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País que depende de benefícios sociais está doente, dizem economistas

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Os programas sociais compõem uma iniciativa histórica dos entes públicos para assegurar a subsistência de pessoas em situação de miséria&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Economistas apontam&comma; no entanto&comma; que&comma; atualmente&comma; a diferença entre o valor pago por benefícios sociais e pelo mercado de trabalho desequilibra a economia brasileira&period;<&sol;p>&NewLine;<p>E exemplificam a raiz desse desequilíbrio&colon; se uma família pode receber mais por meio de benefícios&comma; ela poderia se afastar da formalidade para se enquadrar nos parâmetros dos programas e garantir o pagamento&period;<&sol;p>&NewLine;<aside class&equals;"read-too read-too--with-img">&NewLine;<h2 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;title'&gt&semi;Leia Mais&lt&semi;&sol;h2&gt&semi; &lt&semi;ul class&equals;" read-too&lowbar;&lowbar;list&equals;""> <&sol;h2>&NewLine;<li class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;list-item"> <picture class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;picture"> <&sol;picture>&NewLine;<h3 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;post-title">Atingir a meta fiscal não resolve problema da dívida pública&comma; diz economista<&sol;h3>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<li class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;list-item"> <picture class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;picture"> <&sol;picture>&NewLine;<h3 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;post-title">Brasil se torna mais moderno e competitivo com reforma tributária e autonomia do BC&comma; apontam economistas<&sol;h3>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<li class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;list-item"> <picture class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;picture"> <&sol;picture>&NewLine;<h3 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;post-title">Aumento de gastos é &&num;8220&semi;voo de galinha&&num;8221&semi; e Brasil perde &&num;8220&semi;oportunidade de ouro&&num;8221&semi;&comma; dizem economistas<&sol;h3>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<&sol;aside>&NewLine;<p>José Ronaldo de Castro Souza Jr&period;&comma; professor de economia no Ibmec e economista-chefe da Leme Consultores&comma; lembra que havia esse preocupação na época do lançamento do programa Bolsa Família&comma; em 2003&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O economista aponta que&comma; naquela época&comma; estudos indicavam que o valor do pagamento era muito baixo para concorrer com os salários pagos&comma; mas suficiente para garantir a subsistência dos beneficiados&period; O cenário hoje se inverteu&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Com várias políticas sociais combinadas&comma; o Bolsa Família&comma; junto de outros benefícios&comma; consegue pagar mais do que toda a família pode ganhar&comma; então&comma; começa a ficar comparável”&comma; explica&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostram que o Bolsa Família paga hoje&comma; em média&comma; R&dollar; 678&comma;46 por família&period; O valor representa uma alta de 253&comma;8&percnt; em comparação com o que era pago antes da pandemia &lpar;R&dollar; 187&comma;91&rpar;&period; Enquanto isso&comma; os salários cresceram 2&comma;63&percnt; no período&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"flourish-embed flourish-chart" data-src&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;cnnbrasil&period;com&period;br&sol;economia&sol;macroeconomia&sol;pais-que-depende-de-beneficios-sociais-esta-doente-dizem-economistas&sol;visualisation&sol;19950076"><&sol;div>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O lado bom é que o país está conseguindo ajudar essas pessoas que&comma; de forma alternativa&comma; estariam numa situação de penúria e miséria&period; O lado negativo é que revela um país que está doente”&comma; afirma Paulo Tafner&comma; presidente do Instituto de Mobilidade e Desenvolvimento Social &lpar;IMDS&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo o especialista&comma; há dados mostrando que o atual valor do Bolsa Família tem retirado pessoas que poderiam estar no mercado de trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O ajuste do valor tem que ser um ajuste muito fino&period; Se for muito baixo&comma; ele não resolve o problema das famílias&period; Por outro lado&comma; se for muito alto&comma; ele pode gerar consequências no mercado de trabalho&period;”<&sol;p>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p>Daniel Duque&comma; pesquisador da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas &lpar;Ibre&sol;FGV&rpar;&comma; também vê uma relação de causa e consequência entre o aumento do valor pago em programas de transferência de renda e o mercado de trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Parte da história do desemprego baixo se explica devido a uma oferta de trabalho menor&comma; induzida por esse aumento dos programas sociais”&comma; conclui&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Mercado de trabalho<&sol;h2>&NewLine;<p>Pelas regras do programa&comma; o Bolsa Família não requer que todos os integrantes da família estejam desempregados&period; Mas que a renda por pessoa seja de até R&dollar; 218&comma; o que significa que aquele grupo de pessoas se encontra em situação de pobreza&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Atualmente&comma; o programa social contempla 54&comma;5 milhões de beneficiados — incluindo todos os integrantes das famílias que dependem do recurso&period; Em 2019&comma; o