Sindicatos e movimentos sociais se reuniram neste domingo (7) pela manhã na Praça da República, em São Paulo, em um ato em defesa da soberania popular e de pautas ligadas aos trabalhadores.
A manifestação levou milhares de pessoas ao centro da cidade, que também ocuparam uma avenida próxima. Entre as reivindicações estavam o fim da jornada 6×1, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e a cobrança de impostos mais altos para os mais ricos.
O protesto contou ainda com críticas à anistia e a medidas de governos estrangeiros, como o tarifaço de Donald Trump. No local, bandeiras e faixas coloriram a praça, reunindo militantes de partidos de esquerda de diferentes correntes.
Entre os participantes estava Malvina Joana de Lima, pedagoga aposentada e militante histórica do PT. Aos 72 anos, ela recordou os 580 dias em que esteve na vigília Lula Livre e disse que continua firme nas ruas:
“Lutamos e resistimos pela nossa pátria. O Brasil é nosso, e não é papel de estrangeiros mandar aqui. Estou pronta para comemorar, porque não é possível que não haja consequência para o que tentaram fazer contra a nossa democracia”, afirmou.

COMMENTS