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<p>O governo do Rio Grande do Sul anunciou nesta quinta-feira (24) o programa Fundo a Fundo da Reconstrução, que pretende passar recursos diretamente aos municípios para financiar ações de restabelecimento e recuperação de sistemas de proteção e contenção de cheias.</p>
<p><strong>Segundo o governador do estado, Eduardo Leite, o foco é para sistemas de proteção contra enchentes que já existem e precisam ser recuperados. </strong></p>
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<p>“Estamos estimando pelo menos R$ 1 bilhão que o estado vai aportar aos municípios para restabelecer seus sistemas de proteção”, disse Leite, em coletiva à imprensa sobre as ações do governo após um ano das enchentes que afetaram o estado. </p>
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<p>Os repasses serão feitos diretamente do fundo de reconstrução do estado para os municípios e o prazo de prestação de contas é de 60 dias após conclusão do objeto. A fiscalização do uso dos recursos será feita pelo Tribunal de Contas do Estado. </p>
<p>&#8220;Se na prestação de contas não conseguir demonstrar a adequada aplicação dos recursos, existem as punições previstas na lei, inclusive a devolução do recurso para o estado&#8221;, explica Leite. </p>
<p><strong>O governo do estado informou hoje que já investiu, desde o início da enchente, R$ 6,9 bilhões, distribuídos em diversas frentes de atuação. </strong></p>
<p><strong>As ações incluem apoio emergencial às famílias que perderam tudo nas enchentes, com distribuição de alimentos, água potável e itens de higiene, além da reconstrução de infraestruturas essenciais severamente danificadas, como rodovias, pontes e sistemas de abastecimento de água e energia.</strong></p>
<h2>Habitação</h2>
<p>O vice-governador do estado, Gabriel Souza, informou que o <strong>governo pretende levar no próximo mês as famílias que ainda estão em centros humanitários de acolhimento em Porto Alegre e Canoas para casas temporárias que estão sendo construídas pelo governo do estado. </strong></p>
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<p>“Cada família vai receber uma unidade e elas ficarão estabelecidas ali até receberem suas casas definitivas por parte do governo federal”, disse Souza, que também é presidente do Conselho do Plano Rio Grande. </p>
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<p>As casas temporárias têm 27 metros quadrados, e são compostas por sala e cozinha conjugadas, dormitório e banheiro, além do mobiliário e eletrodomésticos.</p>
<h2>Prevenção </h2>
<p>Leite disse que o governo trabalha em duas frentes para amenizar os impactos de futuras enchentes: </p>
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<li>Utilização de sistemas de alertas mais precisos como radares e estações meteorológicas para oferecer melhores dados aos municípios </li>
<li>Estruturas de defesa civil mais robustas e reforçadas para poder acessar pessoas em áreas de risco com mais facilidade</li>
</ul>
<p><strong>Segundo ele, o governo já trabalha com um novo radar meteorológico e deve instalar novos radares nos próximos dias. </strong></p>
<p>“Isso nos dá condição de fazer uma análise muito mais precisa das condições climáticas com algumas horas de antecedência”, explica.</p>
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<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/rs-repassa-verbas-diretamente-municipios-para-contencao-de-cheias">Fonte: Clique aqui</a></p>


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