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<p>Com uma lesão muscular, Neymar corre o risco de perder a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, contra Marrocos, dia 13. O novo problema do camisa 10 levanta a seguinte questão: vale a pena levar um jogador sem condições de jogo à competição mais importante do esporte? No passado, valeu na maioria das vezes.</p>
<p>Levantamento do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://br.bolavip.com/selecao-brasileira" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://br.bolavip.com/selecao-brasileira&;source=gmail&;ust=1780453013107000&;usg=AOvVaw2PJ3uRcs8cgrPz7JPmK6ik"><strong>Bolavip Brasil</strong></a> descobriu que <strong>a seleção brasileira teve aproveitamento de 87,8% nas 11 partidas em que escalou jogadores levados para a Copa mesmo estando lesionados.</strong> Sim, em três ocasiões, jogadores sem condições de jogo na estreia do Brasil escaparam do corte e seguiram no grupo mesmo assim: Pelé, em 1958; Zico, em 1986; e Branco, em 1994.</p>
<p><strong>1958: A aposta em Pelé</strong></p>
<p>Antes do embarque para a Suécia, o Brasil enfrentou o Corinthians em um amistoso preparatório. Naquela partida, o jovem Pelé, então com 17 anos, sofreu uma grave lesão no menisco do joelho. Mesmo sob forte pressão médica, a comissão técnica liderada por Vicente Feola decidiu não cortá-lo e levou o garoto em tratamento.</p>
<p>Pelé desfalcou o Brasil nas duas primeiras partidas (contra Áustria e Inglaterra). Estreou no terceiro jogo, contra a União Soviética, e explodiu no mata-mata. Ele marcou o gol da vitória nas quartas contra o País de Gales, fez um hat-trick na semifinal contra a França e dois gols na final contra a Suécia, tornando-se o grande símbolo da conquista. <strong>Foram quatro partidas de Pelé, quatro vitórias do Brasil e seis gols marcados.</strong></p>
<p><strong>1986: O sacrifício de Zico</strong></p>
<p>Em 1985, Zico sofreu a lesão mais grave de sua carreira após uma entrada violenta do lateral Márcio Nunes, do Bangu, que destruiu seu joelho esquerdo. O “Galinho” passou por cirurgias e uma recuperação dolorosa. Para a Copa do Mundo de 1986, no México, o técnico Telê Santana insistiu em convocá-lo, mesmo ciente de que o camisa 10 não tinha condições de suportar os 90 minutos de uma partida.</p>
<p>Zico não saiu do banco na estreia contra a Espanha. Depois, atuou no sacrifício, sempre saindo do banco de reservas. Nas quartas de final, contra os franceses, ele entrou e, pouco depois, teve um pênalti a favor do Brasil para cobrar. Zico bateu e o goleiro Bats defendeu. O jogo terminou 1 a 1 e, na disputa por pênaltis após a prorrogação, o Brasil foi eliminado (embora Zico tenha convertido sua cobrança na série decisiva). <strong>Foram quatro partidas de Zico, três vitórias do Brasil e um empate, nenhum gol marcado.</strong></p>
<p><strong>1994: A superação de Branco</strong></p>
<p>Durante a preparação para o Mundial dos Estados Unidos, o lateral-esquerdo Branco enfrentava um problema crônico de dores nas costas devido a uma lombalgia. O jogador mal conseguia treinar e iniciou a Copa no banco de reservas, assistindo ao jovem Leonardo ser titular nas primeiras partidas. O técnico Carlos Alberto Parreira optou por mantê-lo no grupo apostando em sua experiência e na recuperação física ao longo do torneio.</p>
<p>A grande chance de Branco veio após a expulsão de Leonardo nas oitavas de final contra os Estados Unidos. O veterano assumiu a lateral nas quartas de final contra a Holanda e protagonizou um dos momentos mais marcantes da história das Copas: marcou, em uma cobrança de falta antológica de longa distância, o gol que garantiu a vitória por 3 a 2. Branco seguiu como titular na semifinal e na final contra a Itália, convertendo também o seu pênalti na decisão que deu o título ao Brasil. <strong>Foram três partidas de Branco, duas vitórias e um empate, com um gol marcado.</strong></p>
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<p><a href="https://futebolbaiano.com.br/2026/06/vale-a-pena-manter-neymar-veja-aproveitamento-da-selecao-quando-levou-lesionados-para-a-copa.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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