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<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">Uma<strong> </strong></span><strong><span class="ng-star-inserted">troca de bebês</span></strong><span class="ng-star-inserted"><strong> ocorrida há 40 anos</strong> em um </span><span class="ng-star-inserted">hospital conveniado</span><span class="ng-star-inserted"> de uma </span><span class="ng-star-inserted">autarquia</span><span class="ng-star-inserted"> em </span><span class="ng-star-inserted">Mococa, no interior de São Paulo,</span><span class="ng-star-inserted"> resultou em uma<strong> </strong></span><strong><span class="ng-star-inserted">indenização</span><span class="ng-star-inserted"> de R$ 200 mil por </span><span class="ng-star-inserted">danos morais</span></strong><span class="ng-star-inserted"><strong> aos pais</strong>. </span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A decisão da 3ª Câmara de Direito Público do </span><span class="ng-star-inserted">Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP)</span><span class="ng-star-inserted"> manteve a condenação da 1ª Vara de Mococa. O </span><span class="ng-star-inserted">erro na maternidade</span><span class="ng-star-inserted"> só foi descoberto quatro décadas depois, quando as famílias, que moravam próximas, perceberam semelhanças e realizaram um </span><span class="ng-star-inserted">teste de DNA</span><span class="ng-star-inserted">.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A </span><span class="ng-star-inserted">ação judicial</span><span class="ng-star-inserted"> foi movida pelo pai, que era </span><span class="ng-star-inserted">funcionário público</span><span class="ng-star-inserted"> e contribuinte da autarquia. Ele utilizou o </span><span class="ng-star-inserted">hospital conveniado</span><span class="ng-star-inserted"> para o </span><span class="ng-star-inserted">nascimento da filha</span><span class="ng-star-inserted">. No mesmo dia, outra mulher deu à luz uma menina no mesmo local, e, devido a um </span><span class="ng-star-inserted">erro da maternidade</span><span class="ng-star-inserted">, as crianças foram trocadas. A </span><span class="ng-star-inserted">negligência da instituição</span><span class="ng-star-inserted"> resultou em quatro décadas de </span><span class="ng-star-inserted">convivência familiar</span><span class="ng-star-inserted"> equivocada.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A descoberta da </span><span class="ng-star-inserted">troca</span><span class="ng-star-inserted"> ocorreu devido à proximidade das mulheres, que 40 anos depois, se conheceram e perceberam que haviam </span><span class="ng-star-inserted">traços físicos</span><span class="ng-star-inserted"> semelhantes, além da mesma </span><span class="ng-star-inserted">data de nascimento</span><span class="ng-star-inserted">. A suspeita foi confirmada por um </span><span class="ng-star-inserted">teste de DNA</span><span class="ng-star-inserted">, levando à </span><span class="ng-star-inserted">ação judicial</span><span class="ng-star-inserted"> e à subsequente </span><span class="ng-star-inserted">condenação</span><span class="ng-star-inserted"> do </span><span class="ng-star-inserted">hospital</span><span class="ng-star-inserted"> e da </span><span class="ng-star-inserted">autarquia</span><span class="ng-star-inserted">.</span></p>
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<h2 class="read-too__title'>;Leia Mais<;/h2>; <;ul class=" read-too__list=""> </h2>
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<h2 class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">TJ-SP mantém decisão de primeira instância</span></h2>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A relatora do recurso, desembargadora Paola Lorena, destacou a </span><strong class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">negligência</span></strong><span class="ng-star-inserted"> da instituição e a </span><strong class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">responsabilidade da autarquia</span></strong><span class="ng-star-inserted">, que se submete ao mesmo regime de </span><strong class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">responsabilidade civil da administração pública</span></strong><span class="ng-star-inserted">. A </span><span class="ng-star-inserted">indenização</span><span class="ng-star-inserted"> foi fixada em R$</span><span class="ng-star-inserted"> 200 mil. A decisão foi unânime da corte.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A relatora enfatizou que o </span><span class="ng-star-inserted">direito ao ressarcimento</span><span class="ng-star-inserted"> decorre da comprovação do </span><span class="ng-star-inserted">dano</span><span class="ng-star-inserted">, dos </span><span class="ng-star-inserted">atos comissivos de agentes</span><span class="ng-star-inserted"> e do </span><span class="ng-star-inserted">nexo de causalidade</span><span class="ng-star-inserted"> entre esses atos e o </span><span class="ng-star-inserted">resultado danoso</span><span class="ng-star-inserted">. Mesmo que o ato não tenha sido praticado diretamente por um agente da autarquia, esta deve ser responsabilizada, pois o serviço foi prestado por uma empresa conveniada.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A decisão do </span><span class="ng-star-inserted">TJ-SP</span><span class="ng-star-inserted"> reforça a importância da </span><span class="ng-star-inserted">responsabilização</span><span class="ng-star-inserted"> em casos de </span><span class="ng-star-inserted">erro médico</span><span class="ng-star-inserted">, especialmente em situações tão delicadas como a </span><span class="ng-star-inserted">troca de bebês</span><span class="ng-star-inserted">. A </span><span class="ng-star-inserted">indenização</span><span class="ng-star-inserted"> busca reparar, ainda que tardiamente, o </span><span class="ng-star-inserted">dano moral</span><span class="ng-star-inserted"> sofrido pelos pais, que tiveram suas vidas e a de suas filhas marcadas por esse evento.</span></p>
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<p><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/troca-em-maternidade-e-percebida-apos-40-anos-pais-serao-indenizados/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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