Categories: Política

Motta pauta PEC que dificulta denúncias criminais contra parlamentares

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p><strong>A Proposta de Emenda à Constituição &lpar;PEC&rpar; que dificulta as denúncias criminais contra deputados e senadores foi pautada pelo presidente da Câmara dos Deputados&comma; Hugo Motta &lpar;Republicanos-PB&rpar;&comma; para esta terça-feira &lpar;16&rpar;&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A PEC determina que qualquer abertura de ação penal contra parlamentar depende de autorização prévia&comma; em votação secreta&comma; da maioria absoluta do Senado ou da Câmara&period; Além disso&comma; a proposta concede foro no Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; para presidentes de partidos com acentos no parlamento&period; <&sol;p>&NewLine;<p>A chamada de <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;camara&period;leg&period;br&sol;proposicoesWeb&sol;fichadetramitacao&quest;idProposicao&equals;2270800" target&equals;"&lowbar;blank">PEC da Blindagem &lpar;PEC 3 de 2021&rpar;&comma; ou PEC das Prerrogativas<&sol;a>&comma; foi articulada pela maioria dos líderes da Câmara com o apoio da oposição liderada pelo Partido Liberal &lpar;PL&rpar;&period; O governo ainda não se manifestou oficialmente sobre essa pauta&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Motta justificou que o projeto &OpenCurlyDoubleQuote;fortalece a atividade parlamentar e foi defendida pela maioria da representação do Colégio de Líderes”&period; Hoje&comma; o deputado Cláudio Cajado &lpar;PP-BA&rpar; foi nomeado relator da proposta&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;328729&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;328729 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p><&excl;--copyright&equals;328729-->Brasília &lpar;DF&rpar;&comma; 23&sol;05&sol;2023 &&num;8211&semi; O deputado Cláudio Cajado &lpar;PP-BA&rpar; é nomeado relator da PEC&period; Foto-arquivo&colon; Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil &&num;8211&semi; <strong>Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;328729--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><strong>Caso a PEC seja aprovada&comma; processos judiciais&comma; seja por desvio de emendas parlamentares ou outros crimes&comma; só poderão ser julgados no STF com autorização dos parlamentares<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Em conversa com jornalistas&comma; o deputado Cajado tentou convencer que o texto não seria uma autorização para &OpenCurlyDoubleQuote;maus feitos”&comma; mas apenas uma &OpenCurlyDoubleQuote;proteção” para os deputados exercerem sua função sem medo de &OpenCurlyDoubleQuote;perseguição política”&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Isso aqui não é uma licença para abusos do exercício do mandato&comma; é um escudo protetivo da defesa do parlamentar&comma; da soberania do voto e&comma; acima de tudo&comma; do respeito à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal”&comma; justificou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O texto apresentado pelo relator afirma que&colon; &OpenCurlyDoubleQuote;Desde a expedição do diploma&comma; os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos&comma; salvo em flagrante de crime inafiançável&comma; nem processados criminalmente&comma; sem prévia licença de sua Casa”&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Em outro dispositivo&comma; a PEC define que a decisão deve ser decidida &OpenCurlyDoubleQuote;por votação secreta da maioria absoluta de seus membros&comma; em até noventa dias a contar do recebimento da ordem emanada pelo STF”<&sol;strong>&period; Maioria absoluta significa a metade dos parlamentares da Casa mais um&period; <&sol;p>&NewLine;<p><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;whatsapp&period;com&sol;channel&sol;0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target&equals;"&lowbar;blank">&gt&semi;&gt&semi; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp<&sol;a><&sol;p>&NewLine;<p>No caso de prisão por crime inafiançável&comma; é necessário manifestação&comma; em 24 horas&comma; da Câmara ou do Senado&comma; por votação secreta&period; A Casa poderá suspender a prisão com maioria simples que&comma; diferentemente da maioria absoluta&comma; requer a maioria dos parlamentares presentes na sessão e não do total&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sobre o voto secreto&comma; o relator Claudio Cajado sustentou que a modalidade &OpenCurlyDoubleQuote;nunca deu problema”&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Qual o problema do voto secreto&quest; &lbrack;É&rsqb; para que todos tenham a sua consciência voltada para o pleno exercício da atividade parlamentar”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O relator justificou ainda a inclusão dos presidentes de partidos entre aqueles com direito ao foro por prerrogativa de função&comma; só podendo ser processado pelo STF&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Eles são ativistas na política&period; Eles complementam a atividade política&period; Então&comma; qualquer processo sobre eles não tem que ter autorização&comma; para ficar claro&period; Mas o foro fica sendo também igual aos dos deputados”&comma; disse Cajado&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>PEC blindagem<&sol;h2>&NewLine;<p>A PEC da Blindagem começou a ganhar força na Câmara dos Deputados após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o motim da oposição que impediu os trabalhados legislativos por uma semana&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os aliados do ex-presidente criticam as ações do STF contra deputados e senadores acusados de colaborar ou participar do movimento golpista que questionou&comma; sem provas&comma; as eleições presidenciais de 2022&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;428911&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;428911 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p><&excl;--copyright&equals;428911-->Brasília &lpar;DF&rpar;&comma; 26&sol;06&sol;2025 &&num;8211&semi; O líder do PL na Câmara&comma; Deputado Sostenes Cavalcante &lpar;PL-RJ&rpar;&period; Foto-arquivo&colon; Lula Marques&sol;Agência Brasil &&num;8211&semi; <strong>Lula Marques&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;428911--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><strong>Segundo o líder do PL&comma; deputado Sostenes Cavalcante &lpar;PL-RJ&rpar;&comma; o objetivo é retomar o texto da Constituição de 1988 que condiciona a abertura de ação penal contra deputado ou senador a uma autorização prévia da Casa legislativa do parlamentar&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&&num;8220&semi;Investigar pode&period; Para processar que será necessário autorização das Casas em até 90 dias&&num;8221&semi;&comma; explicou Sostenes à <strong>Agência Brasil<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Constituição<&sol;h2>&NewLine;<p>Até 2001&comma; a Constituição estabelecia que os parlamentares não poderiam ser processados criminalmente sem prévia licença de sua Casa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Naquele ano&comma; uma Emenda Constitucional&comma; a 35&sol;2001 retirou essa parte da Constituição&comma; e os deputados passaram a ser processados sem autorização prévia do plenário da Câmara ou do Senado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Atualmente&comma; a Câmara ou Senado pode suspender o andamento de alguma ação&comma; depois que ela já tenha sido aceita pelo Judiciário&comma; desde que o crime tenha ocorrido após a diplomação e tenha relação com as funções do parlamentar&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><br &sol;>&NewLine; <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-09&sol;motta-pauta-pec-que-dificulta-denuncias-criminais-contra-parlamentares">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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