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<p>Abimaq defende negociação diplomática e diz que Lei da Reciprocidade não resolverá impasse com Washington</p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="332" data-end="636">O presidente-executivo da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), José Velloso, afirmou nesta 3ª feira (21.jul.2026) que a entidade é contrária à aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica como resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.</p>
<p data-start="638" data-end="807">Segundo Velloso, a solução para o impasse deve passar pela diplomacia entre os governos e pelo diálogo com empresários norte-americanos, e não por medidas de retaliação.</p>
<p data-start="837" data-end="989">A Lei da Reciprocidade Econômica chegou a ser apontada pelo governo como uma das alternativas para responder às tarifas anunciadas pelos Estados Unidos.</p>
<p data-start="991" data-end="1350">Nos últimos dias, porém, o Executivo passou a concentrar esforços em medidas para reduzir os efeitos das tarifas sobre as empresas brasileiras. Entre as alternativas estão a ampliação de linhas de crédito, ajustes no programa <strong>Brasil Soberano</strong>, a abertura de novos mercados e a possibilidade de editar uma MP (medida provisória) para apoiar os setores afetados. <em>“A gente acha que ainda existe espaço para a diplomacia. O que vai resolver o problema político é a diplomacia do Estado e a diplomacia empresarial”</em>, declarou Velloso depois de reunião com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://x.com/geraldoalckmin">Geraldo Alckmin</a>.</p>
<p data-start="1642" data-end="1871">Velloso afirmou que a Lei da Reciprocidade estabelece etapas antes de uma eventual aplicação, como a realização de consulta pública aos setores afetados. Na avaliação do dirigente, a maioria das empresas seria contrária à medida.</p>
<h2 data-start="1873" data-end="1899"><strong data-start="1873" data-end="1899">DIÁLOGO COM WASHINGTON</strong></h2>
<p data-start="1901" data-end="2185">Velloso disse ainda que as tarifas impostas pelos Estados Unidos têm motivação política e lembrou que representantes do setor privado norte-americano manifestaram apoio ao Brasil durante audiência pública realizada pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos). Para a Abimaq, a prioridade deve ser preservar o diálogo bilateral e buscar a reversão das tarifas por meio das negociações entre os dois países.</p>
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<p><strong>Leia também:</strong></p>
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<p><a href="https://www.poder360.com.br/poder-economia/setor-de-maquinas-e-contra-retaliacao-comercial-aos-eua/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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