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Sem acordo, Jaques Wagner aponta disputa eleitoral como entrave ao PL Antifacção

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O líder do governo no Senado&comma; Jaques Wagner &lpar;PT-BA&rpar;&comma; deixou claro nesta segunda-feira &lpar;17&rpar; que o Palácio do Planalto ainda não conseguiu construir consenso com a Câmara dos Deputados sobre o Projeto de Lei Antifacção&period; A proposta&comma; que está na pauta da Câmara nesta semana&comma; depende de aprovação dos senadores para seguir adiante&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Wagner&comma; o debate está travado e contaminado pela disputa eleitoral&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Não tem acordo&period; O projeto virou uma verdadeira metamorfose ambulante&period; O melhor texto só vai sair quando nós&comma; da classe política&comma; deixarmos de usar isso como arma eleitoral&period; Enquanto for disputa&comma; é difícil avançar”&comma; afirmou no Palácio do Planalto&period;<&sol;p>&NewLine;<h3>Wagner defende volta ao texto original do governo<&sol;h3>&NewLine;<p>O senador anunciou que se reunirá nos próximos dias com a ministra das Relações Institucionais&comma; Gleisi Hoffmann&comma; e com o líder do governo na Câmara&comma; José Guimarães &lpar;PT-CE&rpar;&comma; para tentar alinhar posições&period; Wagner defendeu o retorno ao texto enviado por Lula&comma; criticando as alterações introduzidas pelo relator da Câmara&comma; Guilherme Derrite &lpar;PP-SP&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O texto que o governo mandou é equilibrado&comma; chama todo mundo para a composição&period; É preciso parar de vender ilusão&period; Se quiser endurecer com as facções — e tem que endurecer — não precisa rotular como terrorismo”&comma; declarou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A primeira versão de Derrite equiparava facções criminosas ao crime de terrorismo&comma; o que gerou forte reação do governo&period; O relator recuou parcialmente&comma; mas o Planalto continuou insatisfeito&period;<&sol;p>&NewLine;<p>disputa política entre pt e pl acirra o debate<&sol;p>&NewLine;<p>A tramitação do PL Antifacção expõe o confronto direto entre PT&comma; partido do presidente Lula&comma; e PL&comma; legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro&period; Nos bastidores&comma; a disputa é por qual versão da proposta prevalecerá quando o texto chegar ao Senado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O Planalto&comma; segundo parlamentares&comma; pressionou Derrite&comma; atualmente licenciado da Secretaria de Segurança Pública do governo Tarcísio&comma; em São Paulo&comma; para evitar mudanças que desfigurassem o projeto original&period;<&sol;p>&NewLine;<h3>O que prevê o projeto antifacção<&sol;h3>&NewLine;<p>O PL é uma iniciativa do governo federal para reforçar o combate às facções como PCC e Comando Vermelho&period; Entre as principais medidas previstas estão&colon;<&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>Definição inédita do conceito de &OpenCurlyDoubleQuote;facção criminosa”&comma; permitindo penas de até 30 anos&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Fortalecimento de investigações e infiltração policial&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Bloqueio de bens e receitas de grupos criminosos&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Redução da comunicação entre presos e líderes de facções&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Afastamento de servidores suspeitos&comma; mediante decisão judicial&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Criação de um Banco Nacional de Organizações Criminosas&comma; concentrando informações sobre integrantes de grupos armados&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p>O tema ganhou destaque após a megaoperação no Rio de Janeiro&comma; que deixou 121 mortos&comma; incluindo quatro policiais&period; Apesar do alto número de mortos&comma; nenhum dos principais alvos foi capturado&comma; e 99 pessoas foram presas&period;<&sol;p>&NewLine;<h3>PL antiterrorismo pressiona debate<&sol;h3>&NewLine;<p>O governo de Lula também enfrenta pressão da oposição por causa do PL Antiterrorismo &lpar;1&period;283&sol;2025&rpar;&comma; de autoria do deputado Danilo Forte &lpar;União-CE&rpar;&comma; que tenta enquadrar facções criminosas como terroristas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Governadores como Tarcísio de Freitas &lpar;SP&rpar; e Cláudio Castro &lpar;RJ&rpar; apoiam a proposta&comma; afirmando que isso daria mais força ao combate ao crime organizado&period; Pesquisadores&comma; porém&comma; alertam que o enquadramento pode gerar efeitos colaterais e ainda provocar insegurança jurídica no mercado financeiro&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;acessepolitica&period;com&period;br&sol;noticia&sol;167014&sol;sem-acordo-jaques-wagner-aponta-disputa-eleitoral-como-entrave-ao-pl-antifaccao">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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