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<p>Caso ocorreu em 21 de abril na comunidade de União de Vila Nova, bairro na Subprefeitura de São Miguel Paulista, na zona leste da capital</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação / Polícia Civil da Bahia</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/04/design-sem-nome-90-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/04/design-sem-nome-90-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Polícia prende último suspeito de participar de estupro coletivo de crianças em SP<br /></span></div>
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<p>A Polícia Civil de São Paulo <strong>apreendeu</strong> nesta segunda-feira (24) o <strong>último suspeito </strong>de <strong>participar de um estupro coletivo</strong> descoberto por vídeos em redes sociais. O adolescente de 15 anos foi localizado no bairro de Ermelino Matarazzo, em Guarulhos, por agentes do 63º Distrito Policial, da Vila Jacuí. Ele compareceu à delegacia na companhia da mãe antes de ser transferido para a Fundação Casa.</p>
<p>O suspeito faz parte de um grupo de cinco pessoas acusadas de participar <strong>de um estupro contra duas crianças</strong>, de sete e dez anos. Os abusos aconteceram no dia 21 de abril, no bairro União de Vila Nova, no distrito de São Miguel.</p>
<p>Antes, a <strong>polícia já havia apreendido três adolescentes</strong> com idades de 14 a 16 anos. No fim de semana, agentes de segurança prenderam um homem de 21 anos no município de Jequié, na Bahia. A polícia de São Paulo mantém conversas com autoridades da Bahia para a transferência do homem de 21 anos.</p>
<p>As apurações da delegacia indicam que o homem de 21 anos fez os vídeos dos atos com um <strong>aparelho de telefone</strong>. As imagens circularam em redes da internet. O grupo de cinco indivíduos atraiu as vítimas para o interior de um imóvel com <strong>convites para empinar pipas</strong>. As pessoas com envolvimento nos crimes <strong>moravam perto das crianças</strong>.</p>
<p>O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Nico Gonçalves, disse no domingo (3) que, em mais de quatro décadas atuando nas forças de segurança do Estado, <strong>não tinha se deparado com algo tão terrível</strong> quanto esse caso.</p>
<p>“Em 45 anos de polícia, não consegui ver o vídeo até o fim, cena terrível, inesquecível, vai ficar no meu subconsciente por muito tempo”, disse Nico.</p>
<h2>Irmã reconheceu caso</h2>
<p>A delegada Janaína da Silva Dziadowczyk, responsável pela investigação, afirmou que o caso primeiro repercutiu nas redes sociais, mas a ocorrência não tinha sido apresentada na delegacia.</p>
<p>“Assim que tomamos conhecimento, os investigadores saíram a campo, conseguiram localizar as vítimas, porque as vítimas estavam sendo pressionadas para não registrassem o boletim de ocorrência na delegacia. Embora na internet estivesse sendo divulgado os vídeos, a família não havia registrado o boletim”, disse.</p>
<p>Janaína afirma que a<strong> irmã de uma das vítimas</strong>, que não mora mais na comunidade, <strong>recebeu os vídeos</strong>, <strong>reconheceu </strong>e <strong>levou o caso à delegacia.</strong> Mas ela não tinha informações sobre onde e quando os crimes ocorreram.</p>
<p>De acordo com a delegada, as famílias foram <strong>pressionadas</strong> para <strong>não acionar a polícia</strong>. “A família foi pressionada pela comunidade. Eles queriam resolver entre eles e não queriam que a polícia tomasse conhecimento.”</p>
<p>A investigação aponta que os agressores <strong>conviviam com as vítimas</strong> e se <strong>aproveitaram dessa relação</strong> para cometer os crimes.</p>
<p>“Eles eram vizinhos, e eles conviviam. As crianças tinham confiança neles. Foram soltar pipa. Eles foram atraídos para esse imóvel (de um dos adolescentes) porque eles passaram e falaram: ‘vamos soltar pipa? Ah, entra aqui que tem uma linha’”, disse Janaína.</p>
<p>“Um dos adolescentes falou que inicialmente era uma brincadeira que acabou escalando. Mas a iniciativa de gravar os vídeos foi do maior. Foi ele que começou as brincadeiras, segundo eles. E ele começou a gravar no celular dele. E depois ele pediu para que outro menor gravasse”, continuou.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/policia-prisao-ultimo-suspeito-estupro-coletivo-sp.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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