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<p>Empresa de transporte afirmou que verifica os antecedentes criminais dos motoristas, mas relatos de assédio por parte de passageiras têm aumentado nos últimos meses</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">pvproductions/Freepik</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/03/23894-310x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/03/23894-675x450.jpg"><br />
								</source></source></picture><span class="image_credits">Promotoria busca informações sobre os locais e horários das ocorrências<br /></span></div>
<p>O <strong>Ministério Público de São Paulo</strong> solicitou à <strong>Uber</strong> um relatório detalhado sobre as denúncias de crimes sexuais que ocorreram em sua plataforma, com foco especial em casos envolvendo crianças, adolescentes, mulheres e idosos. A Promotoria busca informações sobre os locais e horários das ocorrências, além das medidas que a empresa tomou em resposta a esses relatos. A empresa de transporte afirmou que a segurança dos usuários é uma de suas principais preocupações e que implementa diversas ferramentas para proteger as viagens, como a verificação de antecedentes criminais dos motoristas.</p>
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<p>Contudo, a Uber não atendeu completamente às solicitações do MP, que investiga casos de assédio sexual e estupros relacionados a motoristas de aplicativos. A investigação foi iniciada após o relato de uma jovem de 17 anos que foi vítima de estupro por um motorista da 99 Táxi. A Promotoria ressaltou que os casos de crimes sexuais não são eventos isolados e que as plataformas de transporte têm a responsabilidade de garantir a segurança de seus usuários.</p>
<p>A Uber deverá explicar os critérios utilizados para a contratação de motoristas, quais tipos de crimes impedem o cadastro e se há gravações de áudio e vídeo das corridas disponíveis para as vítimas e para as autoridades. O promotor estabeleceu um prazo de dez dias para que a empresa forneça as informações solicitadas.</p>
<p>Além disso, a Uber destacou suas iniciativas voltadas para o combate à violência de gênero e suas parcerias com organizações que visam promover a segurança e aumentar a conscientização sobre esses temas. A empresa se comprometeu a colaborar com as investigações e a melhorar suas práticas de segurança, conforme a nota à imprensa.</p>
<p><b>Confira a posicionamento da empresa em nota</b></p>
<p><i>Segurança é uma prioridade para a Uber e inúmeras ferramentas atuam antes, durante e depois das viagens para torná-las mais tranquilas, incluindo a checagem periódica de apontamentos criminais de motoristas parceiros. Evitar que algo aconteça sempre é uma prioridade para empresa, que também investe em iniciativas de produção e distribuição de conteúdo para conscientização de motoristas parceiros, baseada no Código da Comunidade Uber, em parceria com organizações como o MeToo Brasil e o Instituto Promundo.</i></p>
<p>No entanto, a Uber entende que a violência de gênero é um problema social complexo e sistêmico que demanda ação conjunta de toda a sociedade. Por isso, a empresa possui, desde 2018, um compromisso público de enfrentamento à violência contra a mulher, que se materializa em uma série de parcerias com especialistas e autoridades no assunto para colaborar na construção de projetos e iniciativas para enfrentar essa realidade no aplicativo e na sociedade como um todo.</p>
<p>Como parte desse compromisso, recentemente a Uber apoiou uma pesquisa do Instituto Patrícia Galvão que mostrou que 97% das brasileiras sentem medo de sofrer violência quando se deslocam pela cidade e que 71% das mulheres já sofreram violência durante seus deslocamentos, principalmente a pé (73%) ou no ônibus (45%) Além disso, em parceria com o MeToo, a Uber criou o canal de suporte psicológico voltado para usuárias(os) e motoristas parceiras(os), que acolhe vítimas de violência de gênero e de condutas discriminatórias .</p>
<p>Vale destacar ainda que a Uber possui diversas parcerias de enfrentamento à violência de gênero e apoio às mulheres vítimas de violência doméstica com o Ministério das Mulheres do Governo Federal, Conselho Nacional de Justiça, Instituto Maria da Penha, Ministério Público da Bahia e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre outras.</p>
<p>Ao longo dos anos, a empresa realizou iniciativas como:</p>
<p>Em janeiro, a Uber lançou o Uber Cast, um videocast que além de debater as iniciativas de Diversidade, Equidade e Inclusão da empresa na construção de uma plataforma mais segura para todos, convidou especialistas para trazer suas visões nos temas abordados durante a temporada: Segurança, Violência Contra a Mulher, Racismo, LGBTQIAP+fobia, Capacitismo e Acessibilidade. O segundo episódio é totalmente focado nos desafios de segurança enfrentados pelas mulheres, o compromisso da empresa com o combate à violência de gênero e o suposto “golpe do gás”.</p>
<p>A empresa apoia anualmente as atualizações da plataforma “Evidências sobre Violências e Alternativas para mulheres e meninas – EVA”, criada pelo Igarapé em 2019, também com o apoio da Uber, que consolida os registros dos sistemas oficiais de saúde e dos órgãos de segurança pública.</p>
<p>O 18º Encontro Anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública foi patrocinado pela Uber pelo sexto ano seguido. Além de participar na cerimônia de abertura, a empresa esteve em duas mesas de discussão: “Colaboração entre empresas e autoridades policiais por meio da tecnologia” e “O crescimento da violência de gênero no Brasil: desafios e soluções”, que contou com a participação de lideranças no tema.</p>
<p>Em colaboração com o Instituto Avon, no início da pandemia de Covid-19, foi criada a Ângela – assistente virtual que auxilia mulheres vítimas de violência doméstica. Trata-se de um chatbot que pode ser adicionado como um contato conhecido no WhatsApp ((11) 94494-2415) e ao qual mulheres em situação de violência podem recorrer para obter orientação e códigos promocionais para viagens gratuitas no aplicativo da Uber para delegacias da mulher e demais equipamentos da rede de apoio à mulher. Além disso, a Angela também passou a ser um recurso que orienta pessoas que querem ajudar outras mulheres que estejam passando por uma situação de violência.</p>
<p>Mais informações sobre o compromisso da Uber com o combate à violência contra a mulher podem ser encontradas <a rel="nofollow noopener" target="_blank" href="https://www.uber%20com/pt-BR/newsroom/compromisso-da-uber-com-o-combate-a-violencia-%20contra-a-mulher/"><u>aqui</u></a>.</p>
<p><em>*Reportagem produzida com auxílio de IA e do Estadão Conteúdo<br />Publicado por Fernando Dias</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/mp-de-sao-paulo-investiga-denuncias-de-crimes-sexuais-em-plataforma-da-uber.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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