando que esse crescimento linear está adequado&comma; mas o peso está começando&comma; em algumas regiões&comma; a ser muito acima da norma que a gente espera”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O pesquisador chamou a atenção que a <strong>obesidade também é explicada pelas condições em que a criança nasce<&sol;strong>&comma; o que reforça a importância do acompanhamento da criança durante a gestação e na fase pós-natal&comma; para assegurar condições de crescimento e desenvolvimento saudáveis&comma; em nível de atenção primária de saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Outra questão de destaque para um crescimento saudável das crianças no Brasil diz respeito à alimentação&comma; complementou ele&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Nós temos uma invasão agora de alimentos ultraprocessados&comma; que são considerados como um dos grandes determinantes do aumento de peso&comma; não somente nas crianças&comma; mas em todas as populações”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O estudo foi publicado na revista JAMA Network no último dia 22 de janeiro de 2026 e ganhou&comma; na mesma edição&comma; comentários de pesquisadores internacionais&comma; no sentido de que o mundo tem que aprender as lições sobre essa situação no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Em termos de sobrepeso&comma; os pesquisadores estrangeiros consideraram que a situação não é tão grave no Brasil&comma;<&sol;strong> comparativamente com a a América Latina&period; A obesidade em crianças é muito maior no Chile&comma; no Peru&comma; na Argentina&comma; por exemplo&comma; indicou Gustavo Velasquez&period; Isso significa que&comma; mundialmente&comma; o Brasil está em um nível intermediário desse problema&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em>&ast;Agência Brasil<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;vulnerabilidade-reduz-altura-de-criancas-indigenas-e-nordestinas-diz-pesquisa&period;html">Fonte&colon; 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Redação

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