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<p>Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz admitiu que ‘cortou por cortar’, reconheceu o ato cruel e alegou que achava que o animal já estava morto: ‘Muitas pessoas estão me julgando e falando que eu sou um monstro’</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/TV Vanguarda</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/sem-titulo-38-313x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/sem-titulo-38-680x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">&#8216;Em um momento embriagado, transtornado, eu peguei e cortei por cortar&#8217;<br /></span></div>
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<p>Em entrevista à TV Vanguarda, afiliada da TV Globo no interior de<strong> São Paulo</strong>, Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, rapaz de 21 anos que foi filmado cortando as patas de um cavalo em Bananal, disse ser “nascido e criado no ramo de cavalo”, “mexo com boi” e tem o apelido de “boiadeiro”. Ele admitiu que “cortou por cortar”, reconheceu o ato cruel e alegou que achava que o animal já estava morto. “Muitas pessoas estão me julgando e falando que eu sou um monstro”.</p>
<p>Por meio das redes sociais, a ativista do Direito dos animais <strong>Luisa Mell</strong> se manifestou sobre o ocorrido. “Cortaram as patas de um cavalo, simplesmente pq ele não aguentava mais andar!”, disse em publicação. Celebridades como<strong> Ana Castela</strong> e <strong>Paolla Oliveira</strong> também usaram as redes sociais para pedir justiça. Caso seja constatado que o animal estava vivo, Queiroz pode ser condenado a até um ano de prisão.</p>
<p>“Não foi uma decisão (cortar as patas do cavalo). Foi um ato de transtorno. Em um momento embriagado, transtornado, eu peguei e cortei por cortar. Foi um ato cruel. Estava com álcool no corpo. Não é culpa da bebida. É culpa minha. Eu reconheço os meus erros”, afirmou o rapaz em entrevista.</p>
<p>O momento do corte foi filmado por um amigo de Andrey. Os dois estavam fazendo uma cavalgada montados em dois cavalos, no último sábado (16). Após percorrerem cerca de 14 quilômetros, o animal usado por Andrey parou e, demonstrando cansaço, se deitou. O amigo dele narrou à polícia que, devido à respiração fraca e depois nula, ele e Andrey concluíram que o cavalo havia morrido. Ele filmou a cena em que o amigo corta as patas do animal.</p>
<p>Andrey contou à TV Vanguarda que recebeu ameaças de morte e está com medo de sair de casa. “Eu me sinto até inseguro. Muitas pessoas me ameaçando de morte sem necessidade. Vai pagar uma morte com a outra? Muitas pessoas falaram que vão mutilar meus braços e minhas pernas. Como é que eu ando na rua? Eu fico inseguro de andar na rua. Tenho que ficar dentro de casa”, lamentou.</p>
<p>O rapaz também reclamou da postagem do vídeo nas redes sociais, o que gerou a repercussão. “Eu sou consciente dos meus atos. Eu amo os animais, sempre mexi com cavalo. Não tinha necessidade de a pessoa ter jogado isso na rede. Muitas pessoas não mereciam ver esse ato”, disse.</p>
<p>A Polícia Civil de Bananal está investigando o caso. Maltratar animais é crime no <strong>Brasil</strong>, conforme a Lei nº 9.605/1998, que determina que a pena por “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos” varia de três meses a um ano de detenção, além de multa. A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorre morte do animal. Neste caso, como o cavalo morreu, a pena em caso de condenação pelo crime pode chegar a 1 ano e 4 meses de detenção.</p>
<p>Em nota, a Prefeitura de Bananal afirmou que tomou conhecimento e encaminhou o caso à Delegacia de Polícia e Polícia Ambiental para apuração dos fatos, identificação e punição dos responsáveis. “A Prefeitura repudia qualquer ato de crueldade contra os animais e reforça seu compromisso em zelar pelo bem-estar de todos, trabalhando em conjunto com os órgãos competentes para que casos como este não fiquem impunes”, afirma.</p>
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<p>Denúncias de maus tratos a animais, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos, podem ser feitas em delegacias ou no Ministério Público em casos como:</p>
<ul>
<li>Abandono</li>
<li>Envenenamento</li>
<li>Confinamento em correntes ou cordas curtas</li>
<li>Manutenção em condições anti-higiênicas</li>
<li>Mutilação</li>
<li>Confinamento em espaço inadequado ao porte do animal</li>
<li>Ausência de iluminação e ventilação</li>
<li>Uso em shows que possam causar lesão</li>
<li>Pânico ou estresse</li>
<li>Agressão física</li>
<li>Exposição a esforço excessivo (como tração de cargas por animais debilitados)</li>
<li>Participação em rinhas, entre outros</li>
</ul>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo</em></p>
<p><em>Publicado por Nátaly Tenório</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/quem-e-o-jovem-de-21-anos-acusado-de-mutilar-patas-de-cavalo-em-bananal.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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