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TST diz que greve nos Correios não é abusiva, mas autoriza desconto

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p><strong>O Tribunal Superior do Trabalho &lpar;TST&rpar; julgou como não abusiva a greve dos trabalhadores dos Correios&comma; que completou duas semanas&comma; nesta terça-feira &lpar;30&rpar;&comma; e manteve a validade das cláusulas pré-existentes no Acordo Coletivo de Trabalho &lpar;ACT&rpar; da categoria do ano anterior &lpar;2024&sol;2025&rpar;&comma; incluindo a determinação de reajuste de 5&comma;10&percnt; sobre os salários&comma; com base na inflação do período de um ano até a data-base<&sol;strong>&period; Os termos foram definidos pela ministra relatora do processo&comma; Kátia Magalhães Arruda&comma; que foi acompanhada pela maioria dos demais ministros da Seção Especializada de Dissídios Coletivos &lpar;SDC&rpar; da Corte trabalhista&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar da declaração de legalidade do movimento paredista&comma; trabalhadores que paralisaram as atividades terão as faltas descontadas nos salários&comma; em valores que serão divididos em três parcelas mensais&comma; sucessivas e iguais&comma; apurados de forma individualizada em relação à cada empregado&period; A greve foi deflagrada o dia 16 de dezembro&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>A decisão encerrou o julgamento do dissídio coletivo da categoria&comma; pondo fim a uma campanha salarial cuja data-base &lpar;referência para os reajustes&rpar; estava fixada no 1º de agosto&period; Com o fim do julgamento&comma; os trabalhadores devem retomar o trabalho normalmente nesta quarta-feira &lpar;31&rpar;&period; <&sol;strong>Na semana passada&comma; a relatora já havia determinado que 80&percnt; do efetivo dos Correios fosse mantido&comma; dado o caráter essencial do serviço postal&period; A greve estava concentrada em nove estados&colon; Ceará&comma; Paraíba&comma; Mato Grosso&comma; Minas Gerais&comma; Rio de Janeiro&comma; São Paulo&comma; Paraná&comma; Santa Catarina e Rio Grande do Sul&period;  <&sol;p>&NewLine;<p>A mobilização dos trabalhadores dos Correios ocorre em meio a um momento delicado nas finanças da estatal&comma; que acumula déficits bilionários&period; Ontem&comma; a empresa anunciou um plano para fechar até 6 mil agências e demitir cerca de 15 mil empregados&period; A companhia&comma; cujo capital é 100&percnt; público&comma; estuda ainda um aporte de R&dollar; 12 bilhões por meio de linhas de crédito abertas nos maiores bancos do país&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&&num;8220&semi;O resultado reflete aquilo que nós vínhamos trabalhando&comma; cobrando da empresa&comma; e retratamos tudo isso aqui dentro do TST&comma; que é a garantia dos nossos direitos&comma; com a garantia da reposição salarial&period; Claro que não tivemos&comma; na plenitude&comma; tudo que esperávamos&comma; mas foi um julgamento que retrata a expectativa da categoria&period; Passamos os últimos 16 dias dizendo que a categoria não é responsável por essa crise&&num;8221&semi;&comma; afirmou Emerson Marinho&comma; secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares &lpar;Fentect&rpar;&comma; uma das lideranças à frente da negociação com a direção dos Correios&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Procurada pela <strong>Agência Brasil<&sol;strong>&comma; a empresa não se manifestou sobre o julgamento do TST até o fechamento da reportagem&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A manutenção das cláusulas pré-existentes no acordo coletivo de trabalho anterior vai vigorar por um ano&comma; na forma de uma sentença normativa do TST&comma; até a data-base de 1º de agosto&period; Depois disso&comma; no entanto&comma; elas deixarão de valer e entidades sindicais e empresa deverão negociar do zero&comma; a partir de 2026&period; Esse cenário pode favorecer a intenção da direção da empresa de flexibilizar contratos de trabalho&comma; com redução de benefícios como forma de cortar ainda mais despesas&period;  <&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2025-12&sol;tst-diz-que-greve-nos-correios-nao-e-abusiva-mas-autoriza-desconto">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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