contingente era de 40&comma;8 milhões — alta de 33&percnt; no período&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"flourish-embed flourish-chart" data-src&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;cnnbrasil&period;com&period;br&sol;economia&sol;macroeconomia&sol;pais-que-depende-de-beneficios-sociais-esta-doente-dizem-economistas&sol;visualisation&sol;19950155"><&sol;div>&NewLine;<p>O mercado de trabalho vem apresentando um desempenho forte nos últimos meses&period; Neste ano&comma; o Brasil chegou a 102&comma;5 milhões de pessoas ocupadas&comma; segundo dados de agosto da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios &lpar;Pnad&rpar; do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &lpar;IBGE&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"flourish-embed flourish-chart" data-src&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;cnnbrasil&period;com&period;br&sol;economia&sol;macroeconomia&sol;pais-que-depende-de-beneficios-sociais-esta-doente-dizem-economistas&sol;visualisation&sol;19950190"><&sol;div>&NewLine;<p>A população ocupada se divide em 58 milhões de brasileiros no setor privado&comma; outros 31 milhões de trabalhadores por conta própria e empregadores&comma; além de 12 milhões no setor público&comma; mostram os dados do IBGE&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além desses&comma; há 66 milhões de brasileiros fora da força de trabalho e outros 26 milhões abaixo de 14 anos&period; Dos mais de 200 milhões de pessoas que compõem a população brasileira&comma; cerca de 55 milhões recebem atualmente o Bolsa Família&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Porém&comma; enquanto o contingente de beneficiários cresceu mais de 30&percnt; desde 2019&comma; o número de pessoas ocupadas subiu apenas 7&comma;3&percnt;&comma; de 95&comma;5 milhões naquele ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O movimento diminuiu a proporção entre os dois universos&period; Enquanto em 2019 haviam 2&comma;3 trabalhadores para cada beneficiário&comma; hoje há 1&comma;9&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Portas de saída e não dependência de programas sociais<&sol;h2>&NewLine;<p>Para especialistas ouvidos pela <strong>CNN<&sol;strong>&comma; o problema não está no benefício em si&comma; pelo contrário&semi; os economistas afirmam que os programas sociais são decisivos no apoio à população em situação de vulnerabilidade&period; O desafio&comma; segundo eles&comma; está na falta de &OpenCurlyDoubleQuote;portas de saída” desse contingente&comma; como a qualificação profissional&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A gente precisa necessariamente que as pessoas trabalhando sejam em número maior do que as que dependem do Estado&comma; justamente porque o Estado&comma; para poder funcionar&comma; poder trabalhar e dar recursos para quem não consegue trabalhar&comma; ele precisa ter gente que produz&comma; gera riqueza e arrecadação de impostos”&comma; aponta José Ronaldo de Castro&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"flourish-embed flourish-chart" data-src&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;cnnbrasil&period;com&period;br&sol;economia&sol;macroeconomia&sol;pais-que-depende-de-beneficios-sociais-esta-doente-dizem-economistas&sol;visualisation&sol;19931739"><&sol;div>&NewLine;<p>Tafner&comma; do IMDS&comma; ressalta que são necessárias mais medidas públicas&comma; como educação infantil&comma; acesso à saúde e acompanhamento das famílias para que os beneficiários dos programas sociais consigam buscar oportunidades&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Não é reduzir porque a gente vai cortar dinheiro&comma; por restrição fiscal&period; Mas reduzir porque as pessoas estão estruturalmente&comma; ou estarão estruturalmente&comma; saindo da pobreza&period; E isso é um sucesso&period; Quando isso acontecer será um sucesso para o país e o país estará menos doente”&comma; ressalta&period;&ast;<&sol;p>&NewLine;<p>A pandemia da Covid-19 alterou o cenário dos benefícios sociais&period; O número de beneficiados vinha em trajetória descendente até março de 2020&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com a pandemia&comma; a parcela de pessoas necessitadas voltou a crescer&period; O salto mais expressivo&comma; contudo&comma; começou em 2022&comma; quando o Congresso Nacional e o<br &sol;>então presidente Jair Bolsonaro &lpar;PL&rpar; transformaram o benefício em Auxílio Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"flourish-embed flourish-chart" data-src&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;cnnbrasil&period;com&period;br&sol;economia&sol;macroeconomia&sol;pais-que-depende-de-beneficios-sociais-esta-doente-dizem-economistas&sol;visualisation&sol;19909503"><&sol;div>&NewLine;<p>Enquanto vigorou&comma; o programa de transferência de renda saltou de 43 milhões de beneficiados para 55&comma;7 milhões&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também ao longo do período&comma; apesar da alta de ocupados e queda de desocupados&comma; o contingente de pessoas fora da força de trabalho aumentou ligeiramente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para José Márcio Camargo&comma; economista-chefe da Genial Investimentos&comma; um dos impactos do benefício sobre o mercado de trabalho é a diminuição de pessoas que se dispõem a buscar emprego&comma; o que pode acabar gerando aumento de salários e pressão inflacionária&period;&ast;<&sol;p>&NewLine;<p>O especialista também chama a atenção para os efeitos deste cenário no potencial produtivo do Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O trabalhador é fundamental para produzir bens e serviços&period; Se há uma oferta menor de trabalho na economia&comma; você está diminuindo o potencial de