Categories: Educação

Oito doutorandos indígenas farão intercâmbio na França

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p><em>Guatá<&sol;em> ou <em>gwata<&sol;em>&comma; na língua guarani&comma; tem&comma; entre outros sentidos&comma; o de viajar&comma; de se movimentar&period; Tradicionalmente&comma; entre os indígenas brasileiros&comma; a viagem era feita a pé&comma; por isso o termo <em>guatá<&sol;em> também pode ser traduzido como andar&comma; caminhar&period; Nas décadas mais recentes&comma; com novos meios de transporte&comma; o sentido foi ampliado para incluir viagens de avião&period;<img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;ebc&period;gif&quest;id&equals;1609664&amp&semi;o&equals;node" style&equals;"width&colon;1px&semi; height&colon;1px&semi; display&colon;inline&semi;"&sol;><&sol;p>&NewLine;<p>E isso permitiu que cada indígena possa <em>guatá<&sol;em> para mais longe&comma; cruzando&comma; inclusive&comma; um oceano&period; Em setembro&comma; oito doutorandos indígenas brasileiros viajarão para a França&comma; para um intercâmbio que durará de seis a dez meses&comma; em universidades daquele país&colon; dois guarani &lpar;nhãndeva e kaiowá&rpar;&comma; dois terenas&comma; além de integrantes dos povos pipipã&comma; xokleng&comma; tupinambá de Olivença e trumai&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A estudante guarani nhãndeva Maristela Aquino &lpar;foto de destaque&rpar;&comma; de 44 anos&comma; vive na região de Dourados &lpar;MS&rpar;&comma; é falante de guarani e português&comma; mas já se arrisca na língua com a qual terá que conviver pelos próximos meses&comma; quando participará do intercâmbio na Universidade Paris 8&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<em>Je m’appelle Maristela&&num;8230&semi; Ça va&quest;<&sol;em> &lbrack;Me chamo Maristela&period; Como vai&quest;&rsqb;”&comma; faz questão de dizer&comma; ao se encontrar com uma comitiva francesa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Eu falo português&comma; guarani e <em>hablo<&sol;em> &lbrack;falo&rsqb; um pouco de espanhol&period; A gente está fazendo um cursinho de francês há uns três meses&comma; desde que fui aprovada&comma; mas não é fácil&period; Mas a gente vai conseguir aprender&period; A gente já está pegando coisas&comma; como se apresentar&comma; pedir alimentos&period; A gente vai conseguir&comma; tem que se dedicar&comma; tentar escrever&comma; tentar falar”&comma; conta a estudante&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-grande&lowbar;6colunas type-image atom-align-left">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;397584&colon;grande&lowbar;6colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;loading&lowbar;v2&period;gif" data-echo&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;SyHHhV64i&lowbar;-DScFVpQFpLzBj6Tg&equals;&sol;463x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;08&sol;29&sol;&lowbar;rbr7107&lowbar;0&period;jpg&quest;itok&equals;hnzmETXr" alt&equals;"Dourados &lpar;MS&rpar;&comma; 29&sol;08&sol;2024 - Projeto Guata&colon; Oito doutorandos indígenas farão intercâmbio na França&period; &&num;13&semi;&&num;10&semi;A estudante guarani kaiowá Maristela Aquino&comma; de 44 anos&comma; contemplada pelo Projeto Guatá&comma; em visita à aldeia Guapoi Miri&comma; nas cercanias da reserva indígena de Dourados&period; Foto&colon; Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;><br &sol;>&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;SyHHhV64i&lowbar;-DScFVpQFpLzBj6Tg&equals;&sol;463x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;08&sol;29&sol;&lowbar;rbr7107&lowbar;0&period;jpg&quest;itok&equals;hnzmETXr" alt&equals;"Dourados &lpar;MS&rpar;&comma; 29&sol;08&sol;2024 - Projeto Guata&colon; Oito doutorandos indígenas farão intercâmbio na França&period; &&num;13&semi;&&num;10&semi;A estudante guarani kaiowá Maristela Aquino&comma; de 44 anos&comma; contemplada pelo Projeto Guatá&comma; em visita à aldeia Guapoi Miri&comma; nas cercanias da reserva indígena de Dourados&period; Foto&colon; Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;>&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><&excl;-- END scald&equals;397584 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>Estudante guarani kaiowá Maristela Aquino&comma; de 44 anos&comma; participante do projeto Guatá &&num;8211&semi; <strong>Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;397584--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Maristela nasceu e cresceu nas aldeias guarani da parte meridional de Mato Grosso do Sul&period; Estudou&comma; deu aulas nas escolas indígenas quando ainda nem tinha entrado na faculdade e finalmente se formou em pedagogia&comma; com muito esforço&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O que me amparava era ser conhecedora da cultura&comma; do povo&comma; da luta&comma; e eu estava amparada por um documento indígena que é o referencial curricular nacional para as escolas indígenas&period; A partir daí&comma; comecei a estudar mais e dar a devida importância aos estudos&period; Mas sempre com muito desafios&comma; porque eu não nasci