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Ministro do Trabalho critica política de aumento da Selic

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O ministro do Trabalho e Emprego&comma; Luiz Marinho&comma; voltou a criticar a política do Banco Central &lpar;BC&rpar; de aumento na taxa básica de juros da economia&comma; a Selic&period; Na avaliação do ministro&comma; o controle da inflação não deve ser feito apenas com aumento na taxa de juros&comma; com consequente restrição ao crédito e contração da atividade econômica&comma; mas também pelo aumento da produção&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nesta quarta-feira &lpar;29&rpar;&comma; o Comitê de Política Monetária &lpar;Copom&rpar; aumentou mais uma vez os juros&comma; por unanimidade&comma; em 1 ponto percentual&comma; para 13&comma;25&percnt; ao ano&period; A elevação havia sido anunciada na reunião de dezembro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O combate a inflação não se dá apenas pela restrição ao crédito e aumento de juros&comma; mas se dá também pelo aumento da produção para poder controlar a inflação a partir da oferta e não pela restrição”&comma; avaliou nesta quinta-feira &lpar;30&rpar; Marinho durante coletiva para apresentar o resultado da geração de empregos no Brasil&comma; que fechou o ano de 2024 com saldo positivo de 1&period;693&period;673 empregos formais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Essa foi a quarta alta seguida da Selic&period; A taxa está no maior nível desde setembro de 2023&comma; fixada em 13&comma;25&percnt; ao ano&period; A alta consolida um ciclo de contração na política monetária&period; Entre os argumentos do BC para justificar a alta&comma; apontou a alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É evidente que tem que considerar os impactos do governo norte-americano&comma; o impacto internacional&period; Mas é preciso observar também como os setores da economia brasileira têm que se comportar&comma; olhando as oportunidades da economia brasileira e da capacidade de consumo do povo brasileiro&comma; em mantendo a empregabilidade e o salário crescente”&comma; afirmou o ministro&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&&num;8220&semi;O salário no Brasil ainda é muito baixo&comma; por mais que tenha empresário que ache que o salário está alto&comma; na minha opinião&comma; os salários no Brasil são baixos&comma; e há espaço para continuar crescendo sem gerar impacto inflacionário&&num;8221&semi;&comma; defendeu&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em relação à economia brasileira&comma; o Copom manteve análises anteriores de que está aquecida&comma; com a inflação cheia e os núcleos &&num;8211&semi; medida que exclui preços mais voláteis&comma; como alimentos e energia &&num;8211&semi; acima da meta de inflação&comma; e que as incertezas sobre os gastos públicos provocaram perturbações nos preços dos ativos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O comitê argumenta ainda que &OpenCurlyDoubleQuote;segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros e que a percepção dos agentes do mercado financeiro sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando os preços de ativos e as expectativas dos agentes”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O mercado tem que assumir responsabilidade de olhar a economia brasileira&comma; que é uma economia saudável&period; O Brasil não está em dificuldade de garantir os seus compromissos e&comma; portanto&comma; não há por que ter essa histeria dessa necessidade de aumentar os juros nesse patamar”&comma; criticou Marinho&period; &&num;8220&semi;Espero que o chamado mercado assuma responsabilidade de ajustar as coisas e de não forçar a barra&comma; como forçou no final do ano&comma; na especulação que elevou o valor do dólar&&num;8221&semi;&comma; emendou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na reunião desta quarta-feira&comma; o Copom confirmou que elevará a Selic em 1 ponto percentual na reunião de março&comma; mas não informou se as altas continuarão na reunião de maio&comma; apenas que observará a inflação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Continuarei crítico a essa decisão e não entendo porque já há um novo contrato para novo aumento dos juros&period; É um absurdo&period; É preciso que a direção do Banco Central avalie e reavalie a possibilidade de não executar esse aumento de mais um ponto nos juros do Brasil”&comma; disse&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na avaliação do ministro&comma; os sucessivos aumentos na Selic impõem duras restrições à atividade produtiva&comma; em razão do encarecimento do crédito e também ao orçamento público&period; Segundo ele&comma; alguns setores&comma; como o da construção civil&comma; avaliam que a dinâmica dos juros não vai impactar tanto a atividade ao longo do ano&comma; porque a maioria dos contratos já está assinada e tem que ser executados&period; A percepção sobre o impacto negativo do aumento dos juros na economia evolui para 2026&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Para este ano está contratado e será executado&comma; mas ao manter essa política de juros isso vai impactar os contratos de 2026&period; Acho que a direção do Banco Central tem que ter essa responsabilidade sobre o papel que os juros têm&period; Ele &lbrack;os juros&rsqb; traz um papel dramático no orçamento público&comma; porque ele encarece as despesas e inibe investimentos&period; Mesmo empresas que&comma; inicialmente&comma; anunciaram investimentos&comma; elas podem postergar se a taxa de juros continuar crescente”&comma; observou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O presidente &lbrack;do Banco Central Grabriel&rsqb; Galípolo e sua diretoria vão ter que assumir responsabilidades e trabalhar para não entrar na mesma rotina de aumento de juros que vão sangrar e sacrificar o orçamento público”&comma; defendeu o ministro&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2025-01&sol;ministro-do-trabalho-critica-politica-de-aumento-da-selic">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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