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<p>Ação, que cumpriu 17 mandados de busca e apreensão, mirou em provedores ilegais que, segundo as investigações, atuavam com o apoio logístico de facções criminosas</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/Polícia Civil do RJ</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/montagem-policia-345x197.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/montagem-policia-750x429.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Operação da políca do RJ apreendeu fuzil, pistolas, dinheiro em espécie, joias, além de uma grande quantidade de equipamentos eletrônicos<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"????></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A <strong>Polícia Civil do Rio de Janeiro</strong> deflagrou Operação Rede Obscura, com o objetivo de desarticular um esquema de exploração clandestina de serviços de <strong>internet</strong> em comunidades da Zona Norte da capital e na Baixada Fluminense.</span><span class="ng-star-inserted"> A ação, que cumpriu 17 mandados de busca e apreensão, mirou em provedores ilegais que, segundo as investigações, atuavam com o apoio logístico de facções criminosas. </span><span class="ng-star-inserted">As investigações, conduzidas pela Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), revelaram que os provedores ilegais contavam com o apoio de criminosos armados para garantir o monopólio do serviço nas áreas dominadas.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted"> Essa “segurança” armada impedia a atuação de operadoras legalizadas, promovendo vandalismo contra as redes de fibra óptica e a destruição de equipamentos de empresas concorrentes. </span><span class="ng-star-inserted">Com isso, os moradores eram forçados a contratar os serviços dos provedores ligados às <strong>facções</strong>.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">Durante a operação, foram apreendidos um fuzil, pistolas, dinheiro em espécie, joias, além de uma grande quantidade de equipamentos eletrônicos, como modens e cabos de fibra óptica, muitos deles furtados de outras operadoras.</span><span class="ng-star-inserted"> Duas centrais de internet clandestina foram desativadas e duas pessoas foram conduzidas à delegacia, sendo que um homem foi preso em flagrante por receptação.</span><span class="ng-star-inserted"> Em um dos locais, o Esquadrão Antibombas precisou ser acionado para remover um artefato explosivo.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">De acordo com a Polícia Civil, a investigação identificou a atuação de pelo menos duas empresas vinculadas a grandes facções criminosas do Rio de Janeiro.[</span><span class="ng-star-inserted">Uma delas, ligada ao <strong>Comando Vermelho</strong>, operava na região do Morro do Quitungo, em Brás de Pina. </span><span class="ng-star-inserted">A outra, associada ao Terceiro Comando Puro, tinha atuação predominante em Cordovil e na Cidade Alta.</span></p>
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<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">O esquema não apenas prejudicava os moradores com um serviço de baixa qualidade e instável, mas também afetava serviços essenciais como escolas e unidades de saúde, que eram obrigadas a utilizar os provedores ilegais.</span><span class="ng-star-inserted"> Além da exploração do serviço de internet, a polícia investiga se as empresas também eram utilizadas para a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas. </span><span class="ng-star-inserted">A polícia fluminense informou que outras investigações estão em andamento e novas operações devem ser realizadas para combater a proliferação desse tipo de serviço clandestino.</span></p>
<p><em>*Com informações de Rodrigo Viga</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/operacao-rede-obscura-combate-internet-ilegal-controlada-por-faccoes-no-rio-de-janeiro.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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