no berço da intelectualidade&comma; dos estudos”&comma; diz Maristela&comma; que teve que trabalhar cozinhando e limpando a casa de um fazendeiro&comma; enquanto estudava&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A conclusão da graduação não foi o suficiente para ela&comma; que decidiu emendar um mestrado na Universidade Federal da Grande Dourados &lpar;UFGD&rpar;&comma; na área de antropologia&comma; explorando os conhecimentos guarani a fim de propor <a rel&equals;"nofollow noopener" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;repositorio&period;ufgd&period;edu&period;br&sol;jspui&sol;bitstream&sol;prefix&sol;4945&sol;1&sol;MaristelaAquinoInsfram&period;pdf">alternativas de agroecologia<&sol;a> para combater a insegurança alimentar nas aldeias onde vivem esses povos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Eu nunca aceitei a precariedade do território&comma; sem água&comma; sem roça&comma; sem plantas nativas&period; As crianças&comma; com fome o tempo todo&comma; iam para a escola para ter um prato de comida”&comma; afirma Maristela&comma; destacando as dificuldades na vida dos indígenas que vivem em áreas que&comma; muitas vezes&comma; passaram por uma degradação prévia&comma; fruto de uma ocupação colonial destrutiva&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao concluir o mestrado&comma; Maristela passou a trabalhar em um projeto para garantir a segurança alimentar e nutricional das comunidades guarani de Mato Grosso do Sul&comma; por meio do uso de sementes crioulas &lpar;desenvolvidas por comunidades tradicionais e pequenos agricultores&rpar;&period; E esse trabalho levou a estudante a seguir adiante no caminho acadêmico&comma; com um doutorado na mesma universidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Em dois territórios onde vivi&comma; Passo Piraju e Guyraroka&comma; fiz um trabalho com as mulheres&comma; com produção agroecológica&comma; sem venenos&period; Essa luta contra os agrotóxicos é muito forte&period; Literalmente a gente está consumindo veneno e as famílias guarani são mais afetadas&period; Isso fere seus direitos de soberania alimentar e nutricional&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>Maristela é uma das selecionadas para participar&comma; neste ano&comma; do programa de bolsas Guatá&comma; realizado pela Embaixada da França no Brasil&period; A experiência permitirá que ela aprofunde seus estudos na Europa&comma; troque experiências com estudantes e pesquisadores daquele continente e faça uma imersão em uma cultura bem diferente da sua&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Quero estudar um pouco mais e também dar um pouco de visibilidade do que acontece aqui no território de Mato Grosso do Sul&period; E quero voltar fortalecida para continuar a luta&comma; porque a luta é grande e ela que me faz viver minha vida”&comma; destaca a estudante guarani&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-grande&lowbar;6colunas type-image atom-align-right">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;397582&colon;grande&lowbar;6colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;loading&lowbar;v2&period;gif" data-echo&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;FNL-K8uV7nuh4nE8ZDlMdTUpT3M&equals;&sol;463x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;08&sol;29&sol;&lowbar;rbr5566&lowbar;0&period;jpg&quest;itok&equals;QAVjwtVV" alt&equals;"Dourados &lpar;MS&rpar;&comma; 29&sol;08&sol;2024 - Projeto Guata&colon; Oito doutorandos indígenas farão intercâmbio na França&period; &&num;13&semi;&&num;10&semi;O doutorando Idjahure Kadiwel&comma; de 34 anos&comma; contemplado com o projeto Guatá&comma; de intercâmbio do governo francês&comma; na casa da sua avó&comma; Margarida Terena&comma; em Campo Grande&period; Foto&colon; Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;><br &sol;>&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;FNL-K8uV7nuh4nE8ZDlMdTUpT3M&equals;&sol;463x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;08&sol;29&sol;&lowbar;rbr5566&lowbar;0&period;jpg&quest;itok&equals;QAVjwtVV" alt&equals;"Dourados &lpar;MS&rpar;&comma; 29&sol;08&sol;2024 - Projeto Guata&colon; Oito doutorandos indígenas farão intercâmbio na França&period; &&num;13&semi;&&num;10&semi;O doutorando Idjahure Kadiwel&comma; de 34 anos&comma; contemplado com o projeto Guatá&comma; de intercâmbio do governo francês&comma; na casa da sua avó&comma; Margarida Terena&comma; em Campo Grande&period; Foto&colon; Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;>&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><&excl;-- END scald&equals;397582 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>O doutorando Idjahure Kadiwel&comma; contemplado pelo projeto Guatá&comma; na casa da avó&comma; Margarida Terena &&num;8211&semi; <strong>Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;397582--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>O doutorando Idjahure Kadiwel&comma; de 34 anos&comma; tem uma trajetória um pouco diferente da de Maristela&period; Filho do ator Mac Suara Kadiwel&comma; um dos pioneiros indígenas no cinema brasileiro&comma; nasceu