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Variante da febre do oropouche chega a mais Estados brasileiros

<p><&sol;p>&NewLine;<p>Pesquisadores do grupo Fleury e da Universidade Federal de Minas Gerais &lpar;UFMG&rpar; confirmaram ainda a existência de duas novas mutações<&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">EFE&sol; Alejandro García<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2024&sol;08&sol;280b7ead44de85ca490892e58c1c163484f6b91f-310x207&period;jpg"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2024&sol;08&sol;280b7ead44de85ca490892e58c1c163484f6b91f-675x450&period;jpg"><br &sol;>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">terações no genoma do vírus podem ter contribuído para sua propagação pelo país<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p>Cientistas identificaram que a variante do vírus oropouche &lpar;OROV&rpar; responsável pelo surto de febre <a rel&equals;"nofollow noopener" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"http&colon;&sol;&sol;jovemapan&period;com&period;br&sol;tag&sol;oropouche"><strong>oropouche<&sol;strong> <&sol;a>no Norte do Brasil já se espalhou para a Bahia&comma; Espírito Santo e Santa Catarina&period; No novo estudo&comma; publicado na revista científica The Lancet&comma; os pesquisadores do grupo Fleury e da Universidade Federal de Minas Gerais &lpar;<a rel&equals;"nofollow noopener" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"http&colon;&sol;&sol;jovemapan&period;com&period;br&sol;tag&sol;ufmg"><strong>UFMG<&sol;strong><&sol;a>&rpar; confirmaram ainda a existência de duas novas mutações&comma; presentes nesses mesmos Estados&period; As alterações no genoma do vírus podem ter contribuído para sua propagação pelo país&comma; para o aumento de casos e para as manifestações graves da doença&comma; que causou as duas primeiras mortes do mundo em 2024&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"cta-model cta-model2" name&equals;"model2">&NewLine;<div class&equals;"cta-container-general">&NewLine;<div class&equals;"cta-container-model2">&NewLine;<div class&equals;"container-image-text">&NewLine;<div class&equals;"container-img">&NewLine; <img id&equals;"cta-image" editable&equals;"true" name&equals;"Imagem&colon;" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;s&period;jpimg&period;com&period;br&sol;wp-content&sol;plugins&sol;CTA-posts-selector&sol;assets&sol;images&sol;cta&lowbar;logo&lowbar;jp&lowbar;geral&period;png" alt&equals;"cta&lowbar;logo&lowbar;jp"&sol;>&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p>&NewLine; <span id&equals;"cta-text" editable&equals;"true" name&equals;"Conteúdo&colon;">Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp&excl;<&sol;span>&NewLine; <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Neste ano&comma; o Brasil registrou mais de 7&period;800 casos de febre oropouche em 22 Estados&comma; segundo dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde&period; Para comparação&comma; em 2023&comma; foram 831 casos da doença&comma; todos em Estados da região Norte &lpar;Acre&comma; Amazonas&comma; Rondônia e Roraima&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<h3><strong>Novo passo para entender o vírus<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>As informações do estudo complementam o que já indicava uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz &lpar;Fiocruz&rpar; sobre o genoma do vírus que iniciou o surto de febre oropouche no Norte do País&comma; em 2022&period; Segundo a análise da Fiocruz&comma; o aumento de casos foi causado por uma nova linhagem do OROV que surgiu no Amazonas entre 2010 e 2014 e se espalhou silenciosamente na última década&period; Agora&comma; a nova pesquisa mostra que essa mesma variante já chegou à Bahia&comma; Espírito Santo e Santa Catarina&comma; o que indica o avanço do vírus pelo País&period;<&sol;p>&NewLine;<h3><strong>Mutações<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>Os cientistas também encontraram novas mutações que datam do período entre 2023 e 2024&comma; depois do início do surto&period; Isso indica que a disseminação do vírus nos últimos dois anos pode ter desencadeado alterações no seu genoma&period; &OpenCurlyDoubleQuote;À medida que o vírus vai sendo transmitido&comma; mutações