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<p>William Silva Marques, proprietário de imóvel onde crime teria sido planejado, entregou-se no DHPP; outras três pessoas são consideradas foragidas</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Raul Luciano/Ato Press/Estadão Conteúdo</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/ato20250916025-277x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/ato20250916025-603x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Policiais carregam o caixão com o corpo do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, executado por criminosos em Praia Grande<br /></span></div>
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<p>A polícia de São Paulo prendeu o quarto suspeito envolvido no assassinato do ex-delegado chefe da <strong>Polícia Civil</strong>, Ruy Ferraz Fontes. William Silva Marques, de 36 anos, entregou-se às autoridades no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), na capital paulista, acompanhado de seu advogado. Marques é proprietário de um imóvel em <strong>Praia Grande</strong> onde o crime teria sido planejado. O brutal assassinato ocorreu há uma semana, quando Fontes foi alvejado com mais de 20 tiros de fuzil, a apenas 650 metros da prefeitura, logo após sair do trabalho.</p>
<p>A prisão de William Silva Marques marca a quarta detenção relacionada a este caso de grande repercussão. A primeira suspeita a ser detida foi Dahesly Oliveira, de 25 anos, acusada de transportar o fuzil utilizado no crime de Praia Grande para o ABC Paulista. Em seguida, Luiz Henrique Santos Batista, conhecido como Fofão, foi preso por supostamente dar carona a um dos envolvidos após o crime. No sábado (20), Rafael Marcel Dias Simões também se entregou à polícia em São Vicente, aumentando a lista de detidos.</p>
<p>Apesar das prisões, a investigação ainda enfrenta desafios, pois outros três suspeitos permanecem foragidos: Felipe Avelino da Silva (conhecido como Masquerano), Flávio Henrique Ferreira de Souza e Luiz Antônio Rodrigues de Miranda. A polícia está intensificando os esforços para capturar esses indivíduos e esclarecer todos os detalhes do crime. Um policial militar, irmão de William Silva Marques, foi ouvido durante as investigações, mas acabou liberado por falta de evidências que o ligassem ao assassinato.</p>
<p><em>*Com informações de Danúbia Braga</em></p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/quarto-suspeito-de-envolvimento-na-morte-de-ex-delegado-e-preso.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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