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<p>O principal fonte de água da região metropolitana de São Paulo, continuará operando na Faixa 4 – Restrição, a partir desta quinta-feira (1º)</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">© Rovena Rosa/Agência Brasil<br />
</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/imagem-jvp-2026-01-01t075020.234-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/imagem-jvp-2026-01-01t075020.234-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">O sistema opera por faixas baseadas na quantidade de água guardada<br /></span></div>
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<p>A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP-Águas) informam, nesta quarta-feira (31) que o<strong> Sistema Cantareira</strong>, principal fonte de água da região metropolitana de <strong>São Paulo</strong>, continuará operando na Faixa 4 – Restrição, a partir desta quinta-feira (1º de janeiro).</p>
<p>Isto ocorre quando o volume útil do Cantareira está entre 20% e 30%. No último dia do ano, o Sistema Cantareira registrou 20,18% de seu volume útil, apresentando decréscimo em relação aos 20,99%, observados em 30 de novembro. O sistema opera por faixas baseadas na quantidade de água guardada.</p>
<p>Como o volume ainda permanece acima do limite de 20%, a operação do sistema Cantareira em janeiro de 2026 seguirá na Faixa 4 – Restrição, Porém, se o nível do Cantareira cair abaixo de 20%, o sistema entraria na Faixa 5 – Especial, com restrições ainda mais severas.</p>
<p>Em comunicado oficial, a ANA e a SP Águas pedem que a <strong>Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) </strong>controle a demanda e que a população economize para evitar que o nível chegue ao volume morto ou à faixa de emergência e, desta forma, comprometa o abastecimento de água na região.</p>
<p>“As agências reforçam a importância da adoção de medidas operacionais de gestão da demanda pela Sabesp no âmbito dos serviços de abastecimento de água. Recomendam, ainda, a adoção de medidas pelos demais usuários para preservar o volume de água nos reservatórios do sistema”, diz a nota pública.</p>
<h3><strong>Retiradas</strong></h3>
<p>Com a permanência do Sistema Cantareira na faixa 4, a Sabesp continuará podendo retirar até 23 metros cúbicos por segundo (m³/s) em janeiro de 2026, como previsto na Resolução Conjunta, Nº 925/2017, da agência reguladora [https://www.gov.br/ana/pt-br/legislacao/resolucoes/resolucoes-regulatorias/2017/925 ] e do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), do estado de São Paulo.</p>
<p>Para abastecer a capital e região metropolitana, além deste volume (23 m³/s autorizados do Sistema Cantareira), a Sabesp poderá usar a água da bacia do Rio Paraíba do Sul, represada na da Usina Hidrelétrica (UHE) Jaguari, na região de São José dos Campos, para “ajudar” o Cantareira. Na prática, é como se fosse uma transfusão de água de um reservatório mais cheio para um que precisa de abastecimento.</p>
<h3><strong>Causa</strong></h3>
<p>Mesmo no chamado período úmido — época de chuvas que vai de outubro de 2025 a maio de 2026 — o sistema não se recuperou o suficiente em dezembro. Ao contrário, a queda do volume útil (de 20,99% para 20,18%), mantém o alerta ligado para o consumo dos recursos hídricos.</p>
<h3><strong>O Cantareira</strong></h3>
<p>O Sistema Cantareira abastece cerca de metade da população da Região Metropolitana de São Paulo e contribui para o atendimento dos usos múltiplos da água, com destaque para o abastecimento de <strong>Campinas</strong>, nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.</p>
<p>O Cantareira é composto por cinco reservatórios interligados: Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro, com volume útil total de 981,56 bilhões de litros. Desde 2018, conta também com a interligação entre a represa Jaguari (no rio Paraíba do Sul) e a represa Atibainha, o que amplia a segurança hídrica para a Grande São Paulo.</p>
<p>Embora seus reservatórios estejam localizados integralmente em território paulista, parte das águas vem de rios de domínio da União, por terem nascentes e trechos no estado de Minas Gerais, compondo a bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.</p>
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<p>Por este motivo, a ANA e a SP Águas fazem o acompanhamento diário dos dados de níveis da água, vazão e volume armazenado e avaliam se as regras de operação vigentes são adequadas para a gestão dos recursos hídricos do Sistema.</p>
<p><em>*Com Agência Brasil </em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/sistema-cantareira-fecha-dezembro-com-2018-de-volume-util.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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