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					<span class="span-reading-time rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura: </span> <span class="rt-time"> 2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span></p>
<p>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43464-censo-2022-identifica-2-4-milhoes-de-pessoas-diagnosticadas-com-autismo-no-brasil" target="_blank" rel="noopener">Censo TEA 2022</a>, divulgado recentemente pelo IBGE, apontou que cerca de 2,4 milhões de pessoas no Brasil possuem diagnóstico de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bvsms.saude.gov.br/transtorno-do-espectro-autista-tea-autismo/" target="_blank" rel="noopener">Transtorno do Espectro Autista (TEA)</a>, com prevalência maior entre os homens. Esse levantamento reforça uma realidade evidente: meninas e mulheres enfrentam percursos mais longos até o diagnóstico tanto de autismo quanto de TDAH, com impactos significativos em seu bem-estar e acesso a tratamentos adequados.</p>
<p>Especialistas atribuem essa realidade a fatores como critérios diagnósticos baseados quase exclusivamente no universo masculino, e a habilidade das mulheres de mascarar sinais por meio da camuflagem social (“masking”). Como consequência, muitas acabam recebendo diagnósticos tardios — geralmente de depressão, ansiedade ou TDAH — sem que a condição principal seja identificada.</p>
<blockquote>
<h6>“<strong>As meninas aprendem a se adaptar socialmente, o que dificulta a identificação precoce dos sintomas. Isso atrasa o acesso ao diagnóstico e ao suporte que poderia evitar sofrimento emocional e prejuízos acadêmicos ou relacionais</strong>”, <strong>observa a neuropsicopedagoga Silvia Kelly Bosi, especialista em desenvolvimento infantil e autismo.</strong></h6>
</blockquote>
<p>Essa situação acarreta consequências: meninas e mulheres tendem a desenvolver comorbidades como depressão, ansiedade e transtornos alimentares, resultado de décadas lidando com exigências sociais sem o diagnóstico adequado.</p>
<p>Outro aspecto destacado por Silvia Kelly Bosi é a forma como os sinais sutis são vistos com desconfiança ou minimizados por profissionais sem especialização em gênero e neurodesenvolvimento.</p>
<blockquote>
<h5>“<strong>Quando sintomas leves aparecem, muitas vezes são enquadrados como frescura ou traço de personalidade, e não como indício de TEA ou TDAH. Isso reflete um viés de gênero dentro da área de saúde</strong>.”</h5>
</blockquote>
<p>Tais entraves reforçam a estatística masculina dominante nos dados oficiais, mas escondem a realidade de inúmeras meninas e mulheres vivendo em silêncio, sem apoio adequado.</p>
</p>
<p><strong>Importância do diagnóstico precoce e especializado</strong></p>
<p>1. T<strong>riagem sensível ao gênero</strong>: uso de entrevistas aprofundadas com psicólogos, neuropsicólogos, psiquiatras e neurologistas, que considerem o histórico de camuflagem e a evolução da infância à vida adulta.</p>
<p>2. <strong>Formação de profissionais</strong>: capacitar equipes de saúde e educação para reconhecer sinais de TEA e TDAH em meninas, sobretudo os não evidentes no padrão masculino.</p>
<p>3. <strong>Apoio psicossocial contínuo</strong>: garantir acesso a terapias específicas (como ABA, psicoterapia, fonoaudiologia) e suporte nas escolas para promover bem-estar emocional e inclusão.</p>
<p>O enfrentamento do subdiagnóstico é urgente, como destaca a neuropsicopedagoga:</p>
<p>“C<strong>ada ano sem diagnóstico é um ano sem compreensão, autorregulação e possibilidades de acolhimento desde cedo. A adoção de políticas públicas e protocolos clínicos que reconheçam as particularidades de gênero no neurodesenvolvimento pode mudar essa realidade — não apenas em números, mas na qualidade de vida de meninas e mulheres que vivem com autismo e TDAH no Brasil</strong>”, finaliza Silvia.</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/o-desafio-de-reconhecer-o-autismo-e-o-tdah-em-mulheres-no-brasil/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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