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<p>Manifestação começou na segunda-feira (12) após operação da CDHU para demolição de casas desocupadas; PM usou bombas de efeito moral, balas de borracha e escudos para liberar os trilhos</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">RAUL LUCIANO/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/05/ato20250513037-324x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/05/ato20250513037-704x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Moradores da Favela da Moinho, na região central de São Paulo, realizam um novo protesto<br /></span></div>
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<p class="" data-start="97" data-end="411">As ações de demolição de casas na favela do Moinho, no centro de São Paulo, provocaram novos protestos e interdições em linhas de trem nesta terça-feira (13). A operação, coordenada pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), contou com apoio da Polícia Militar e gerou confronto com moradores. Por volta das 11h, a CDHU iniciou a derrubada de casas desocupadas com escolta do Batalhão de Ações Especiais da Polícia (Baep). Durante o avanço das equipes, manifestantes contrários às remoções bloquearam linhas da CPTM com entulhos e atearam fogo em pneus e madeira.</p>
<p class="" data-start="97" data-end="411">A polícia interveio com bombas de efeito moral, balas de borracha e escudos para liberar os trilhos da Linha 7-Rubi, interrompendo a circulação de trens por mais de uma hora. Um morador foi atingido por bala de borracha na perna. Os protestos voltaram a se intensificar no início da tarde. Moradores expulsaram funcionários da CDHU da comunidade, e uma nova queima de entulhos interrompeu, por volta das 13h, a operação da Linha 8-Diamante, da ViaMobilidade, entre as estações Júlio Prestes e Palmeiras-Barra Funda.</p>
<p class="" data-start="1201" data-end="1583">Na segunda-feira (12), dia do início das demolições, houve outra onda de manifestações que paralisou quatro linhas de trens (8-Diamante, 7-Rubi, 10-Turquesa e 13-Jade). Os manifestantes reagiram à tentativa de entrada de um trator, que acabou sendo impedido. As demolições, então, começaram de forma manual, com uso de marretas, pés de cabra e madeira reaproveitada das construções. Segundo a CDHU, desde o mês passado, 168 famílias deixaram o local de forma voluntária e foram incluídas em programas habitacionais e de auxílio-aluguel. A companhia afirma que a demolição das casas desocupadas é necessária para evitar reocupações e garantir segurança no local.</p>
<p class="" data-start="1865" data-end="2302">O terreno da favela pertence à União, que autorizou a retirada das casas desocupadas. A Secretaria do Patrimônio da União afirmou que considera “indispensável” a descaracterização dos imóveis vazios para evitar a expansão de áreas com risco social e estrutural. O governo federal recomendou, no entanto, que as ações sejam feitas com cuidado, para não comprometer a estrutura das casas ainda ocupadas nem impactar a rotina da comunidade.</p>
<p class="" data-start="2304" data-end="2598">A gestão estadual pretende transformar o terreno em um parque. O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco, disse que o conflito maior seria com “proprietários que exploram os imóveis alugados na favela”, e não com os moradores, que estariam sendo acolhidos pelo governo. A atuação da Polícia Militar, segundo a CDHU, busca proteger os trabalhadores, que teriam sido ameaçados e agredidos durante os protestos. Até o momento, ao menos seis casas já foram demolidas. A operação segue em andamento, sob escolta policial.</p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/moradores-da-favela-do-moinho-fazem-novo-protesto-bloqueiam-linhas-de-trem-e-entram-em-confronto-com-a-policia.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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