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<p><em>Foto: Otávio Santos/ Secom PMS</em></p>
<p><em>Texto: Letícia Silva e Camila Vieira/ Secom PMS</em></p>
<p>A Prefeitura, através do Projeto Sou Salvador, já capacitou quase 1,5 mil ambulantes e trabalhadores do comércio informal desde o seu lançamento em 2021. Até o final deste ano, mais 800 comerciantes de rua<strong> </strong>devem ser beneficiados com os cursos que visam a profissionalização da categoria.</p>
<p>As ações têm como foco os trabalhadores que atuam em pontos turísticos e de vendas populares, a exemplo do Centro Histórico, da Barra, Itapuã, Piedade, Caminho da Fé, na Cidade Baixa, mercados municipais e feiras livres. A iniciativa também tem alcançado grupos específicos como baleiros, trancistas, baianas de acarajé e pintores corporais que circulam por toda a cidade ofertando seus produtos e serviços.</p>
<p>O projeto é coordenado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec), em parceria com a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) e a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult). A diretora de Negócios Afro e Empreendedorismo da Semdec, Maylla Pita, explica que o Sou Salvador nasceu com a missão de capacitar os ambulantes do município, levando conhecimento, organização e novas oportunidades para quem vive do trabalho nas ruas.</p>
<p>“É um programa de aperfeiçoamento dos ambulantes e dos trabalhadores informais da cidade, promovendo o crescimento pessoal e profissional dessas pessoas e incentivando o desenvolvimento dos seus respectivos trabalhos. Neste quinto ano de execução do projeto, caminhamos rumo ao encerramento de mais um ciclo e estamos comprometidos em impactar cerca de 800 ambulantes e trabalhadores informais”, assinala.</p>
<p><strong>Nova fase</strong> – Segundo ela, o programa está sendo aprimorado para reestruturação de uma nova fase. “Ano que vem, teremos novidades e vamos entregar um Sou Salvador ainda mais atrativo e conectado com a dinâmica da cidade”, afirma Pita, reforçando que, neste segundo semestre de 2025, além das regiões turísticas, outros territórios também têm sido alvos da iniciativa.</p>
<p>“O programa começou com esse foco no turismo, mas hoje estamos atendendo também trabalhadores dos mercados municipais, trancistas e baianas de acarajé, que atuam em diferentes bairros da cidade”, reforçou.</p>
<p>Pintor corporal, Luan Henrique Purificação dos Santos oferece sua arte para baianos e turistas que passam pelo Terreiro de Jesus. Cadastrado pela Prefeitura e um dos beneficiados pela capacitação do Sou Salvador, ele diz ser bastante educado e cuidadoso na abordagem dos clientes. </p>
<p>“Tento ser o mais educado possível, chego na simplicidade. Digo meu preço, aceito negociar e, no final, fica todo mundo satisfeito. Trabalho certo, mas, infelizmente, toda profissão tem os bons e os maus. Nunca tive problema porque faço meu serviço na honestidade”, disse o artista.</p>
<p>Ambulante no Centro Histórico há mais de 30 anos, Eliana Correia vende comidas e bebidas em uma barraca localizada próximo ao Monumento da Cruz Caída. Integrante de uma das turmas do Sou Salvador, ela diz que aprendeu a precificar seus produtos, levando em conta os gastos e lucros. “Uma coisa posso te garantir: aqui é preço justo. Não existe distinção entre turistas e baianos”, assegurou a comerciante.</p>
<p>Além das noções sobre os preços, ela afirma que o aprendizado das aulas do programa sobre como acondicionar os alimentos também foi muito importante. “São noções fundamentais para que a gente produza e venda alimentos de qualidade”, pontuou.</p>
<p>A baiana Shirley Ferreira tem cinco anos vendendo suas iguarias típicas no Pelourinho e também já participou das aulas do Sou Salvador. Em sua barraca, as placas escritas em inglês e português mostram claramente os valores dos produtos.</p>
<p>“Sou muito honesta com minha clientela e gosto de fidelizar meus clientes. Se a pessoa compra alguma coisa aqui, ganha como mimo uma foto com a baiana. Somos prestadores de serviço, agentes do turismo da nossa cidade, e temos que tratar nosso público com respeito”, destacou a baiana, que, graças à venda dos quitutes, consegue pagar a faculdade que cursa no período noturno.</p>
<p>O diretor de Qualificação e Promoção do Turismo da Secult, Gegê Magalhães, afirma que o Sou Salvador é fundamental para fortalecer a hospitalidade de quem chega à cidade.</p>
<p>“Ao capacitar ambulantes e trabalhadores informais, estamos garantindo um atendimento mais qualificado aos visitantes e, ao mesmo tempo, oferecendo novas oportunidades para quem vive do turismo em Salvador. É um programa que valoriza nossa cultura, gera impacto social e contribui para que cada turista leve a melhor experiência de Salvador”, pontuou.</p>
<p><strong>Aprendizado e certificação </strong>– As trilhas de qualificação do projeto incluem educação financeira, atendimento ao turista, hospitalidade, recepção e qualidade no atendimento. Para aqueles que atuam na venda de alimentos, o programa disponibiliza capacitação em manipulação segura de alimentos, garantindo mais qualidade e segurança para trabalhadores e consumidores.</p>
<p>Os ambulantes recebem, no final do projeto, certificados de participação, com o direito a obter a licença para atuar na atividade. Também são distribuídos novos fardamentos, com número de identificação vinculado à licença, além de um QR Code para controle de pesquisa de satisfação dos serviços prestados aos clientes.</p>
<p>Comerciante e presidente da Associação Integrada de Vendedores Ambulantes e Feirantes de Salvador, Mário Lopes afirma que o Sou Salvador acredita que investir nas pessoas é apostar na própria cidade. “Já participei de algumas aulas e o aprendizado é maravilhoso. Ajuda a organizar nossa categoria, promovendo não apenas o crescimento profissional, mas também o desenvolvimento pessoal de cada participante”, frisou.</p>
<p><em>Acesse a galeria de fotos: https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/projeto-sou-salvador-segue-capacitando-ambulantes-e-trabalhadores-do-comercio-informal/ . </em></p>
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<p><a href="https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/sou-salvador-pretende-capacitar-800-ambulantes-e-trabalhadores-do-comercio-informal-ate-o-final-de-2025/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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