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Tebet: mudanças nos pisos da saúde e educação trariam pouca economia

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Eventuais mudanças nos pisos de gastos da saúde e da educação trariam pouca economia e aumentariam o custo político de aprovar o pacote de corte de despesas obrigatórias&comma; explicou nesta quinta-feira &lpar;28&rpar; a ministra do Planejamento e Orçamento&comma; Simone Tebet&period; Ela negou desgastes dentro do governo para a elaboração e o anúncio do pacote e disse que as propostas tiveram consenso dentro dos ministérios&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Esse foi o ajuste fiscal do consenso&period; Nós debatemos por diversas vezes”&comma; disse a ministra&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Não foi o ministro &lbrack;da Casa Civil&rsqb; Rui Costa que pediu para tirar a educação do pacote&period; Eu e &lbrack;a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos&rsqb; Esther Dweck fizemos as contas no papel&period; Embora na teoria e na legislação&comma; a educação não esteja no arcabouço&comma; na prática ela já está &lbrack;submetida aos limites de crescimento&rsqb;&period; Se a gente colocasse dentro das regras&comma; o impacto fiscal seria zero”&comma; justificou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em relação ao piso da saúde&comma; explicou a ministra&comma; as mudanças no piso trariam economia de apenas R&dollar; 4 bilhões a R&dollar; 5 bilhões nos próximos anos&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Como a população está envelhecendo e precisaremos de mais recursos para a saúde adiante&comma; seria um ajuste ineficiente”&comma; declarou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Tebet ressaltou que a inclusão das duas medidas teria custo político elevado e complicaria a aprovação do restante do pacote fiscal&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Pela nossa experiência de Congresso Nacional&comma; a Esther como técnica e eu como senadora&comma; por que vamos incluir a educação e a saúde no arcabouço&comma; criando um ruído com os professores&comma; com os prefeitos e com o próprio Congresso Nacional&comma; se o impacto fiscal vai ser zero &lbrack;no caso da educação&rsqb;&quest; A saúde tem uma diferença mínima que daria uma economia de R&dollar; 4 bilhões a R&dollar; 5 bilhões ao longo de todos os anos”&comma; questionou a ministra&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O arcabouço fiscal mudou as regras dos pisos da saúde e da educação&comma; ao substituir os limites anteriores do antigo teto de gastos e por um percentual da receita do governo&period; No ano passado&comma; o governo conseguiu aprovar no Congresso uma mudança na interpretação da lei para evitar um buraco de R&dollar; 21 bilhões no piso da saúde&comma; mas a despesa com o piso se estabilizou a partir deste ano&period; Em junho do ano passado&comma; o ministro da Fazenda&comma; Fernando Haddad&comma; disse que proporia mudanças no formato dos dois pisos&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Ajuste possível<&sol;h2>&NewLine;<p>A ministra disse que as medidas representam o possível a ser alcançado e se disse satisfeita com o formato final do pacote&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Estou satisfeita porque é o ajuste fiscal possível&comma; no aspecto técnico&comma; no aspecto do Ministério do Planejamento e Orçamento&comma; e no aspecto político&comma; porque há que se pensar que tem de passar pelo Congresso Nacional”&comma; disse&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Tebet afirmou entender a decisão de incluir&comma; paralelamente ao pacote&comma; o envio do imposto de renda&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Estamos mexendo com o andar de baixo&comma; mas também temos de mexer com o andar de cima&period; Daí entendemos a decisão política do governo de apresentar agora&comma; não em janeiro ou em fevereiro&comma; a reforma tributária da renda”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sobre a reação do mercado financeiro&comma; a ministra disse que a conjuntura atual continuará complicada&comma; mas respondeu que o governo está fazendo sua parte ao fazer &OpenCurlyDoubleQuote;o Brasil caber dentro do Orçamento público”&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Nós sabemos o impacto que tem gastarmos mais do que arrecadamos&period; Estamos falando de juros futuros altos&comma; de câmbio alto&comma; de inflação comendo o salário mínimo do trabalhador brasileiro&comma; mas sabemos que o Orçamento brasileiro precisa ser eficiente”&comma; disse&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2024-11&sol;tebet-mudancas-nos-pisos-da-saude-e-educacao-trariam-pouca-economia">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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