no Rio de Janeiro&period; Aos 18 anos&comma; decidiu retomar o contato com suas origens terena e kadiwéu e viajou para Mato Grosso do Sul&comma; a fim de conhecer sua família&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Quando conheci minha avó &lbrack;Margarida Terena&comma; hoje com 93 anos&rsqb;&comma; ela cantou para mim&period; Um canto improvisado&comma; movido pela emoção de conhecer seu neto”&comma; lembra Idjahure&comma; que&comma; em sua tese de doutorado&comma; pela Universidade de São Paulo &lpar;USP&rpar;&comma; pensa em escrever sobre esse canto terena&comma; associando-o a uma tradição semelhante de outro povo aruak&comma; os baniwa&comma; do norte da Amazônia&comma; a que pertence sua companheira&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Os povos terena e baniwa são da mesma família linguística&comma; então têm uma ancestralidade&comma; uma história comum&period;”<&sol;p>&NewLine;<p><em>Guatá<&sol;em> para lugares distantes não é novo para Idjahure&period; No meio de seu curso de graduação&comma; decidiu fazer um intercâmbio de cinco meses na França&period; Foi uma adaptação difícil para um jovem de 22 anos&comma; que teve que enfrentar diferenças linguísticas e climáticas&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Era frio&comma; estranho&period; Eu não conhecia nada&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>Isso não impediu que ele viajasse outras vezes&period; Recentemente&comma; esteve com a namorada e o pai dela na Europa&comma; participando de conferências e eventos culturais na Inglaterra&comma; Alemanha e em Portugal&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Fiquei com vontade de ser&comma; pelo menos por algum período&comma; professor no exterior”&comma; conta Idjahure&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O acadêmico espera aproveitar a viagem para avançar em sua tese&comma; escrever artigos em francês e também contribuir para que os pesquisadores europeus tenham uma compreensão melhor da realidade dos povos indígenas no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Há um florescimento da produção intelectual&comma; cultural e acadêmica indígena no Brasil&period; Tem muita coisa nova acontecendo por aqui&comma; inclusive com antropólogos indígenas&period; Acho que a tradição francesa &lbrack;na antropologia&rsqb; não se conecta muito com o que está acontecendo aqui hoje&period; Quem sabe eu possa compartilhar um pouco disso&quest;”&comma; diz o estudante&comma; que também está enveredando pelo meio musical e recentemente gravou um disco&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O programa Guatá começou no ano passado&comma; enviando quatro alunos indígenas para o intercâmbio na França&period; Cinco universidades participaram em 2023&period; Neste ano&comma; 11 universidades brasileiras participaram do processo seletivo&comma; e oito alunos foram selecionados&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-grande&lowbar;6colunas type-image atom-align-left">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;397581&colon;grande&lowbar;6colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;loading&lowbar;v2&period;gif" data-echo&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;s78hMQtVr26Exmy850Fvr4NjNsE&equals;&sol;463x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;08&sol;29&sol;&lowbar;rbr5508&lowbar;0&period;jpg&quest;itok&equals;Plb5bh0D" alt&equals;"Dourados &lpar;MS&rpar;&comma; 29&sol;08&sol;2024 - Projeto Guata&colon; Oito doutorandos indígenas farão intercâmbio na França&period; &&num;13&semi;&&num;10&semi;A adida para Ciência e Tecnologia do Consulado da França em São Paulo&comma; Nadège Mézié&comma; explica como o programa Guatá funciona&period; Foto&colon; Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;><br &sol;>&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;s78hMQtVr26Exmy850Fvr4NjNsE&equals;&sol;463x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;08&sol;29&sol;&lowbar;rbr5508&lowbar;0&period;jpg&quest;itok&equals;Plb5bh0D" alt&equals;"Dourados &lpar;MS&rpar;&comma; 29&sol;08&sol;2024 - Projeto Guata&colon; Oito doutorandos indígenas farão intercâmbio na França&period; &&num;13&semi;&&num;10&semi;A adida para Ciência e Tecnologia do Consulado da França em São Paulo&comma; Nadège Mézié&comma; explica como o programa Guatá funciona&period; Foto&colon; Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;>&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><&excl;-- END scald&equals;397581 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>A adida para Ciência e Tecnologia do Consulado da França em São Paulo&comma; Nadège Mézié&comma; fala sobre o projeto Guatá &&num;8211&semi; <strong>Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;397581--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>A adida para Ciência e Tecnologia do Consulado da França em São Paulo&comma; Nadège Mézié&comma; explica que o programa funciona como um doutorado sanduíche&comma; sem a obrigatoriedade de cursar disciplinas nas universidades francesas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Tem a inscrição em