Presidente argentino demite secretário de Trabalho após proposta de aumento salarial

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Presidente argentino demite secretário de Trabalho após proposta de aumento salarial

Projeto incluia um aumento de 50% na remuneração de ministros e do próprio presidente

Reprodução/YouTube/ Javier Milei
Milei culpou Omar Yasin pelo plano de aumentar salários do Executivo Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://valor.globo.com/mundo/noticia/2024/03/11/milei-demite-secretario-e-o-culpa-por-plano-de-aumentar-salarios-do-executivo.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.

O presidente argentino, Javier Milei, surpreendeu ao anunciar a demissão de seu secretário de Trabalho, Omar Yasin, nesta segunda-feira, 11. A decisão foi tomada após uma proposta de aumento salarial para integrantes do Executivo, que incluía um aumento de 50% na remuneração de ministros e do próprio presidente, ter sido criticada pela ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner. A notícia da demissão de Yasin foi divulgada durante uma entrevista concedida por Milei a uma emissora de TV argentina. O presidente afirmou que estava notificando o secretário do Trabalho sobre o erro cometido. Vale ressaltar que o plano de aumento salarial, que gerou polêmica, não estava assinado por Yasin, mas sim por Milei.

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O jornal argentino “Ámbito Financiero” destacou que a proposta de aumento salarial enviado ao Congresso não levava a assinatura de Yasin, o que levanta questionamentos sobre a responsabilidade do secretário de Trabalho na elaboração do plano. A demissão de Yasin, portanto, pode ter sido uma medida para conter possíveis desgastes políticos decorrentes da proposta de aumento salarial. A situação evidencia a tensão política no governo argentino, com divergências internas sobre questões econômicas e salariais.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

 

 

 

 

 

Fonte: clique aqui.

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