<p></p>
<p>Doutor pela Universidade de Harvard era reconhecido mundialmente pelo conceito das ‘cidades-esponja’ e tinha como proposta explicar como era possível ajudar a combater as enchentes; ele faleceu aos 62 anos</p>
<div wp_automatic_>
<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação/Turenscape </span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/design-sem-nome-2025-09-24t092403.140-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/design-sem-nome-2025-09-24t092403.140-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Kongjian Yu, arquiteto chinês que está entre as vítimas do acidente aéreo no Pantanal de Mato Grosso do Sul<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p>O arquiteto chinês Kongjian Yu, reconhecido mundialmente pelo conceito das “cidades-esponja”, está entre as vítimas do acidente aéreo que ocorreu na terça-feira (23), no Pantanal de <strong>Mato Grosso do Sul</strong>. Sua proposta explicava como era possível ajudar a combater as enchentes. “Conviver com a água em vez de combatê-la. Em seus projetos, parques e áreas verdes funcionam como esponjas, absorvendo o excesso de chuva e reduzindo enchentes. O conceito já é referência para mais de 250 cidades no mundo e virou política nacional na <strong>China</strong>“, conforme destacou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU).</p>
<p>Segundo o instituto, Yu acumulou mais de 20 livros publicados e mais de 300 artigos científicos. “Seu trabalho recebeu prêmios internacionais, como o IFLA Sir Geoffrey Jellicoe Award (2020), o Cooper Hewitt National Design Award (2023) e o RAIC International Prize (2025)”, disse. Também era editor-chefe da Landscape Architecture Frontiers e possuía doutorados honorários de universidades na <strong>Itália</strong> e na Noruega.</p>
<p>Conforme o CAU, depois de passar pela Bienal do Livro de <strong>São Paulo</strong>, ele viajou para o Pantanal para fazer gravações sobre seu trabalho com um grupo de cineastas, no sábado (20), e voltaria nesta terça-feira a Campo Grande. Ele também esteve na Conferência Internacional CAU 2025, de 4 a 6 de setembro, em <strong>Brasília</strong>.</p>
<p>Em visita ao <strong>Rio de Janeiro</strong>, Yu sugeriu, inclusive, intervenções na Avenida Francisco Bicalho para devolver espaço aos rios e mitigar alagamentos, proposta que chamou atenção da imprensa e de especialistas brasileiros, de acordo com o instituto.</p>
<p>De acordo com publicação da Fapesp, em seus premiados projetos em cidades na China e em outros países, o renomado arquiteto “adotava a natureza e a metodologia conhecida como soluções baseadas na natureza para absorver, limpar e usar as águas fluviais e pluviais – em vez de expulsá-las com pressa das áreas urbanas com canalizações.”</p>
<p>Graduado na Universidade Florestal de Beijing e doutor pela Universidade de Harvard, nos <strong>Estados Unidos</strong>, ele afirmava que era necessário adaptar-se à água, não confrontá-la, inspirando-se nos agricultores de sua infância que criavam terraços e lagos nas montanhas, vivendo em harmonia com a água.</p>
<div class="cta-model cta-model2" name="model2">
<div class="cta-container-general">
<div class="cta-container-model2" wp_automatic_>
<div class="container-image-text" wp_automatic_>
<div class="container-img"></div>
<p>
 <span id="cta-text" editable="true" name="Conteúdo:">Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!</span>
 </p>
</p></div>
</p></div>
</div>
</div>
<h3><b>Cidades-esponja</b></h3>
<p>O conceito, criação chinesa que aumenta a capacidade de absorção da água das chuvas a partir de soluções baseadas na natureza, deve ser ampliado, englobando as zonas rurais, as encostas e nascentes dos rios. Analisar toda a bacia hidrográfica, não só o centro urbano, aumenta o potencial do projeto de minimizar os efeitos dos eventos climáticos extremos.</p>
<p>Essa ampliação do conceito também vem da China. Os pesquisadores da Universidade de Pequim Xiao Peng, Xianpei Heng, Qing Li, Jianxia Li e Kongjian Yu, considerado um dos pais das cidades-esponja, afirmaram que poderia ser ineficiente modificar apenas os centros urbanos porque as chuvas são cada vez mais volumosas.</p>
<p>Por isso, defenderam que é preciso restaurar a capacidade de absorção da água em toda a bacia hidrográfica no artigo “De Cidades Esponja para Bacias Hidrográficas Esponja”, publicado na revista científica <em>Water</em>. Em entrevistas dadas recentemente, Kongjian Yu vinha, inclusive, estava utilizando o termo “planeta-esponja”.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo<br /></em><em>Publicado por Nícolas Robert</em></p>
</p></div>
<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/saiba-quem-era-kongjian-yu-renomado-arquiteto-chines-que-morreu-em-acidente-aereo-no-ms.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


Os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês receberão alertas oficiais sobre atualização…
A Prefeitura de Simões Filho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta quarta-feira…
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, comemorou, nesta quarta-feira (11), o que…
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, comemorou, nesta quarta-feira (11), o que…
Além da quantia, os policiais apreenderam dois veículos de luxo e dois smartphones Reprodução Durante…
A chamada inflação na porta de fábrica terminou 2025 em -4,53%. Este é o segundo menor resultado…