crescimento”&comma; diz&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Impacto inflacionário&comma; questão fiscal e soluções<&sol;h2>&NewLine;<p>José Ronaldo de Castro aponta que esse cenário pressiona a inflação do país por dois caminhos&colon; o da a elevação dos gastos públicos e um de estímulo ao consumo&period; A relação com o primeiro é mais indireta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Tem um aumento de gastos muito grande&comma; e o temor de que esse benefício social vá se acumulando cada vez mais e gerando um crescente volume de gastos públicos gera uma desconfiança e um aumento de risco e dificulta o controle da inflação”&comma; aponta o economista-chefe da Leme Consultores&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já o segundo caminho tem um efeito mais direto&colon; quanto maior for a transferência de renda&comma; maior é o estímulo ao consumo&period; O problema é que a demanda no país tem acelerado mais rapidamente do que nossa capacidade de produzir&comma; nossa oferta&period; Um caminho para suprir essa oferta é a busca por importações&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com esse cenário de risco fiscal&comma; demanda elevada com oferta baixa e maiores importações&comma; os preços tendem a subir no país&period; O resultado disso&colon; uma política monetária mais restritiva&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Esse fenômeno acaba jogando a taxa de juros para um nível mais alto do que ela seria se não tivesse esse tipo de problema”&comma; conclui José Ronaldo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para Paulo Tafner&comma; o mais imediato é olhar para a questão fiscal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É um problema que deve ser combatido para se retomar a sustentabilidade&comma; e que pode futuramente ajudar a reduzir a necessidade pelo Bolsa Família&comma; para que a população possa viver do seu trabalho”&comma; conclui o presidente do IMDS&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ele defende&comma; ainda&comma; uma reforma no método de calcular o benefício&comma; para que ele não aumente de modo a se tornar mais competitivo que o mercado de trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>José Ronaldo reforça a necessidade de revisar as políticas públicas&comma; para que a eficiência dos gastos possa ser otimizada&comma; priorizando investimentos no país&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O economista reforça que a gestão deve ser pensada para que seja feita a transição socioeconômica dessas pessoas&comma; reinserindo-as no mercado de trabalho&comma; sem prejudicá-las&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para isso&comma; ele defende melhorias da educação básica — com verbas condicionadas a indicadores de qualidade — e a melhora da educação profissional — que teria de ser mais voltada às necessidades do mercado de trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Para termos aumentos reais de salário&comma; seria preciso que tivéssemos consistentes ganhos de produtividade&period; Não é o que estamos vendo&period; Temos graves problemas de qualidade na educação e na formação profissional dos jovens&period; Isso dificulta o aumento da produtividade e a consequente redução da dependência do Estado”&comma; conclui&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Siga o CNN Money<&sol;h2>&NewLine;<p>O CNN Brasil Money já está nas redes sociais&period; Siga agora o &commat;cnnbrmoney no <a rel&equals;"nofollow noopener" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;instagram&period;com&sol;cnnbrmoney&sol;">Instagram <&sol;a>e no <a rel&equals;"nofollow noopener" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;youtube&period;com&sol;&commat;cnnbrmoney">Youtube<&sol;a>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Dedicado ao mercado financeiro e aos impactos que os setores da economia geram na movimentação do país e do mundo&comma; o CNN Money terá canal para TV e streaming&comma; além de estar presente no ambiente digital&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O lançamento será na segunda-feira&comma; dia 4 de novembro de 2024&comma; às 20h30&period; Não perca&excl;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;&lowbar;video">&NewLine;<div class&equals;"cnn component-video has--live">&NewLine;<div class&equals;"component-inner">&NewLine;<div id&equals;"player&lowbar;macroeconomia&lowbar;oJrFle7pCqg" class&equals;"video-wrapper ">&NewLine;<div class&equals;"video-wrapper-inner">&NewLine;<div class&equals;"overlay-wrapper"> <button class&equals;"video-button js-video-play active" aria-label&equals;"Assista o vídeo FMI eleva previsão de alta do PIB do Brasil a 3&percnt; &vert; CNN 360°" tabindex&equals;"0"> <span class&equals;"video-play-button" aria-label&equals;"Botão play do vídeo FMI eleva previsão de alta do PIB do Brasil a 3&percnt; &vert; CNN 360°"&sol;> <span class&equals;"video-gradient"&sol;> <span class&equals;"video-title">FMI eleva previsão de alta do PIB do Brasil a 3&percnt; &vert; CNN 360°<&sol;span> <&sol;button> <&sol;div>&NewLine;<p> <span class&equals;"embedded-video video-player-wrapper" data-youtube-plcmt&equals;"1" data-youtube-vpmute&equals;"0" data-youtube-width&equals;"640px" data-youtube-height&equals;"480px" data-youtube-ui&equals;"macroeconomia" data-youtube-play&equals;"0" data-youtube-mute&equals;"0" data-youtube-id&equals;"oJrFle7pCqg" data-youtube-vpa&equals;"click" data-youtube-hl&equals;"pt" data-youtube-position&equals;""&sol;> <&sol;div>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;cnnbrasil&period;com&period;br&sol;economia&sol;macroeconomia&sol;pais-que-depende-de-beneficios-sociais-esta-doente-dizem-economistas&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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