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Renegociação com estados pode ter impacto de R$ 106 bi no pior cenário

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Sancionado na última semana&comma; o programa especial de renegociação da dívida dos estados gerará&comma; no pior cenário&comma; impacto negativo de até R&dollar; 105&comma;9 bilhões de 2025 a 2029 para a dívida do governo federal&period; No melhor cenário&comma; a União arrecadará até R&dollar; 5&comma;5 bilhões no mesmo período&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As estimativas foram divulgadas nesta terça-feira &lpar;21&rpar; pelo Tesouro Nacional&period; No cenário negativo&comma; o Tesouro considera que os estados não transferirão ativos &lpar;como empresas estatais locais&rpar; para a União e o saldo devedor seja corrigido por juros reais &lpar;acima da inflação&rpar; de 2&percnt; ao ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No cenário mais favorável&comma; além da transferência de ativos à União&comma; prevista no programa especial&comma; os estados poderão amortizar a dívida nos cinco primeiros anos&period; Nesse caso&comma; o Tesouro considerou que o saldo devedor poderá ser reduzido em até 20&percnt; com juros reais de 0&percnt;&period; Para que o impacto seja positivo&comma; os estados deverão transferir mais que R&dollar; 160 bilhões em ativos ao governo federal&comma; hipótese considerada otimista pelo Tesouro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os dois cenários&comma; admitiu o Tesouro em nota técnica&comma; são extremos&period; Na prática&comma; os estados devem optar por diversas combinações entre as possibilidades oferecidas pelo Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados &lpar;Propag&rpar;&comma; o que torna inviável o cálculo de todas as situações possíveis&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Para os estados que aderirem ao programa&comma; há vantagens substanciais ao reduzir os fluxos de pagamentos e equilibrar suas contas públicas no médio e no longo prazo&period; Além dos ganhos mencionados&comma; há vantagens diretas para a sociedade&comma; no que diz respeito à criação de novos investimentos em áreas essenciais&comma; como ensino profissionalizante articulado ao ensino médio&comma; saneamento&comma; habitação&comma; políticas ambientais&comma; transporte e segurança pública”&comma; destacou o Tesouro no documento&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Dívida pública<&sol;h2>&NewLine;<p>Em todos os casos&comma; esclarece o Tesouro&comma; não haverá impacto sobre as metas de resultado primário &lpar;resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública&rpar;&period; O impacto sobre as contas da União será financeiro&comma; com efeitos na dívida pública e sem interferência nos Orçamentos anuais do governo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao sancionar a lei&comma; o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou medidas que poderiam gerar impactos sobre o resultado primário&period; No entanto&comma; governadores de oposição pressionam para a derrubada dos vetos no Congresso&comma; que requer votos de pelo menos dois terços dos deputados e dos senadores&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Propag <&sol;h2>&NewLine;<p>Os estados têm até 31 de dezembro para aderir ao Propag&period; A lei permite que os entes paguem esses débitos em até 30 anos e com juros de 0&percnt; a 2&percnt; ao ano acima da inflação&period; A dívida poderá ser parcialmente abatida conforme a entrega de ativos ao governo federal&comma; compromissos com investimentos assumidos e aportes no Fundo de Equalização Federativa&comma; por meio do qual os estados em situação fiscal ruim compensarão os estados com boa situação fiscal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No ano passado&comma; o governo tinha proposto que os estados que investissem em educação pagassem menos juros&period; O Congresso abandonou a proposta e votou o projeto de Pacheco&comma; que permite que os estados que aderirem ao Propag deem prioridade a investimentos em educação&comma; saneamento&comma; infraestrutura e segurança com o dinheiro que economizarão no pagamento de juros&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2025-01&sol;renegociacao-com-estados-pode-ter-impacto-de-r-106-bi-no-pior-cenario">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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