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<p>O cachorro comunitário morreu depois de ser agredido por um grupo de adolescentes em Florianópolis; Até o momento, a polícia já ouviu mais de 20 pessoas e analisou mais de mil horas de imagens colhidas </p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução / Redes Sociais</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/foto-jp-5-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/foto-jp-5-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">A morte brutal do cachorrinho Orelha, na Praia Brava, litoral de Santa Catarina, causou comoção nacional.<br /></span></div>
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<p>O pai de um dos adolescentes investigados pela morte de Orelha afirmou que, caso fique comprovado o envolvimento do filho no crime, <strong>ele deverá responder pelos atos.</strong> A declaração foi dada ao programa Fantástico no último domingo (1º).</p>
<p>“A educação que eu e minha esposa damos para ele não foi de passar a mão na cabeça dele. Se ele fez alguma coisa e ficar provado, ele tem que responder. <strong>Mas tem que ser provado, porque até agora só foram acusações.</strong> Não apresentaram absolutamente nada. A gente quer justiça tanto quanto as outras pessoas”, afirmou o responsável pelo adolescente investigado.</p>
<p><strong>O caso de maus-tratos contra o cão Orelha</strong>, de cerca de 10 anos, gerou comoção popular na última semana. O cachorro comunitário de Praia Brava, em Florianópolis, em Santa Catarina, morreu depois de ser agredido por um grupo de adolescentes.</p>
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<p id="caption-attachment-2101480" class="wp-caption-text">Pai de adolescente investigado pela morte de Orelha – Foto: Fantástico/ Reprodução</p>
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<p data-pm-slice="0 0 []">O advogado Rodrigo Duarte da Silva, que representa duas das famílias envolvidas no caso, afirmou que a expectativa é de que os <strong>depoimentos sejam colhidos o mais rápido possível</strong> para o esclarecimento dos fatos.</p>
<p data-pm-slice="0 0 []">Segundo ele, a apuração é fundamental para que<strong> “a verdade venha à tona”</strong> e para que os adolescentes que não tiveram qualquer participação no episódio sejam publicamente inocentados.</p>
<p>“Se eventualmente algum deles tiver alguma parcela de contribuição com qualquer maus-tratos ou com qualquer pequeno delito de quiosque ou de caminhar nas ruas e etc., que eles sejam, sim, responsabilizados, mas na medida da sua culpabilidade, por óbvio”, afirmou o advogado ao programa.</p>
<h2><strong>Investigação</strong></h2>
<p>Dois dos quatro adolescentes suspeitos pela morte de Orelha<strong> retornaram dos Estados Unidos na quinta-feira (29).</strong> No aeroporto, a polícia apreendeu os celulares dos jovens, que estavam em uma viagem escolar previamente programada.</p>
<p>Até o momento, a <strong>polícia já ouviu mais de 20 pessoas</strong> e analisou mais de mil horas de imagens colhidas em câmeras de monitoramento públicas e privadas. No entanto, ninguém foi preso até agora, mas a polícia civil indiciou os familiares dos adolescentes pelo crime de coação.</p>
<h2><strong>Morte de Orelha comoveu o país</strong></h2>
<p>A morte brutal do cachorrinho Orelha, na Praia Brava, litoral de Santa Catarina,<strong> causou comoção nacional.</strong> Cão comunitário, ele foi atacado por um grupo de adolescentes no dia 4 de janeiro. Após ser socorrido e levado a uma clínica veterinária, o cachorro teve que ser submetido à eutanásia no dia 5, em razão da gravidade dos ferimentos.</p>
<p>Devido à enorme repercussão, a Polícia Civil de Santa Catarina passou a investigar o caso. Em 26 de janeiro foi deflagrada uma operação para cumprimento de mandados de busca e apreensão contra os adolescentes e os adultos responsáveis. Foram apreendidos celulares e dispositivos eletrônicos. A polícia também vem ouvindo várias pessoas para entender melhor como tudo aconteceu.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/nao-passamos-a-mao-na-cabeca-diz-pai-de-jovem-suspeito-de-torturar-orelha.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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