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Semur capacita profissionais que atuarão no Observatório da Discriminação Racial no Carnaval de Salvador 2025 – Secretaria de Comunicação

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<figure class&equals;"wp-block-image size-large"><figcaption class&equals;"wp-element-caption"><em>Foto&colon; Otávio Santos&sol;Secom PMS<&sol;em><&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p>O Observatório da Discriminação Racial&comma; LGBT e Violência contra Mulher terá 90 observadores atuando nos cinco dias do Carnaval de Salvador 2025&comma; distribuídos por um ponto fixo no Campo Grande &lpar;Circuito Osmar&rpar; e mais seis mirantes espalhados pelos principais circuitos da folia&period; O objetivo é fazer um registro e mapeamento de ocorrências para o subsídio de políticas públicas que estejam voltadas para a inclusão e garantia de direitos à pessoa negra&comma; LGBT e às mulheres&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Este ano&comma; a estrutura atuará nos eixos Racial&comma; LGBT&comma; Violência contra a Mulher e Afros e Afoxés&period; Os observadores passaram por capacitações para melhor compreensão do trabalho realizado por eles&comma; da dinâmica da atuação e conhecimento dos relatórios que são produzidos anualmente a partir dos registros&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O encerramento das capacitações ocorreu na tarde da quarta-feira &lpar;26&rpar;&comma; no Arquivo Público de Salvador&comma; no Comércio&period; Ao final do evento&comma; os observadores receberam materiais de trabalho&comma; a exemplo de mochila&comma; garrafa d’água&comma; camisa&comma; viseira&comma; crachá e capa de chuva&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Órgãos envolvidos<&sol;strong> – O Observatório é coordenado pelas secretarias da Reparação &lpar;Semur&rpar; e de Políticas para Mulheres&comma; Infância e Juventude &lpar;SPMJ&rpar; e atua de forma articulada com a participação de diversos órgãos&comma; incluindo órgãos independentes&comma; estaduais e municipais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A Semur está no seu 18º ano de Observatório contra discriminação racial&comma; LGBTfobia e violência contra mulher&period; Sabemos que Salvador é a capital mais negra fora de África&comma; então precisamos garantir também que essa população&comma; que é maioria&comma; tenha um Carnaval saudável&comma; sem violência e sem agressão&period; Essa premissa vale para todos os eixos estratégicos que trabalhamos&comma; para que todos possam ter de fato um Carnaval feliz e em paz”&comma; disse a titular da Semur&comma; Isaura Genoveva&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Mudanças<&sol;strong> – Os registros feitos pelo Observatório da Discriminação Racial&comma; LGBT e Violência contra Mulher subsidiaram a sugestão e criação de várias políticas públicas para o bem-estar dos foliões e profissionais e melhorias nos circuitos&period; A partir da observação e registros foi criado o Estatuto do Carnaval e a Lei Antibaixaria e pensou-se melhor na organização dos cordeiros e condições mais dignas de trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também foi criado um Centro de Acolhimento e Aprendizagem para os filhos de ambulantes e instalados os Centros de Referência e Atendimento à Mulher&period; Além disso&comma; foram feitas várias recomendações do Ministério Público da Bahia &lpar;MP-BA&rpar; para melhoria de diversos aspectos e ampliada a contratação dos trios independentes para o folião pipoca&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Observadora há dez anos&comma; Raimunda Nádia Boa Morte&comma; de 50 anos&comma; se sente feliz em poder contribuir para essa evolução&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Como observadora&comma; atuei no eixo raça&sol;cor nos anos anteriores e este ano irei trabalhar no eixo mulher&period; Eu fico muito feliz em ser agente de mudanças&period; Esses são eixos têm uma importância muito grande para mim e são fundamentais para a construção de políticas públicas&comma; pois vemos a vulnerabilidade das mulheres&comma; principalmente das mulheres pretas&comma; nas festas de rua&period; Eu sou mulher&comma; enfermeira&comma; agente comunitária de saúde&comma; artesã e acho de extrema importância esse olhar de quem sente a dor”&comma; relatou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Homem trans&comma; Kleydson Marley&comma; 37 anos&comma; é observador há oito deles e conta que já presenciou muitas agressões ao público LGBT&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Para mim&comma; a importância de realizar esse trabalho como observador é ver que as políticas públicas estão sendo aplicadas&comma; então ao longo desse período eu vi que muita coisa melhorou&comma; mas que ainda há muito a ser melhorado&period; O nosso desejo é que essa violência acabe por completo”&comma; contou&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Agente transformador<&sol;strong> – No ano passado&comma; o Observatório do Carnaval realizou 4&period;635 registros com foco nas Infrações à Lei Antibaixaria&comma; no descumprimento do Estatuto do Carnaval&comma; na Violência contra Mulher&comma; Discriminação LGBT&plus;&comma; Discriminação Racial e Vulnerabilidade Social de Mulheres&period; O número teve um aumento de 34&percnt; em comparação ao Carnaval 2023&comma; mas o aumento pode ser explicado também pela expressiva ampliação de público nos circuitos da festa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O que é o Observatório da Discriminação Racial&comma; LGBT e Violência contra Mulher senão o respeito&quest; Cada observador tem uma importância fundamental e atua como agente de transformação&comma; são pessoas que entendem que nós temos uma sociedade que precisa ser melhor para todas as pessoas&comma; negras&comma; não negras&comma; LGBT&plus;&comma; homens&comma; mulheres&comma; trans&comma; independente da orientação sexual&period; Estamos lutando para construir um mundo que seja melhor para todas as pessoas”&comma; destacou Oilda Rejane&comma; diretora do Eixo Racial na Semur e coordenadora institucional no Observatório&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em>Reportagem&colon; Priscila Machado&sol;Secom PMS<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comunicacao&period;salvador&period;ba&period;gov&period;br&sol;semur-capacita-profissionais-que-atuarao-no-observatorio-da-discriminacao-racial-no-carnaval-de-salvador-2025&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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