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<p>A Petrobras anunciou nesta terça-feira (25) que atingiu o <strong>volume recorde de 14,2 milhões de toneladas de dióxido de carbono (COâ)</strong> reinjetados em reservatórios do pré-sal na Bacia de Santos, litoral do Sudeste, durante extração de petróleo em 2024.</p>
<p>O <strong>volume supera os 13 milhões de toneladas inseridas em 2023.</strong> O COâ, também conhecido como gás carbônico, é um dos gases causadores do aquecimento global quando liberado na atmosfera.</p>
<p>Introduzir quantidades do poluente nos reservatórios faz com que a <strong>companhia reduza a chamada pegada de carbono, contribuição da atividade econômica para o aquecimento global.</strong></p>
<p>O <strong>programa da estatal é pioneiro em águas ultraprofundas – o pré-sal chega a uma profundidade de 7 mil metros – e é o maior em operação no mundo.</strong></p>
<p>No comunicado, a Petrobras cita um relatório do Global CCS Institute &#8211; centro internacional que faz pesquisas sobre captura de carbono. <strong>Segundo o levantamento, em todo o mundo, os projetos de CCUS (captura, utilização e armazenamento de carbono, na sigla em inglês) alcançaram 51 milhões de toneladas de COâ.</strong></p>
<p>“Assim, a injeção nos reservatórios do pré-sal corresponde a mais de um quarto (28%) da capacidade global reportada para o ano de 2024”, afirma a Petrobras.</p>
<p>Tecnologias utilizadas pela empresa contribuíram para que, desde 2008, o volume acumulado de injeção chegue a 67,9 milhões de toneladas de COâ. A <strong>companhia espera esticar esse volume para 80 milhões até o fim de 2025.</strong></p>
<p>Saiba como é o dia a dia em uma plataforma de petróleo</p>
<p><strong>Atualmente a Petrobras conta com 22 plataformas modelo FPSO</strong> (produzem e armazenam óleo) no pré-sal da Bacia de Santos com sistemas para captura e reinjeção do COâ.</p>
<p>De acordo com a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi, a média de emissão de COâ por barril de petróleo no mundo é 70% superior à do pré-sal.</p>
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<p>“A estratégia, que associa o CCUS à recuperação avançada de petróleo (EOR &#8211; Enhanced Oil Recovery), foi crucial para a Petrobras viabilizar a produção de petróleo com menor emissão por barril produzido”, diz.</p>
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<p>Segundo a companhia, a reinjeção de COâ otimiza a recuperação de óleo dos reservatórios. <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202501/petrobras-atingiu-meta-de-producao-anual-de-2024-prevista-em-plano-estrategico" target="_blank">Em 2024, a petroleira produziu o volume recorde de 3,2 milhões de barris de óleo</a> equivalente por dia (boed) no pré-sal, que representa 81% da produção total da companhia. </p>
<p>A <strong>Petrobras espera atingir antes de 2050 o chamado net zero (saldo negativo de emissão de carbono)</strong> na produção de petróleo.</p>
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<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/petrobras-reinjeta-recorde-de-142-mi-de-toneladas-de-co2-no-pre-sal">Fonte: Clique aqui</a></p>


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