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<p>Amante disse aos policiais que Fhillip da Silva Gregório se suicidou e entregou a arma que teria sido usada à polícia; criminoso controlava o tráfico na favela da Fazendinha, no Complexo do Alemão</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/Inquérito/PCERJ</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/1748878285683dc3cd84457_1748878285_3x2_lg-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/1748878285683dc3cd84457_1748878285_3x2_lg-676x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Em 2023, a PF identificou o &#8220;Professor&#8221; como um dos principais envolvidos em um esquema de importação e tráfico de armas a partir do Paraguai<br /></span></div>
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<p>Apontado pela polícia como membro da alta cúpula do <strong>Comando Vermelho</strong> (CV), principal facção criminosa do <strong>Rio de Janeiro</strong>, o traficante Fhillip da Silva Gregório, conhecido como “Professor”, morreu com um tiro na cabeça na noite deste domingo, 1°. Ele estava foragido da Justiça desde 2018, após fugir da cadeia, e se escondia no Complexo do Alemão. Nesta segunda-feira (2), segundo a Secretaria Municipal de Educação, 16 escolas da região suspenderam as aulas, em razão da morte do “Professor”. A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Gregório. De acordo com a Polícia Militar do Rio, o traficante deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Del Castilho, na zona norte do Rio, por volta das 21h30 de domingo, com uma marca de tiro na têmpora.</p>
<p>Ele foi levado por seu advogado e por uma mulher com quem ele mantinha uma relação extraconjugal, segundo a polícia. Na unidade, foi constatado o óbito. A mulher disse aos policiais que Fhillip se suicidou e entregou a arma que teria sido usada. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).</p>
<h3><strong>Implante e lipo</strong></h3>
<p>O “Professor” controlava o tráfico na favela da Fazendinha, no Complexo do Alemão e, desde que passou a ser procurado pela policia, não deixava o local. Para que não fosse reconhecido, ele fez implante de cabelo e lipoaspiração em clínicas clandestinas do complexo. A Polícia Federal chegou a investigar uma suposta cobertura dada a ele por policiais militares em troca de pagamento de propina. O caso ainda é apurado. Segundo a PF, Fhillip era responsável pela compra e logística de entrega de armas, drogas e munições para quadrilhas ligadas ao CV. Ele teria contatos com fornecedores do Paraguai, Peru, Bolívia e Colômbia.</p>
<p>O “Professor” foi preso pela PF em março de 2015. Condenado a 14 anos de prisão, ele deixou a cadeia em setembro de 2018, após receber o benefício da “visita periódica ao lar”. Ele saiu do Instituto Penal Edgard Costa e nunca mais voltou. Em novembro de 2020, o traficante foi reconhecido entre integrantes de uma quadrilha que entraram em confronto com policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fazendinha. O “Professor” escapou. Na favela, ele atuava cobrando taxas para dar proteção a comerciantes. Um supermercado de Inhaúma, que teria se negado a pagar, foi saqueado por moradores, supostamente incentivados pelo traficante.</p>
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<p>Em 2023, uma operação da PF identificou o “Professor” como um dos principais envolvidos em um esquema de importação e tráfico de armas a partir do Paraguai junto a países europeus: Croácia, Turquia, República Tcheca e Eslovênia. As armas abasteciam o CV e grupos criminosos de países vizinhos. Conforme a Polícia Civil do Rio, apesar da informação de suicídio, todas as circunstâncias da morte do traficante estão sendo investigadas. O corpo foi submetido à necropsia e a arma que teria matado o “Professor” foi encaminhada para perícia.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo<br /></em><em>Publicado por Fernando Dias</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/veja-quem-era-o-traficante-professor-chefe-do-comando-vermelho-morto-com-tiro-na-cabeca.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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