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Pedido de vista adia votação da PEC do fim da escala 6×1 na Câmara dos Deputados

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>A votação da Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6&&num;215&semi;1 foi adiada nesta segunda-feira &lpar;25&rpar; após pedido de vista apresentado pelo deputado federal Mauricio Marcon &lpar;PL-RS&rpar; na comissão especial da Câmara dos Deputados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O colegiado debate a PEC que propõe a redução gradual da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas&comma; sem redução salarial&comma; além da garantia de duas folgas remuneradas por semana aos trabalhadores brasileiros&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Durante a sessão&comma; o relator da proposta&comma; deputado Leo Prates &lpar;Republicanos-BA&rpar;&comma; apresentou oficialmente o parecer construído após semanas de negociação entre parlamentares&comma; representantes do governo federal&comma; empresários e sindicatos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O texto prevê uma implementação em duas etapas&period; As primeiras duas horas da jornada seriam reduzidas em até 60 dias após a promulgação da PEC&period; Já as duas horas restantes seriam retiradas em até 12 meses após a primeira mudança&comma; totalizando um período de transição de até 14 meses&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A proposta também estabelece que o fim da escala 6&&num;215&semi;1 entrará em vigor 60 dias após a promulgação da emenda constitucional&comma; garantindo ao menos dois dias de descanso semanal remunerado&comma; preferencialmente aos domingos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A expectativa do presidente da Câmara&comma; deputado Hugo Motta &lpar;Republicanos-PB&rpar;&comma; é que a PEC seja votada na comissão especial ainda nesta semana e siga rapidamente para apreciação no plenário da Casa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nos bastidores&comma; o principal ponto de impasse nas últimas semanas foi justamente o prazo de transição&period; Representantes do setor produtivo defendiam um período maior de adaptação&comma; alegando impacto sobre custos operacionais e contratos de trabalho&period; Inicialmente contrário à transição gradual&comma; o governo do presidente Lula da Silva &lpar;PT&rpar; acabou aceitando um acordo intermediário para destravar o avanço da proposta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O parecer de Leo Prates também determina que convenções e acordos coletivos incompatíveis com as novas regras perderão validade automaticamente após 60 dias da promulgação&comma; obrigando sindicatos patronais e trabalhistas a renegociarem contratos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O texto prevê ainda exceções específicas&period; Profissionais com diploma de nível superior e remuneração igual ou superior a duas vezes e meia o teto do INSS&comma; atualmente em cerca de R&dollar; 21 mil&comma; ficarão fora das regras de controle de jornada e limitação de carga horária&period; Segundo o relatório&comma; a medida busca reduzir a chamada &OpenCurlyDoubleQuote;pejotização” e ampliar a liberdade contratual para trabalhadores de alta renda&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A PEC também abre possibilidade para jornadas diferenciadas em categorias específicas&comma; desde que acordadas por convenção coletiva e respeitando a média de dois dias de repouso semanal remunerado ao longo do mês&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar do avanço acelerado da tramitação&comma; a proposta ainda enfrenta resistência de setores empresariais e de parte do mercado econômico&period; Entidades patronais afirmam que a redução da jornada poderá elevar custos e afetar a competitividade das empresas&comma; enquanto economistas defendem que a discussão seja acompanhada por políticas de aumento de produtividade&comma; qualificação profissional e investimentos em infraestrutura&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Após eventual aprovação na Câmara&comma; a PEC seguirá para análise do Senado Federal&comma; onde precisará do apoio mínimo de 49 senadores para ser promulgada&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;acessepolitica&period;com&period;br&sol;noticia&sol;176564&sol;pedido-de-vista-adia-votacao-da-pec-do-fim-da-escala-6x1-na-camara-dos-deputados">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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