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<p>Dados do IBGE apontam que pessoas com 60 anos ou mais já representam 16,6% dos brasileiros</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Paulo Pinto / Agência Brasil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/04/design-sem-nome-26-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/04/design-sem-nome-26-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo<br /></span></div>
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<p>A população brasileira está <strong>envelhecendo</strong> e cresce em ritmo <strong>cada vez menor</strong>. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>No ano passado, a população residente foi de <strong>212,7 milhões de pessoas</strong>, aumento de 0,39% em relação a 2024. A taxa de crescimento tem ficado <strong>abaixo de 0,60%</strong> desde 2021. Do total, 51,2% eram mulheres e 48,8% eram homens.</p>
<p>A distribuição da população residente no país mostra <strong>queda da proporção de pessoas abaixo de 40 anos de idade</strong>: o grupo está 6,1% menor em 2025 do que em 2012. Por outro lado, <strong>há crescimento dos que estão acima dessa faixa etária</strong>: 40 a 49 anos (de 13% para 15%), 50 a 59 anos (de 10% para 11,8%) e 60 anos ou mais (de 11,3% para 16,6%).</p>
<p>A transformação aparece também na pirâmide etária. Entre 2012 e 2025, houve <strong>estreitamento da base</strong> e <strong>alargamento do topo</strong>, com <strong>queda da população de até 39 anos</strong>.</p>
<p>As diferenças regionais permanecem marcantes. <strong>Norte</strong> e <strong>Nordeste</strong> concentram os maiores percentuais de jovens – com 22,6% e 19,1% da população de até 13 anos, respectivamente – enquanto <strong>Sudeste</strong> e <strong>Sul</strong> têm maior presença de idosos, ambos com 18,1% da população com 60 anos ou mais.</p>
<p>Também há mudanças na forma como a população declara cor ou raça. Diminuiu em todas as regiões do país o número de pessoas que se declaram brancas. Em 2012, brancos eram 46,4% da população. Em 2025, passaram a ser 42,6%. Pessoas declaradas pretas aumentaram de 7,4% para 10,4%.</p>
<p>A Região <strong>Norte</strong> foi a que registrou maior crescimento da população preta, de 8,7% para 12,9%. A Região Sul foi a que teve maior crescimento das pessoas de cor ou raça parda (de 16,7% para 22%) e maior queda da população autodeclarada branca (de 78,8% para 72,3%).</p>
<h2>Morar sozinho</h2>
<p>Também cresceu o percentual de pessoas que vivem sozinhas. Em 2025, os <strong>domicílios unipessoais chegaram a 19,7%</strong>. Em 2012, o percentual era de 12,2%. O arranjo nuclear – quando há pelo menos um casal, mãe com filhos ou pai com filhos – ainda é o predominante: 65,6% dos domicílios. Mas caiu em relação a 2012, quando chegava a 68,4%.</p>
<p>A pesquisa mostra diferenças por <strong>idade</strong> e <strong>gênero</strong> entre as pessoas que moram sozinhas. Entre os homens, 56,6% dos que estão nessa situação têm entre 30 e 59 anos de idade. Entre as mulheres, o maior percentual (56,5%) é entre aquelas com 60 anos ou mais.</p>
<p>Sobre a condição de ocupação dos domicílios, a <strong>proporção de imóveis alugados cresceu para 23,8%</strong>, alta de 5,4 pontos percentuais desde 2016. Já os domicílios próprios quitados caíram para 60,2%, redução de 6,6 pontos percentuais no mesmo período.</p>
<p>Também houve mudança no tipo de habitação: as casas ainda predominam, mas recuaram para 82,7%, enquanto apartamentos subiram para 17,1%.</p>
<h2>Infraestrutura</h2>
<p>Os <strong>indicadores de infraestrutura mostram avanços</strong>, mas <strong>mantêm desigualdades regionais</strong>. O acesso à água por rede geral chegou a 86,1% dos domicílios, sendo 93,1% nas áreas urbanas e apenas 31,7% nas rurais.</p>
<p>O <strong>Norte</strong> tem o menor percentual de acesso à rede geral: 60,9%. E uma quantidade expressiva de domicílios que dependem de poços profundos ou artesianos: 22,8%. O Sudeste conta com 92,4% do abastecimento de água vindo da rede geral.</p>
<p>No saneamento, 71,4% dos domicílios brasileiros têm acesso à rede geral ou fossa ligada à rede, mas o índice cai para 30,6% no Norte, onde outras formas mais precárias de esgotamento ainda predominam (39,3%). No Sudeste, o percentual de acesso à rede geral ou fossa séptica ligada à rede é de 90,7%.</p>
<p>A coleta direta de lixo por serviços de limpeza alcança 86,9% dos domicílios do país, avanço de 4,2 pontos percentuais desde 2016. Norte e Nordeste têm os menores percentuais de coleta direta (ambos com 79,3%) e os maiores percentuais de lixo queimado nas propriedades (14,5% e 13%, respectivamente).</p>
<p>O acesso à energia elétrica está próximo da universalização, com apenas 2,7% dos domicílios rurais sem ligação à rede. Esse percentual é de 0,5% nos domicílios urbanos. A parte rural da Região Norte é a que ainda concentra os piores números: 15,1% dos domicílios não têm acesso à rede geral de energia.</p>
<p>A pesquisa também mostra aumento no acesso a bens duráveis. Em 2025, 98,4% dos domicílios tinham geladeira e 72,1%, máquina de lavar. Em 2016, esses índices eram 98,1% e 63%, respectivamente.</p>
<p>O percentual de domicílios com carro chegou a 49,1%, enquanto motocicletas estão presentes em 26,2% das residências.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/populacao-no-brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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