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<p>Corporação afirmou que o relatório do inquérito, que será enviado ao Ministério Público do Estado, aponta que ‘os atos são graves’</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">FELIPE RAU/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/02/comemoracao-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/02/comemoracao-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Professores foram flagrados imitando macacos em uma roda de samba na região central da capital fluminense.<br /></span></div>
<p>A Polícia Civil do <strong>Rio de Janeiro</strong> indiciou nesta quarta-feira (20), Dia da Consciência Negra, dois professores – um brasileiro e uma argentina – pelo crime de racismo. Em julho, eles foram flagrados imitando macacos em uma roda de samba na região central da capital fluminense. A atitude, gravada por testemunhas, foi alvo de críticas na época. De acordo com a Polícia Civil, a investigação começou imediatamente após a repercussão do caso e foi capitaneada pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), unidade da Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) criada há pouco mais de cinco anos. A corporação afirmou que o relatório do inquérito, que será enviado ao Ministério Público do Estado, aponta que “os atos são graves”. A equipe da Decradi responsável pelo caso analisou as imagens e ouviu testemunhas, além dos professores. Como mostrou o Estadão, a Polícia Civil teve dificuldades em localizar a professora no começo das investigações.</p>
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<p>“O ato praticado associou negativamente indivíduos ou grupos, especialmente em relação à população negra, uma vez que esse comportamento é carregado de uma história de racismo, já que a comparação entre pessoas negras e macacos foi amplamente usada para desumanizá-los e discriminá-los ao longo da história”, aponta a conclusão do inquérito. O relatório diz ainda que, por vezes considerados “brincadeiras”, são comportamentos que podem perpetuar traumas e desigualdades sociais, ferindo a dignidade de pessoas, o que torna imprescindível a necessidade de conscientizar e educar a sociedade sobre os impactos históricos e emocionais de tais ações.</p>
<p>O crime, de acordo com a legislação vigente, é inafiançável e imprescritível, com penas que vão de dois a cinco anos de reclusão. A Polícia Civil do Rio de Janeiro acrescentou que as vítimas de preconceito que desejarem registrar ocorrências do tipo podem procurar a sede da Decradi, na Rua do Lavradio, 155, no centro. “Há a possibilidade também de comunicar os crimes em qualquer delegacia distrital do Estado ou por meio da delegacia online”, informou. “Todos os fatos são apurados, a fim de responsabilizar criminalmente os autores.”</p>
<p>*Com informações Estadão Conteúdo<br />Publicado por Sarah Paual</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/policia-do-rj-indicia-dois-professores-que-imitaram-macacos-em-roda-de-samba-por-racismo.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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