vão acontecendo”&comma; diz Daniela Zauli&comma; coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Fleury&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A pesquisa indica que o vírus passou por um rearranjo – alterações que impactam uma extensão maior de seu DNA&period; As evidências apontam que o OROV se rearranjou com dois outros microrganismos de sua família&colon; o vírus Iquito e o PEDV&comma; que circulam na Amazônia e têm potencial para infectar seres humanos<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O vírus tem três pedacinhos&period; O que aconteceu em um dado momento é que dois ou até três vírus diferentes contaminaram a mesma célula&period; Na hora de empacotar um vírus novo&comma; em vez de pegar os três segmentos do mesmo oropouche&comma; eles pegaram um pedacinho dos outros vírus&comma; que são parecidos”&comma; explica o infectologista Celso Granato&comma; diretor clínico do Grupo Fleury não envolvido no estudo<&sol;p>&NewLine;<p>Essa troca com outros vírus pode acontecer eventualmente&comma; de acordo com os especialistas&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Isso faz parte da evolução natural &lpar;dos vírus&rpar;&period; A gente tem que ficar atento ao que essa evolução traz para os seres humanos”&comma; diz Daniela&period; Ela ressalta que não é possível afirmar se essas mutações estão relacionadas a casos graves de febre oropouche ou a mudanças na maneira como o vírus se propaga&period; Novos estudos devem investigar essas associações&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A febre oropouche é transmitida pelo inseto Culicoides paraenses&comma; conhecido como maruim ou mosquito-pólvora&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Quando você tem uma mutação&comma; isso pode gerar a capacidade de ser transmitido por outros tipos de insetos”&comma; afirma Granato&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Falando em hipótese&comma; se esse vírus se adapta bem ao Aedes aegypti&comma; por exemplo&comma; isso é muito ruim porque é um mosquito mais difundido no País”&comma; complementa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os especialistas enfatizam a importância de ampliar a testagem porque as amostras oferecem material de análise e permitem aos pesquisadores entender se as alterações do OROV demandam alterações nas medidas de prevenção da doença&comma; por exemplo&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Essa vigilância genética do vírus é importantíssima porque é através dela que vamos conhecer melhor como esse vírus está se comportando em um País como o Brasil&comma; que é tão heterogêneo”&comma; conclui Granato&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em>&ast;Com informações do Estadão Conteúdo<br &sol;><&sol;em><em>Publicado por Fernando Keller<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><script>&NewLine; &excl;function&lpar;f&comma;b&comma;e&comma;v&comma;n&comma;t&comma;s&rpar;&NewLine; &lbrace;if&lpar;f&period;fbq&rpar;return&semi;n&equals;f&period;fbq&equals;function&lpar;&rpar;&lbrace;n&period;callMethod&quest;&NewLine; n&period;callMethod&period;apply&lpar;n&comma;arguments&rpar;&colon;n&period;queue&period;push&lpar;arguments&rpar;&rcub;&semi;&NewLine; if&lpar;&excl;f&period;&lowbar;fbq&rpar;f&period;&lowbar;fbq&equals;n&semi;n&period;push&equals;n&semi;n&period;loaded&equals;&excl;0&semi;n&period;version&equals;'2&period;0'&semi;&NewLine; n&period;queue&equals;&lbrack;&rsqb;&semi;t&equals;b&period;createElement&lpar;e&rpar;&semi;t&period;async&equals;&excl;0&semi;&NewLine; t&period;src&equals;v&semi;s&equals;b&period;getElementsByTagName&lpar;e&rpar;&lbrack;0&rsqb;&semi;&NewLine; s&period;parentNode&period;insertBefore&lpar;t&comma;s&rpar;&rcub;&lpar;window&comma; document&comma;'script'&comma;&NewLine; 'https&colon;&sol;&sol;connect&period;facebook&period;net&sol;en&lowbar;US&sol;fbevents&period;js'&rpar;&semi;&NewLine; fbq&lpar;'init'&comma; '474441002974508'&rpar;&semi;&NewLine; fbq&lpar;'track'&comma; 'PageView'&rpar;&semi;&NewLine; <&sol;script><&sol;p>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;variante-da-febre-do-oropouche-chega-a-mais-estados-brasileiros&period;html">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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