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<p>Os Territórios de Identidade da Bacia do Rio Grande, Bacia do Rio Corrente e Velho Chico participaram, nesta terça-feira (11), do terceiro Seminário Macroterritorial do Plano de Desenvolvimento Integrado – PDI Bahia 2050, realizado na Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB). O evento, coordenado pela Superintendência de Planejamento Estratégico (SPE/Seplan), integra a etapa participativa do processo de atualização do plano de longo prazo que orientará as políticas públicas de desenvolvimento da Bahia nas próximas décadas.</p>
<p>O superintendente de Planejamento Estratégico da Seplan, Ranieri Barreto, conduziu a atividade e destacou a importância de ter visão de futuro como norte para tomar decisões acertadas, enfrentar adversidades e aproveitar oportunidades, ao apresentar o processo de atualização do PDI Bahia, que está sendo ampliado de 2035 para 2050.</p>
<p>A programação contou com a presença de representantes da sociedade civil, setor produtivo, instituições e órgãos municipais da região; do vice-reitor da UFOB, Antonio Oliveira; do coordenador executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CODES-Bahia), órgão vinculado à Secretaria de Relações Institucionais (Serin), Jonas Paulo; e do professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e pesquisador da Fundação para o Desenvolvimento da Contabilidade, Economia e Administração (FUNDACE), Rosembergue Valverde.</p>
<p>O compromisso da gestão estadual com a participação social e com o planejamento de longo prazo das políticas públicas foi reforçado pela secretária estadual de Desenvolvimento Urbano, Jusmari Oliveira. “Este momento é especial porque marca o posicionamento do Governo da Bahia em dois pontos essenciais: democracia e planejamento. Governar ouvindo quem é dono das demandas e construir ações de longo prazo, com responsabilidade de Estado. Podemos testemunhar o quanto o Governo, sob a liderança do governador Jerônimo, valoriza e prioriza o planejamento”, afirmou.</p>
<p>O secretário da Casa Civil, Afonso Florence, destacou que investimentos em infraestrutura, logística e energia abrem novas perspectivas para a industrialização e para a ampliação de serviços essenciais, contribuindo para o desenvolvimento da região. “Aqui na UFOB, identificamos demandas estratégicas, como a ampliação da oferta de energia, logística e infraestrutura. A ferrovia deve aumentar a competitividade e atrair investimentos, fortalecendo um projeto de desenvolvimento com renda, menos desigualdade e sustentabilidade”, afirmou.</p>
<p>A importância do diálogo sobre diferentes realidades e objetivos estratégicos para fortalecer os ativos locais foi destacada por Nilza Martins, coordenadora do Conselho Estadual de Desenvolvimento Territorial (CEDETER) do Território da Bacia do Rio Grande, anfitrião do evento, e por Dermeval Gervásio, representante do Território de Identidade Velho Chico.</p>
<p>Representando os territórios do Velho Chico e da Bacia do Rio Grande, a socióloga e psicóloga Taciana Carvalho reforçou que a construção de um futuro coletivo começa pela escuta das pessoas e suas demandas. “Planejar é decidir a vida que queremos construir. Quando a sociedade participa, ela diz o que quer, como quer e quando quer, e isso fortalece as políticas públicas. Se conseguimos integrar ações municipais, estaduais e federais, quem ganha é a população. Estamos avançando em propostas para uma Bahia diferente, que também possa servir de referência para outros estados”, afirmou.</p>
<p>Antes do encontro presencial, uma etapa virtual foi realizada por meio de formulário digital, que buscou coletar percepções dos territórios. A consulta orientou caminhos possíveis em cinco eixos estratégicos: Competitividade Sistêmica; Sustentabilidade Ambiental e Climática; Educação Cidadã e Transformadora; Diversidade e Equidade com Qualidade de Vida; e Gestão e Inovação.</p>
<p>Entre os principais pontos destacados estão a potencialização da produção agrícola, pecuária, agroecológica e agroindustrial, com inclusão produtiva justa; a sustentabilidade do financiamento das políticas públicas; e a promoção da conservação ambiental, com atenção às mudanças climáticas e às comunidades vulneráveis. Também foram apontados o fortalecimento de micro, pequenas e médias empresas; a economia solidária e o cooperativismo; a garantia de segurança hídrica e de saneamento básico na área rural; e o estímulo à economia da cultura e ao turismo como motores do desenvolvimento socioeconômico regional.</p>
<p>Para fortalecer ainda mais as especificidades regionais e assegurar representatividade, um novo formulário ficará aberto até o dia 5 de dezembro para ampliar as contribuições, com as seguintes questões: Quais as principais potencialidades da Bahia? Quais os principais desafios do seu território? Quais ações ou projetos podem contribuir para o alcance dos objetivos de longo prazo?</p>
<p>Além de Barreiras, o seminário já foi realizado em Senhor do Bonfim e Feira de Santana. O próximo destino é Seabra, na quinta-feira (13), no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA). Na semana seguinte, o encontro chega a Vitória da Conquista (17), na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), e depois a Itabuna (19), na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Salvador encerra a caravana no dia 27, na Universidade Federal da Bahia (UFBA).</p>
<p><em><strong>Fonte: Ascom/Seplan</strong></em><br /> </p>
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<p><a href="http://www.ba.gov.br/comunicacao/noticias/2025-11/375689/seminario-macroterritorial-do-pdi-bahia-2050-discute-o-futuro-do">Fonte: Clique aqui</a></p>


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