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<p>Suspeitas operavam em escritório na zona oeste e miravam idosos com ameaças de bloqueio de CPF e ordens judiciais</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/03/onecms_de097c57122e474885d8938772eb4a2c.152901-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/03/onecms_de097c57122e474885d8938772eb4a2c.152901-676x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Movimentação na Avenida Faria Lima, zona oeste de São Paulo<br /></span></div>
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<p>A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta sexta-feira (23),<strong> quatro mulheres suspeitas</strong> de gerenciar um esquema de fraude financeira focado na falsa recuperação de dívidas. A ação foi realizada por agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) em um<strong> escritório na Avenida Faria Lima</strong>, zona oeste da capital paulista, considerada o centro financeiro do país.</p>
<p>Nomeada de Operação Título Sombrio, a ação foi conduzida pela 4ª Delegacia da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber). As suspeitas, de 27, 28, 31 e 39 anos, atuavam como gerentes e supervisoras no local.</p>
<p>De acordo com as investigações, o grupo obtinha dados pessoais das vítimas de maneira ilícita e entrava em contato <strong>oferecendo o resgate de “créditos podres”</strong> — termo usado para dívidas de difícil recuperação. O foco principal da quadrilha eram idosos, que acabavam convencidos a pagar valores indevidos.</p>
<div id="attachment_1486509" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone" wp_automatic_>
<p id="caption-attachment-1486509" class="wp-caption-text">Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic)</p>
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<p>A abordagem incluía o envio de <strong>mensagens que simulavam ordens judiciais</strong> e bloqueios de CPF. Ao entrarem em contato com a central telefônica indicada, as vítimas eram atendidas por operadores que fingiam pertencer a setores jurídicos e de cobrança, utilizando ameaças para concretizar a extorsão. O escritório funcionava em modelo híbrido: uma parte realizava cobranças legítimas, enquanto outra se dedicava aos golpes.</p>
<p>Durante a operação, os policiais <strong>apreenderam documentos e dispositivos</strong> eletrônicos que serão periciados. Além das quatro mulheres presas em flagrante — que foram liberadas após pagamento de fiança —, outras dez pessoas suspeitas de envolvimento foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos. O caso foi registrado como associação criminosa na 4ª Delegacia da DCCiber.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/policia-acaba-com-central-de-golpes-na-faria-lima-em-sp-4-mulheres-sao-presas.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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