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<p>A <strong>Polícia Civil</strong> da <strong>Baixada Santista</strong> abriu inquérito para investigar <strong>crime ambiental</strong><span dir="ltr" role="presentation"> e influência de servidores públicos em ações que beneficiam </span><span dir="ltr" role="presentation">empresas da região num aterro de resíduos de construção civil poluentes </span><span dir="ltr" role="presentation">numa área de mangue ao lado do Parque da Serra do Mar. A investigação </span><span dir="ltr" role="presentation">policial, que já teve busca e apreensão nas residências e locais de trabalhos </span><span dir="ltr" role="presentation">de alguns dos envolvidos, é baseada num inquérito do Ministério Público, por </span><span dir="ltr" role="presentation">meio do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA). </span><span dir="ltr" role="presentation">O GAEMA abriu inquérito para apurar denúncias de irregularidades na </span><span dir="ltr" role="presentation">Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). No documento, o </span><span dir="ltr" role="presentation">MP trata da criação de um “balcão de negócios” com suposto envolvimento </span><span dir="ltr" role="presentation">do gerente de departamento Jorge Sakotani e da assistente executiva Maria </span><span dir="ltr" role="presentation">da Penha em benefício das empresas da baixada santista: a PGV </span><span dir="ltr" role="presentation">Terraplenagem e Gerenciamento de Resíduos, a FortNort e outras parceiras </span><span dir="ltr" role="presentation">da empresa. </span><span dir="ltr" role="presentation">Segundo o MP, foram realizadas alterações de licenças de empresas </span><span dir="ltr" role="presentation">concorrentes apedido da assistente técnica, Maria da Penha, para beneficiar </span><span dir="ltr" role="presentation">a PGV. Há também a determinação dos dois funcionários da Cetesb para </span><span dir="ltr" role="presentation">que a agência de Santos mudasse um dos sistemas de controle para apoiar </span><span dir="ltr" role="presentation">a PGV em licitações e contratos na baixada santista.</span></p>
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<p><span dir="ltr" role="presentation">A reportagem teve acesso a dois autos de inspeção numa área em São </span><span dir="ltr" role="presentation">Vicente – litoral sul do Estado, onde a PGV tem licença apenas para extrair </span><br role="presentation"/><span dir="ltr" role="presentation">areia, mas realiza descarte de material de obra e lama bentonítica </span><span dir="ltr" role="presentation">(composta por um fluido poluente utilizado na perfuração de túneis e </span><span dir="ltr" role="presentation">poços). Os dois laudos foram acompanhados pelo gerente de departamento, </span><span dir="ltr" role="presentation">Jorge Sakotani. Segundos os autos da Cetesb, um de 19 de junho e outro de </span><span dir="ltr" role="presentation">11 de julho, nada foi detectado. Um dia depois a polícia civil fez uma </span><span dir="ltr" role="presentation">operação, autorizada pela justiça, na área de 34.8 hectares e descobriu e </span><span dir="ltr" role="presentation">registrou vários tipos de crimes ambientais como descarte de material </span><span dir="ltr" role="presentation">tóxico e acúmulo de resíduos de obras. </span><span dir="ltr" role="presentation">No mesmo dia, foram cumpridos pela polícia mandados de busca de </span><span dir="ltr" role="presentation">apreensão na casa dos dois sócios da PGV, Paulo Guerra Vieira e Rafael Braz </span><span dir="ltr" role="presentation">e do gerente da empresa Rui Abel de Lara.</span></p>
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<p>Na operação a polícia apreendeu <span dir="ltr" role="presentation">equipamentos, celulares e documentos. </span><span dir="ltr" role="presentation">Mensagens extraídas dos celulares dos investigados revelam algumas </span><span dir="ltr" role="presentation">conversas entre os dois sócios da PGV e o empresário dono da Forte Norte, </span><span dir="ltr" role="presentation">uma das empresas parceiras da PGV. </span><span dir="ltr" role="presentation">Mensagem entre Rafael Braz e Paulo Gustavo Vieira, dono da PGV, </span><span dir="ltr" role="presentation">demonstra que o primeiro empresário demonstrava preocupação em fazer o </span>descarte dos resíduos na área sem licenças federal e estadual e queria evitar problemas judiciais. “Temos que fazer direito, caracterizar a mineração em área irregular sem licença ANM [Agência Nacional de Mineração] e Cetesb”, revelou em 18 de maio de 2024. Em 6 de abril, Rafael fala que é preciso ter esforço para eleger candidata da preferência da empresa em Santos. “Temos que eleger a Rosana, em <span dir="ltr" role="presentation">Santos”.</span></p>
<p>Rosana Valle, do PL, é do mesmo partido do deputado estadual <span dir="ltr" role="presentation">Tenente Coimbra. </span><span dir="ltr" role="presentation">Cerca de três meses depois dessa citação, o próprio Rafael Braz demonstra </span><span dir="ltr" role="presentation">que possui articulações em Brasília para ampliar e assegurar seus negócios </span><span dir="ltr" role="presentation">e volta a falar do parlamentar estadual paulista. “Temos Brasília ainda. Acho </span><span dir="ltr" role="presentation">que ir com o propósito de tirar a licença – colocar isso como missão – meu </span><span dir="ltr" role="presentation">tio corre lá sim”, disse para Paulo em 9 de julho. </span><span dir="ltr" role="presentation">Paulo responde: “Vamos </span><span dir="ltr" role="presentation">pensar e ver a melhor solução agora ver com o Gustavo [chefe de gabinete </span><span dir="ltr" role="presentation">de Tenente Coimbra] se o deputado vai defender o cargo”. </span><span dir="ltr" role="presentation">Mesmo com todas as irregularidades investigadas pelo MP, a PGV tenta </span><span dir="ltr" role="presentation">junto à Cetesb a liberação de um aterro na área, mesmo sem ter sido </span><span dir="ltr" role="presentation">realizadas as análises de impacto ambiental. De acordo com GAEMA o </span><span dir="ltr" role="presentation">descarte de material neste terreno que é área de mangue, próximo a um </span><span dir="ltr" role="presentation">rio, a dois bairros e ainda é vizinho ao parque estadual da Serra do Mar </span><span dir="ltr" role="presentation">prejudica a fauna, a flora e a permeabilidade do solo.</span></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/policia-investiga-crime-ambiental-praticado-pelas-empresas-pgv-e-fortnort-da-baixada-santista.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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