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<p>Aercio Leonardo e Claudeni Barreto foram encontrados na cidade de Tavares; investigações para esclarecer motivação do crime ainda seguem em andamento</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte"> Reprodução</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/12/imagem-jvp-66-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/12/imagem-jvp-66-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Aércio Leonardo de Sousa, de 25 anos, e Claudinei Barreto da Silva, de 19 anos, foram presos na Paraíba<br /></span></div>
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<p>A Polícia Civil de <strong>São Paulo</strong> prendeu na <strong>Paraíba </strong>os dois suspeitos de envolvimento na morte do cabeleireiro José Roberto Silveira, de 59 anos, conhecido como Betto Silveira. A ação realizada por meio do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil de São Paulo contou com o com auxílio da Polícia Civil da Paraíba.</p>
<p>“Eles foram identificados por meio de testemunhas e por imagens de câmeras de segurança durante a fuga. As prisões ocorreram no município de Tavares, no estado paraibano, após constante monitoramento realizado pela PCSP que repassou as informações para a PCPB”, disse a Secretaria da Segurança Pública do Estado</p>
<p>A investigação para esclarecer os motivo do crime ainda seguem em andamento. Betto foi encontrado amordaçado, com punhos e joelhos amarrados por fios e com sinais de asfixia, no sobrado onde morava, no <strong>Alto de Pinheiros</strong>, zona oeste de São Paulo, no último sábado (22).</p>
<p>Conforme a SSP, em breve, os suspeitos serão encaminhados à capital paulista para prosseguimento dos trabalhos de polícia judiciária. As identidades deles não foram divulgadas. Desta forma, as defesas não foram localizadas. Na quinta-feira (27), a Justiça de São Paulo havia acatado o pedido de prisão preventiva de dois suspeitos de envolvimento no crime.</p>
<h3><strong>Relembre o caso</strong></h3>
<p>O crime ocorreu na residência de Betto. De acordo com o boletim de ocorrência, obtido pelo Estadão, o cabeleireiro saiu de casa por volta da 1h40 de sábado e retornou pouco depois, às 2h13. Ele estava em um Hyundai/HB20 preto.</p>
<p>Algumas horas depois, às 5h53, uma câmera de segurança registrou o momento em que dois suspeitos abriram o portão frontal da casa e deixaram o local a pé.</p>
<p>O corpo de Betto foi encontrado na tarde de sábado por amigos, que foram até o imóvel após não conseguirem contato com ele. A vítima estava amordaçada, com punhos e joelhos amarrados por fios e apresentava sinais de asfixia.</p>
<h3><strong>Quem era Betto Silveira?</strong></h3>
<p>Nascido em Garça, no interior de São Paulo, Betto chegou a São Paulo em 1991 e, à época, trabalhou na Vila Madalena, na zona oeste da cidade. Onze anos após a mudança, ele foi morar no Alto de Pinheiros, onde vivia havia 22 anos.</p>
<p>Em suas redes sociais, Betto dizia que sua profissão era uma espécie de “hobby remunerado”. Ele foi descrito em uma publicação como “um cara que ama ver o sorriso no rosto das pessoas” e que encontrou na profissão uma “forma de produzir tais sorrisos com sua criatividade, empenho e paciência”.</p>
<h3><strong>Quem morava no imóvel?</strong></h3>
<p>No sobrado, Betto vivia com a mãe, uma idosa de 98 anos, que dependia de seus cuidados. De acordo com o boletim de ocorrência, em outro quarto da casa, morava um venezuelano que alugava o cômodo. Esse homem relatou à polícia que a vítima foi até o seu quarto para pedir seda para fazer um cigarro por volta das 2h do sábado.</p>
<p>À polícia, o rapaz afirmou que ouviu Betto conversando com outra pessoa por longo período, além de sons de chuveiro ligado, televisão e música. Por volta das 4h, ouviu ruídos de objetos quebrando e movimentação intensa no quarto, mas que tais sons não lhe causaram estranhamento, justamente por ser rotineiro o elevado movimento na casa da vítima.</p>
<h3><strong>O que dizem as testemunhas?</strong></h3>
<p>Duas testemunhas relataram à polícia que Betto havia terminado um relacionamento com outro homem recentemente. Uma delas disse que a relação acabou há dois meses. “A vítima desejava reatar, porém o ex-companheiro já estava envolvido em outra relação e não demonstrava interesse, situação que deixou Betto muito triste à época. Entretanto, relata que, com o passar do tempo, ele superou o término e passou a se relacionar com outro homem “.</p>
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<p>Outra testemunha afirmou que o ex de Betto registrou um boletim de ocorrência contra o cabeleireiro em razão de ameaças. Essa testemunha também disse que desde o término da relação, o cabeleireiro passou a conhecer “diferentes homens com certa frequência, por aplicativos de encontro”.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo </em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/suspeitos-pela-morte-de-cabeleireiro-em-sao-paulo-sao-presos-na-paraiba.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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