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<p>Investigações tiveram início em outubro do ano passado, após um incidente de vazamento de dados no Tribunal de Justiça de São Paulo</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Marcelo S. Camargo/Governo doEstado de SP</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/53410456244_b73e9e4aea_k-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/53410456244_b73e9e4aea_k-675x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Polícia Civil de São Paulo cumpriu nove mandados de busca e apreensão em diferentes cidades<br /></span></div>
<p>A <strong>Polícia Civil</strong> de São Paulo desencadeou uma operação significativa contra uma quadrilha envolvida na invasão de dados pessoais de milhões de brasileiros. Estima-se que cerca de 120 milhões de pessoas tenham tido suas informações acessadas e posteriormente vendidas a organizações criminosas e grupos que atuam em fraudes virtuais. Durante a ação, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em diferentes cidades, resultando na identificação de sete membros do grupo, que enfrentam acusações de associação criminosa, invasão de dispositivo informático e violação de segredo profissional. As investigações tiveram início em outubro do ano passado, após um incidente de vazamento de dados no Tribunal de Justiça de São Paulo. O grupo criminoso não se limitou a esse vazamento, mas também obteve informações de clientes de bancos digitais e empresas de telecomunicações, além de dados de servidores públicos. As informações coletadas eram organizadas e comercializadas para diversas finalidades, como telemarketing e fraudes digitais.</p>
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<p>Os integrantes da quadrilha ofereciam um serviço personalizado, aceitando solicitações específicas de compradores, com pagamentos realizados por meio de Pix. A polícia suspeita que a maior parte dos dados tenha sido obtida através de funcionários de empresas ou servidores públicos que atuaram de forma corrupta. A Secretaria de Segurança Pública informou que diversos materiais utilizados pelos criminosos foram apreendidos e que as investigações seguem em andamento para identificar tanto os responsáveis pelo vazamento quanto os compradores das informações. O delegado encarregado do caso ressaltou a seriedade da violação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), destacando a necessidade de medidas rigorosas para proteger as informações pessoais dos cidadãos. A operação evidencia a crescente preocupação com a segurança dos dados no Brasil, especialmente em um cenário onde fraudes digitais se tornam cada vez mais comuns.</p>
<p>Publicado por Sarah Paula</p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/organizacoes-criminosas-compram-dados-de-cerca-de-120-milhoes-de-brasileiros.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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