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Receita Federal lança ação para rastrear origem de metanol usado em bebidas falsificadas

Operação deve fiscalizar 24 empresas em vários estados, incluindo São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul; há 41 casos de intoxicação pela substância no Brasil, com oito mortes registradas

Divulgação / Receita Federal Receita Federal deflagra a ‘Operação Alquimia’, que tem como objetivo principal rastrear a origem do metanol

A Receita Federal, em conjunto com a Polícia Federal, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Ministério da Agricultura e Pecuária, deflagrou a “Operação Alquimia”. A ação tem como objetivo principal rastrear a origem do metanol, substância tóxica que tem sido encontrada em bebidas alcoólicas adulteradas em diversas partes do país. A operação visa fiscalizar 24 empresas em vários estados, incluindo São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 

As companhias-alvo atuam em setores diversos, como o sucroalcooleiro, e também incluem importadores e distribuidores de metanol. O objetivo é coletar amostras da substância para análise química, a fim de identificar a procedência do metanol que está contaminando bebidas e causando intoxicações e mortes. Já foram confirmados 41 casos de intoxicação pela substância no Brasil, com oito mortes registradas.

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A “Operação Alquimia” é um desdobramento de investigações anteriores, como a operação “Carbono Oculto”, que revelou esquemas de adulteração de combustíveis com o uso de metanol. Agora, o foco se expande para a contaminação de bebidas. Cerca de 48 servidores da Receita Federal participam da ação. No estado de São Paulo, a operação abrange empresas localizadas em cidades como Araçariguama, Arujá, Avaré, Cerqueira César, Cotia, Guarulhos, Jandira, Laranjal Paulista, Limeira, Morro Agudo, Palmital, Sumaré e Suzano.

*Com informações de Danúbia Braga

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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