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<p>Tempestade que atingiu a região na última sexta-feira resultou em sete mortes e gerou sérios problemas nos serviços públicos e no comércio, levando a um clima de tensão entre as autoridades</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">WILLIAN MOREIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/ato20240903005-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/ato20240903005-676x450.jpg"><br />
								</source></source></picture><span class="image_credits">Residências em São Paulo sofrem com falta de energia desde temporal de sexta-feira (11)<br /></span></div>
<p>A <strong>Enel </strong>revelou que aproximadamente 158 mil residências na Região Metropolitana de São Paulo ainda estão sem fornecimento de energia elétrica, após um apagão que perdura por quatro dias. A tempestade que atingiu a região na última sexta-feira resultou em sete mortes e gerou sérios problemas nos serviços públicos e no comércio, levando a um clima de tensão entre as autoridades. O governo federal decidiu implementar medidas contra a Enel e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As críticas em relação à lentidão na recuperação do serviço têm aumentado. Thiago Veloso, diretor da Arcesp, destacou que a Enel havia se comprometido a alocar 2,5 mil profissionais para situações de emergência, mas não cumpriu essa promessa. Em resposta à crise, a empresa afirmou que irá respeitar o prazo de três dias para a normalização total do fornecimento de energia e mobilizou equipes de suas distribuidoras internacionais, além de profissionais de outros estados.</p>
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<p>O número de técnicos que estarão atuando na recuperação do serviço deve chegar a 2,9 mil, segundo informações da Enel. A situação gerou um intenso debate entre os líderes locais, com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, criticando o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes. Em contrapartida, Nunes atribuiu a responsabilidade pela crise ao ministério e à Aneel, evidenciando a falta de consenso entre as autoridades. A tempestade não apenas causou danos materiais, mas também expôs a fragilidade da infraestrutura elétrica na região. A população, que enfrenta a falta de energia, aguarda ansiosamente a resolução do problema, enquanto as autoridades tentam encontrar soluções para evitar que situações semelhantes ocorram no futuro.</p>
<p>Publicado por Sarah Paula</p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/no-quarto-dia-de-apagao-158-mil-residencias-seguem-no-escuro-em-sao-paulo.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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