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<p>Ruy Ferraz Fontes foi um dos maiores inimigos da facção criminosa, responsável pela prisão de Marcola; como delegado-geral, determinou o afastamento de agentes suspeitos de envolvimento em crimes</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/age20250916002-310x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/age20250916002-675x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Movimentação policial na Avenida Doutor Roberto de Almeida Vinhas, em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo, onde o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi assassinado<br /></span></div>
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<p data-start="185" data-end="518">A <strong>Polícia Civil</strong> de São Paulo investiga o assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, de 68 anos, executado a tiros na noite de segunda-feira (15) em Praia Grande, no litoral paulista. O crime mobilizou uma força-tarefa que reúne Polícia Federal, Ministério Público (Gaeco), DHPP, Deic, Garra, DOP, COEs e a <strong>Polícia Militar</strong>. Câmeras de segurança registraram o momento em que criminosos perseguiram o carro da vítima, que colidiu com um ônibus. Em seguida, os assassinos desceram de outro veículo e dispararam mais de 20 vezes. Um dos carros usados pelos bandidos foi encontrado incendiado.</p>
<p data-start="520" data-end="917">Duas principais linhas de investigação são analisadas. A primeira apura a participação do Primeiro Comando da Capital (PCC), já que Fontes teve papel central no combate à facção e participou da prisão de seu líder, <strong>Marcola</strong>. Desde 2006, ele era jurado de morte pelo grupo criminoso, segundo o promotor Lincoln Gakiya, que lembrou ainda que, em 2010, um plano do <strong>PCC</strong> para executá-lo foi frustrado.</p>
<p data-start="919" data-end="1140">A segunda hipótese considera o envolvimento de policiais militares afastados por corrupção durante sua gestão na chefia da Polícia Civil. Investigadores avaliam se o crime pode ter sido uma retaliação por essas medidas.</p>
<h3 data-start="919" data-end="1140"><strong>As linhas de investigação</strong></h3>
<p data-start="1161" data-end="1221">Os investigadores trabalham com duas hipóteses principais:</p>
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<li data-start="1223" data-end="1768" wp_automatic_>
<p data-start="1226" data-end="1768"><strong data-start="1226" data-end="1249">Envolvimento do PCC</strong> – Fontes foi um dos maiores inimigos da facção criminosa, responsável pela prisão de seu líder, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e pela estratégia que concentrou os chefes do grupo no presídio de segurança máxima de Presidente Venceslau, em 2006. Essa medida foi considerada uma afronta pelo crime organizado. O ex-delegado era jurado de morte pelo PCC desde aquele período. Em 2010, ele escapou de um atentado planejado pelo grupo, frustrado após ação da Rota.</p>
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<p data-start="1773" data-end="2020"><strong data-start="1773" data-end="1822">Participação de policiais militares afastados</strong> – Durante sua gestão como delegado-geral, Fontes determinou o afastamento de policiais militares suspeitos de envolvimento em crimes. A polícia não descarta que o crime tenha sido uma retaliação.</p>
</li>
</ol>
<p data-start="2022" data-end="2222">Além dessas linhas, também é avaliada a possibilidade de vingança ligada ao período em que Fontes atuava como secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande, cargo que ocupava desde 2023.</p>
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<p data-start="1142" data-end="1402">Fontes comandou a Polícia Civil entre 2019 e 2022, indicado pelo então governador João Doria (PSDB), e teve mais de 40 anos de carreira dedicados ao enfrentamento ao crime organizado. Atualmente, era secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande. O corpo do ex-delegado é velado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e sepultado às 16h desta terça-feira (16) no Cemitério da Paz, no Morumbi, zona sul da capital.</p>
<p data-start="1142" data-end="1402"><em>*Com informações de David de Tarso e Danúbia Braga</em></p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/policia-suspeita-que-pcc-ou-pms-afastados-estejam-envolvidos-em-morte-de-ex-delegado.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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