uma universidade ou em um laboratório&comma; mas não dá créditos nem tem um trabalho de finalização&period; Ou seja&comma; eles chegam lá e têm uma certa liberdade para escolher seminários e aulas&period; Mas também poderão conhecer museus&comma; outros espaços acadêmicos&comma; participar de colóquios na Alemanha&comma; na Europa toda&period; É muito mais amplo do que ficar sentado numa sala de aula&period; Então eles voltam e terminam o doutorado aqui&comma; no Brasil&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>Os indígenas contarão com a ajuda de um professor supervisor&comma; falante de português ou espanhol&comma; que fará o acompanhamento dos estudantes durante a estada na França&period; Além de contar com a passagem aérea&comma; eles recebem uma bolsa de 1&period;700 euros por mês enquanto estiverem no programa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em relação à língua francesa&comma; o programa sugere que as universidades brasileiras providenciem um curso de francês básico enquanto eles ainda estão no Brasil&period; Quando chegarem à França&comma; poderão frequentar as aulas do idioma oferecidas pelas universidades daquele país&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Vimos no ano passado que eles adquirem a língua na rua&comma; com amigos e participando das aulas&comma; aos poucos&period; No ano passado&comma; por exemplo&comma; dois estudantes não quiseram entrar &lbrack;no curso de francês&rsqb; e aprenderam na rua&period; Mas teve uma outra que seguiu até o fim &lbrack;no curso de francês&rsqb; e fez a prova para saber o nível de proficiência”&comma; explica Nadège&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-grande&lowbar;6colunas type-image atom-align-right">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;397578&colon;grande&lowbar;6colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;loading&lowbar;v2&period;gif" data-echo&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;IKvMWrpfUKS5E-3ZsEZnyMHVy4k&equals;&sol;463x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;08&sol;29&sol;&lowbar;rbr8730&lowbar;0&period;jpg&quest;itok&equals;qts0dUO4" alt&equals;"Dourados &lpar;MS&rpar;&comma; 29&sol;08&sol;2024 - Projeto Guata&colon; Oito doutorandos indígenas farão intercâmbio na França&period; &&num;13&semi;&&num;10&semi;Professores da Universidade Paris 8 visitam a Reserva indígena de Douradas&period; Foto&colon; Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;><br &sol;>&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;IKvMWrpfUKS5E-3ZsEZnyMHVy4k&equals;&sol;463x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;08&sol;29&sol;&lowbar;rbr8730&lowbar;0&period;jpg&quest;itok&equals;qts0dUO4" alt&equals;"Dourados &lpar;MS&rpar;&comma; 29&sol;08&sol;2024 - Projeto Guata&colon; Oito doutorandos indígenas farão intercâmbio na França&period; &&num;13&semi;&&num;10&semi;Professores da Universidade Paris 8 visitam a Reserva indígena de Douradas&period; Foto&colon; Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;>&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><&excl;-- END scald&equals;397578 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>Professores da Universidade Paris 8 visitam a Reserva indígena de Douradas &&num;8211&semi; <strong>Tânia Rêgo&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;397578--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>A professora da Universidade Paris 8 Delphine Leroy será a supervisora de Maristela e mais dois doutorandos indígenas provenientes da Universidade Federal da Grande Dourados &lpar;UFGD&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É importante receber esses estudantes indígenas&period; Há o reconhecimento e valorização de outros tipos de saberes&period; Não apenas o saber acadêmico europeu consolidado&comma; mas de outros tipos de saber que são ignorados”&comma; afirma Delphine&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Programas de mobilidade &lbrack;intercâmbio&rsqb; servem como uma efervescência de ideias”&comma; completa a professora&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O grande ganho para a Paris 8&comma; por exemplo&comma; é levar esse conhecimento&comma; de outros povos para os alunos da universidade&comma; que&comma; por seu perfil socioeconômico&comma; não costumam viajar para outros países&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Trazer estudantes de fora é uma forma de dar uma sacudida nesses estudantes &lbrack;franceses&rsqb;&comma; de mostrar para eles que é importante viajar&period; A gente quer incomodar nossos estudantes&comma; sacudi-los&period; Eles estão um pouco parados”&comma; acrescenta Christiane Gilon&comma; outra professora da Paris 8&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em>&ast;A equipe da<strong> Agência Brasil <&sol;strong>viajou a convite Embaixada da França no Brasil&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;educacao&sol;noticia&sol;2024-08&sol;oito-doutorandos-indigenas-farao-intercambio-na-franca">Fonte&colon; 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Redação

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